La financiación empaña el trato en contra de la violencia de género

Por: SentiLecto

Hace 1 día, la escrupulosa pieza de encaje en contra de la violencia de género que han terminado tejer el lunes los miembros de la subcomisión del Congreso empezó a deshilachar se, cuando la pieza fue mostrada al público. Hecha la fotografía, y tras conseguir lo más difícil -consensuar un documento con 200 medidas- los partidos han reanudado sin tapujos la exhibición de sus diferencias. El PSOE ha acusado a Podemos de no estar a la altura y el PP se sintió desilusionado con las críticas.

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Maduro brinda posponer Constituyente por 45 días a cambio de enfriar la calle

Por: SentiLecto

Apretado por las crecientes manifestaciones de reclamo y la amenaza de castigos estadounidenses, el régimen de Nicolás Maduro brindó a la oposición -en gestiones a puerta cerrada- posponer por 45 días la elección de representantes de la Asamblea Constituyente y elecciones presidenciales el próximo año.

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Zapatero asegura: “‘no hay una alternativa ala conversación’ en Venezuela”.

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – MarchWomenVersailles5-6october1789

“La conversación y la búsqueda de consenso es la única alternativa probable para superar la crisis en Venezuela”, aseguró Luis Rodríguez El ex presidente del Gobierno.

“No hay una alternativa ala conversación y a la búsqueda del consenso. Cualquier alternativa es un conflicto grave, muy grave”, mencionó Zapatero, que es mediador de la conversación política en Venezuela, en una entrevista que publica este lunes el periódico de Chile La Tercera.

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Líder opositor desmiente a Maduro y rechaza diálogos con el Gobierno

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Freddy Guevara evento Voluntad Popular

El diputado opositor y vicepresidente del Parlamento, Freddy Guevara, ha desmentido el domingo al presidente Nicolás Maduro y rechazó que exista un “regular diálogo” entre los líderes de los partidos antichavistas y el Gobierno, como aseguró el sábado en un programa de televisión el jefe del Estado.

El líder chavista, durante una entrevista en el programa “La Hojilla”, de la televisión estatal VTV añadió: “Allí mismo mencionaron ‘no, no, no, dejaremoslo así, sigamos hablando de los otros temas’ ”.

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Venezuela: Antigo primeiro-ministro de Espanha visita inimigo Leopoldo Lopez

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Leopoldo Lopez 1

O ex-primeiro-ministro espanhol José Luis Rodriguez Zapatero visitou na quarta-feira Leopoldo Lopez, que transmitiu uma mensagem firme de luta pela liberdade de toda a Venezuela”, anunciou na rede de mensagens instantâneas Twitter Freddy Guevara, vice-presidente do parlamento, onde a oposição está em maioria, um dos principais líderes da oposição de Venezuela, quatro dias depois de ter saído da prisão e começado a detenção domiciliária. “O antigo primeiro-ministro Zapatero visitou Leopoldo Lopez na sua casa, onde está em prisão domiciliária.Guevara declarou que Lopez tinha anteriormente falado ao telefone com o secretário-geral da Organização de Estados Americanos , Luis Almagro, e com o atual primeiro-ministro de Espanha, Mariano Rajoy, que o felicitou pela “coragem” provada.No Twitter Guevara, coordenador da Vontade Popular, o partido de Lopez escreveu: “Grandes líderes estão a trabalhar juntos pela liberdade e democracia!”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Lilian Tintori agradeceu a Zapatero pelos esforços desenvolvidos para conseguir a libertação do marido. Lilian Tintori é mulher do inimigo.O antigo dirigente de Espanha envolveu-se no ano passado num diálogo entre a oposição venezuelana e o Presidente Nicolas Maduro, que falhou.Leopoldo Lopez deixou a prisão militar de Ramo Verde, perto de Caracas, no sábado, e se o transferiu para a sua casa em a capital, por ordem de o Supremo Tribunal de Justiça que justificou a resolução, com ” motivos de saúde “.O inimigo satisfez três anos e cinco meses da pena de 14 anos a que foi condenado. Se o considerou culpado de ” incitação em a violência ” no decorrer de manifestações contra o Presidente Maduro que fizeram 43 mortos em 2014 .,Faz 3 anos, que fizeram 43 mortos.

