Womandrinkingwater.jpg

Diabetes: obesidade e sedentarismo fazem casos dispararem entre mulheres

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Woman drinking water

Estes são links externos e vão abrir numa nova janela

Na última década, o número de pessoas com os diabetes espécie 1 e 2 no Brasil subiu 61,8%, de acordo números do Ministério da Saúde. O público mais afetado são as mulheres – 1 em cada 10 estão diagnosticadas com a doença. Maiores índices de sedentarismo e de obesidade fazem delas as principais vítimas do diabetes, alegam experts.

Não por coincidência, a obesidade também saltou 60% entre 2007 e 2016 – hoje 18,9% da população é considerada obesa, de acordo com dados do governo. Entre o grupo feminino, porém, esse índice é um pouco mais elevado: atinge 19,6% das mulheres. O resultado é pior: mais da metade dos brasileiros pesa mais do que deveria, quando o critério é sobrepeso.

Para o médico João Eduardo Nunes Salles, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Sociedade Brasileira de Diabetes , as enfermidades são irmãs. “O ampliação do diabetes se dá basicamente pela ampliação da obesidade e do sedentarismo, é a mesma relação. As pessoas falecem de medo de ter diabetes, mas não tem medo da obesidade”, adverte.

Diabetes mellitus, ou simplesmente diabetes, é um grupo de enfermidades metabólicas em que se verificam níveis aumentados de glicose no sangue durante uma longa pausa de tempo.

Neste ano, uma campanha nacional de prevenção para o Dia Mundial do Diabetes – comemorado nesta terça – coordenada pelas duas sociedades médicas tem como assunto “Mulheres e Diabetes – Nosso direito a um futuro saudável”. Até esta quarta, vai haver ações voltadas principalmente para o público feminino em todas as capitais de Brasil.

O retrato das mulheres guerreiras na literatura e cultura popular é um assunto de estudo na história, estudos literários, estudos de cinema, folclore e mitologia, estudos de gênero e dos estudos culturais.

Em dez anos, o diagnóstico do diabetes saltou de 6,3% para 9,9% da população feminina, índice bem maior que o registrado entre os homens e mais alto que a média nacional .

Em geral, a doença afeta pessoas com menos anos de estudo e aquelas acima dos 55 anos. As mulheres com mais de 35 anos com obesidade abdominal, hipertensão arterial e triglicérides aumentados são o público com maior risco de desenvolver a enfermidade.

A obesidade abdominal acontece entre aqueles com circunferência da cintura acima de 88 cm, no caso das mulheres, e de 102 cm, nos homens.

“Todas as mulheres nessa condição estão sob o risco eminente de ter diabetes, mas muitas não se cuidam”, declara Salles. “As mulheres estão ganhando mais peso e cada vez mais precocemente – antes era por volta dos 40 anos de idade, mas agora acontece bastante mais cedo. Isso faz com que elas exibam um risco maior de desenvolver o diabetes”, alega.

As mulheres também correm risco de desenvolver o diabetes gestacional, desencadeada por mudanças no metabolismo materno e agravada por fatores de risco, como ganho de peso excessivo durante a gestação, idade materna mais progredida e quadro de hipertensão arterial.

O diabetes gestacional quase sempre some após a mãe dar à luz – a condição, porém, amplia as possibilidades da mulher desenvolver enfermidades cardiovasculares e a probabilidade dela exibi a enfermidade após a menopausa, assinala Salles. O bebê também fica com risco de desenvolver diabetes no futuro.

“A mulher deve saber antes de engravidar se tem ou não da enfermidade. Se tiver histórico na família e engravidar após os 30 anos, ela tem que ficar bastante atenciosa para fazer um diagnóstico precoce da enfermidade e evitar o diabetes gestacional.”

A condição amplia em até três vezes o risco de o paciente desenvolver enfermidades cardiovasculares, como derrame e infarto.

Entre as mulheres, a falta de controle da enfermidade pode estar relacionada a uma menor diminuição de casos de acidentes vasculares cerebrais nos últimos anos, segundo uma pesquisa publicada em agosto na revista científica Neurology.