António Costa declara que “não podia negar” o “direito” aos três secretários de Estado de pedirem a exoneração dos seus posições, numa declaração ao jornal Público. António Costa é o primeiro-ministro.António Costa na edição de hoje do jornal justifica: “Não podia negar-lhes esse direito”.Os secretários de Estado da Internacionalização, dos Assuntos Fiscais e da Indústria anunciaram no domingo que pediram a sua exoneração de funções ao primeiro-ministro e requereram ao Ministério Público a sua constituição como arguidos na investigação relativa às viagens para assistir a jogos do Euro2016.O primeiro-ministro ao Público explicou: “arguidos dois chefes de salinha, os secretários de Estado acharam que deviam, eles próprios, tomar a iniciativa de solicitarem a sua constituição, se os constituíram em a semana passada como arguidos e poderem exercer o seu direito de defesa”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O primeiro-ministro aceitou no domingo os pedidos de exoneração dos secretários de Estado da Internacionalização, Jorge Costa Oliveira, dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, e da Indústria, João Vasconcelos, “apesar de não ter sido concluída pelo Ministério Público qualquer denúncia”.Esta posição de António Costa consta de uma nota oficial mandada pelo sua salinha à agência Lusa.”Os senhores secretários de Estado da Internacionalização, dos Assuntos Fiscais e da Indústria informaram-me da sua intenção de exercer o direito a solicitarem a sua constituição como arguidos no processo de investigação relativa às suas deslocações a jogos da seleção nacional no Campeonato Europeu de Futebol de 2016. Para o conseqüência, requereram a exoneração das suas funções governativas”, lê-se no comunicado do primeiro-ministro.Face a esta solicitação, “cogitando a vontade demonstrada pelos senhores secretários de Estado, a avaliação que fazem das condições para o exercício das funções e de modo a não prejudicar o seu lícito direito de defesa, decidi aceitar o pedido de exoneração, apesar de não ter sido concluída pelo Ministério Público qualquer denúncia, nem consequentemente uma eventual denúncia ter sido validada por pronúncia judicial”, justifica António Costa.O líder do executivo agradece depois, “reconhecido, a relevante e dedicada cooperação dos três secretários de Estado nas funções desempenhadas no XXI Governo Constitucional”.justifica-se a resolução com a intenção de não prejudicar o Governo.O primeiro-ministro abre hoje a discussão sobre o estado da Nação, no parlamento, com um discurso de balanço dos dois anos de Governo e com a identificação dos principais desafios até ao final da legislatura.António Costa dispõe de 40 minutos para a sua intervenção inicial nesta discussão que conclui o ano parlamentar, mas fonte do Governo declarou à agência Lusa que o primeiro-ministro asomenteconta uutilizarcerca de dois terços desse tempo.O primeiro-ministro vai dedicar a primeira parte do seu discurso a um balanço dos resultados alcançados nas esferas económica, financeira e social nos dois primeiros anos da legislatura.Na segunda parte, segundo fonte do executivo, Costa vai elencará as principais reformas estruturais a fazer, destacando neste ponto, em particular, o protagonismo de uma boa aplicação dos fundos comunitários do Portugal 2020.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A discussão sobre o estado da Nação ocorre menos de um mês depois do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande – do qual redundaram 64 mortos – e duas semanas após ter sido detetado um roubo de armamento pesado nos Paióis Nacionais de Tancos, que já levou à exoneração tprovisóriade cinco comandantes de ramos.Enquanto o CDS-PP pediu a demissão dos ministros da Administração Interna e da Defesa, por proposta do PSD, o parlamento instituiu uma Comissão Técnica Independente para apurar as causas e responsabilidades pelos incêndios na região centro.No entanto, na resposta, António Costa demonstrou a sua confiança política nos ministros da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, e da Defesa, Azeredo Lopes.Após uma semana de férias do primeiro-ministro, foram conhecidos neste domingo os pedidos de exoneração, aceites por António Costa, de três secretários de Estado – Rocha Andrade, João Vasconcelos e Jorge Costa Oliveira -, que na segunda-feira foram constituídos arguidos pelo Ministério Público na investigação relativa às viagens para assistir a jogos do Euro2016 a convite da Galp.Em