O estudo, feito a partir dos registros de saúde de 1,3 milhão de pessoas dos estados de Ohio e Kentucky, nos Estados Unidos, hospitalizadas entre 1990 e 2003, assinalou que o número de AVCs por 100 mil moradoras diminuiu 37% entre o público masculino – entre as mulheres, porém, os pesquisadores não encontraram diminuição estatisticamente pertinente no fase.

O estudo não identificou os fatores de risco que levaram à menor rdiminuiçãode derrames entre mulheres, mas uma das causas debatidas pelos cientistas é a preponderância do diabetes entre elas.

O médico Breno Caiafa, secretário-geral da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro alega: “A preocupação é que essa estabilidade dos casos de AVC nas mulheres esteja relacionada ao mau controle do diabetes e de outros fatores de risco no público feminino, como a hipertensão, o tabagismo, o colesterol e a obesidade”.

Além de maior risco de AVC e de infarto, o diabetes é uma das principais causas de cegueira, falência do rim e amputações de membros inferiores.

A tendência de crescimento da enfermidade no Brasil e no mundo inquieta autoridades de saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde , em 2030 o diabetes será a sétima principal causa de mortes no mundo – hoje, é a nona.

O diabetes é uma enfermidade crônica que acontece ou quando o pâncreas não produz insulina suficiente – hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue – ou quando o corpo não consegue usar de forma efetiva a insulina que o organismo produz. A enfermidade se divide em dois espécies, além da diabetes gestacional:

A grande quantidade de glicose circulando pelo sangue pode provocar graves consequências para o corpo. Dentre eles estão problemas no coração, nos rins e cegueira.

Uma produção deficiente caracteriza essa condição de insulina por o organismo e demanda aplicações diárias de o hormônio.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, a enfermidade atinge principalmente crianças e adolescentes. Dos que padecem com o diagnosticam-se diabetes, entre %5 e %10 de o total com a espécie 1. Desconhecem-se as causas, e não há técnicas de prevenção.

Quando o organismo não consegue usar a insulina produzida pelo corpo, essa espécie acontece. A condição atinge a maioria das pessoas com diabetes ao redor do mundo e, ao contrário do espécie 1, está amplamente associada ao excesso de peso e ao sedentarismo.

Leve no mínimo 15 minutos para fazer uma refeição, pois em menos tempo do que isso o cérebro não consegue receber a informação de que o corpo está satisfeito. Mascar também assistência a ampliar a saciedade

“Hoje o diabetes da espécie 2 é uma enfermidade que a gente consegue prevenir. Mas os pacientes acabam sendo vítimas da obesidade, uma outra enfermidade altamente prevalente no Brasil”, declara Salles.

Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: United States, Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Diabetes: obesidade e sedentarismo fazem casos dispararem entre mulheres
>>>>>Casos de diabetes aumentam no Brasil, e Rio é a capital com mais diagnósticos – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 doença 50 40 NONE 9 uma doença: 2, A doença: 1, uma outra doença extremamente prevalente: 1, a doença: 3, uma doença crônica: 2
2 risco 50 175 NONE 7 um risco maior: 1, risco: 3, o risco eminente: 1, maior risco: 2
3 diabetes 0 0 ORGANIZATION 7 diabetes: 7
4 mulheres 0 60 NONE 6 As mulheres: 3, as mulheres: 3
5 insulina 20 0 NONE 5 a insulina produzida: 1, insulina suficiente: 1, a insulina: 2, insulina: 1
6 condição 0 0 NONE 5 A condição: 2, a condição: 1, Essa condição: 1, essa condição: 1
7 mulheres 0 0 PERSON 4 mulheres: 3, elas (referent: mulheres): 1
8 obesidade 0 0 NONE 4 a obesidade: 1, A obesidade abdominal: 1, obesidade: 1, obesidade abdominal: 1
9 público 0 0 NONE 4 o público feminino: 2, o público masculino: 1, o público: 1
10 Salles 0 0 PERSON 3 Salles: 3