inquérito estão “factos suscetíveis de integrarem a prática de crimes de recebimento injustificado de benefício, calculados na Lei dos Crimes de Responsabilidade de Titulares de Cargos Políticos”, segundo a Procuradoria-Geral da República.Fonte do Governo adiantou à agência Lusa que o primeiro-ministro tvai terppossivelmentecdeduzidoo processo de substituições dos secretários de Estado, que poderão ser mais do que três, entre quinta e sexta-feira desta semana, cabendo depois a marcação da posse ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.Em declarações à Lusa a pfinalidadedoaddiscussãode hoje, o secretário dparaguaiano Pedro Nuno Santos, sdestacouque na dimensão económica, social e orçamental os resultados do Governo no último ano “são objetivamente bons”, mas admitiu que possam ficar secundarizados na discussão face a outros assuntos de atualidade política.”Depois de um ano em que o Governo batalhou para ganhar credibilidade do ponto de vista interno e externo esse combate foi ganha”, defendeu.Já a oposição promete confrontar o Governo na discussão com as cativações de perto de mil milhões de euros, com os sociais-democratas a falarem de “austeridade manhosa” e os democratas-cristãos a exigirem conhecer o “real estado do país”.Luís Montenegro defendeu que “há já evidências de que a política financeira deste Governo tem efeito na vida das pessoas”, acusando o Governo “de uma austeridade manhosa, porque não assumida”, ao ampliar impostos indiretos e piorar a quaLuís Montenegro defendeu que “há já evidências de que a política financeira deste Governo tem efeito na vida das pessoas”, acusando o Governo “de uma austeridade manhosa, porque não assumida”, ao ampliar impostos indiretos e piorar a característica dos serviços públicos. Luís Montenegro é o líder parlamentar do PSD. Luís Montenegro é o líder parlamentar do PSD.Na mesma linha, Nuno Magalhães exige que o primeiro-ministro declare onde foram feitos os cortes e defendeu que existem “dois estados da Nação”: “Há o que o senhor ministro das Finanças com uma artimanha orçamental inventou e o estado real”. Nuno Magalhães é o presidente da bancada do CDS-PP.BE, PCP e PEV vão congratular-se com o percurso de reposição de rendimentos feito no último ano e meio de governação socialista, mas prometem insistir na rutura com “a política de direita” e os “constrangimentos europeus”.Por seu lado, à Lusa, o PS elogiou o papel dos partidos que apoiam o Governo, mas advertiu que “o passo não pode ser maior que a perna”.Na discussão sobre o estado da Nação, o PS centrará as suas intervenções na saúde, pela “vice” da bancada Luísa Salgueiro, e na modernização do Estado, nesta última área com um discurso da deputada Jamila Madeira.O presidente do Grupo Parlamentar do PS, Carlos César, conclui as intervenções dos socialistas, centrando-se num balanço do último ano e nas “contradições” políticas dos presidentes do PSD, Pedro Passos Coelho, e do CDS-PP, Assunção Cristas.André Silva gostaria de escutar do primeiro-ministro no discussão de hoje que a natureza e o ambiente passem a ser “de uma vez por todas” uma prioridade para o Governo. André Silva é o deputado único do PAN. uma prioridade para o Governo.Em 6 dias, de o estado de a Nação vai haver ainda um último plenário marcado para 19 de julho, depois de o discussão, mas quase completamente preenchido por eleições.Shinzo Abe começou hoje uma visita nas zonas do sudoeste do país, atingidas por enchentes, depois de ter antecipado o fim da deslocação na Europa. Shinzo Abe é o primeiro-ministro de Japon.e chegou esta manhã à ilha de Kyushu, onde vvisitaráas cidades de Hita, na prefeitura de Oita, e Asakura e Toho, na prefeitura Fukuoka, onde as chuvas intensas desencadeadas pela passagem de um tufão provocaram enchentes e deslizamentos de terras na semana passada.A Agência de Gestão de Incêndios e Desastres japonesa confirmou 25 mortos, 22 em Fukuoka e três e Oita. Uma pessoa está sumida.A agência referiu que 14 mil pessoas, a maioria em Fukuoka, ainda estão em alojamentos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.As chuvas geradas pelo tufão “Nanmadol” atingiram partes da ilha de Kyushu, arruinando casas, estradas e plantações de arroz.Abe estava em viagem na Europa depois de participar na cimeira do G20 na Alemanha. O primeiro-ministro de Nipani cancelou a visita à Estónia, a última etapa da viagem, e voltou ao Japão um dia mais cedo que o planeado.

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