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Noite de protestos e saques na Venezuela deixa 11 mortos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Nicolás Maduro in meeting with Iranian President Hassan Rouhani in Saadabad Palace

Após um dia marcado por protestos contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ao menos 11 pessoas faleceram durante distúrbios e saques acontecidos em Caracas entre a noite de quinta-feira e a madrugada de sexta. Enquanto voltava para casa, em um protesto no bairro Petare, na parte leste de Caracas, Melvin Fernado Guittian Díaz, que não participava da manifestação, 26, faleceu após ser baleado.

Nicolás Maduro Moros é um político de Venezuela, atual líder supremo da República Bolivariana da Venezuela.

Venezuela, oficialmente República Bolivariana da Venezuela, é um país da América localizado na parte norte da América do Sul, constituída por uma parte continental e um grande número de pequenas ilhas no Mar do Caribe ou oceano das Caraíbas, cuja capital e maior aglomeração urbana é a cidade de Caracas.

No outro extremo da cidade, no bairro El Valle, habitantes locais montaram barricadas e foram reprimidos pelas forças de segurança. Segundo o jornalismo local, 17 estabelecimentos foram saqueados na região à noite. Durante os alvoroços, uma clínica infantil precisou ser esvaziado após a invasão de homens armados.

Em uma tentativa de saque contra uma padaria, um cabo de energia se soltou e produziu um choque elétrico que matou ao menos oito pessoas.

Chamado Ramón Martínez faleceu após ser baleado. Chamado Ramón Martínez é o dono do estabelecimento. Se identificou local uma outra vítima baleada em o como Kelvin León.

“Parecia um combate. A Guarda e a polícia utilizava gás, civis armados atiravam contra as construções. Minha família e eu nos jogamos no chão. Foi terrível. Depois que tudo acabou, conseguimos dormir às três da madrugada”, contou à agência de notícias AFP Carlos Yánez, 33, mohabitantee El Valle.Faz 1 ano, por outro lado que atingiu US $ 100 o barril, começou a cair em 2014 a somente $ $ 44 neste ano. Outro lado é o custo do petróleo. 44 neste ano.Os protestos duram há três semanas.

Na quarta-feira 12 de abril as vítimas haviam sido um garoto de 13 anos e um homem de 36. Eles haviam falecido de terça-feira durante manifestações na cidade de Barquisimeto, no oeste do país, segundo havia informado o Ministério Público.

A onda de violência na Venezuela acontece em meio a uma série de passeatas convidadas por oponentes de Maduro. Nas últimas três semanas, os inimigos foram às ruas sete vezes.

Os protestos têm sido marcados por confrontos entre manifestantes e a polícia, os quais deixaram mortos em diferentes cidades. Contando os 11 mortos nos alvoroços mais recentes em Caracas, chegou a 20 o total de mortos desde o começo da onda de manifestações.

A oposição utiliza os protestos como uma maneira de pressionar Maduro a convidar as votações regionais, que teriam que ter acontecido em dezembro, libertar inimigos presos, resolver a crise econômica e aceitar assistência humanitária.

REAÇÃO REGIONAL

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil arremessou nesta sexta-feira um comunicado conjunto com outros países da América Latina condenando a violência na Venezuela e pedindo que o governo do país “adote medidas para garantir os direitos fundamentais e conservar a paz social”.

A nota declara: “É imperativo que a Venezuela recomece o percurso da institucionalidade democrática e que seu governo defina as datas para o cumprimento do programa eleitoral, liberte os presos políticos e garanta a separação dos poderes constitucionais”.

Além do Brasil, assinaram o documento Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

CRONOLOGIA

A crise na Venezuela

Falece o presidente Hugo Chávez; Nicolás Maduro, seu vice, assume a Presidência interinamente

Informaram-se detalhes sobre a clínica não por a chanceler, mas publicações nas redes sociais delatam um ataque no Hospital Materno Infantil Hugo Chávez, em El Valle, no oeste de Caracas — região onde aconteceram os protestos mais intensos na noite de quinta-feira.Por meio de sua conta no Twitter, a chanceler de Venezuela declarou que o presidente Nicolás Maduro deu instruções para retirar os pacientes e proteger as crianças e recém-nascidos. Ainda pelo Twiiter, a funcionária do governo responsabilizou a oposição pelo ataque.

Maduro vence a votação presidencial por margem de 1,5 ponto percentual dos votos; a oposição, liderada por Henrique Capriles, contesta o resultado

Série de protestos convidados pelo inimigo Leopoldo López deixam 43 mortos; se condena López acusado de impeli a violência, em 2015 a quase 14 anos de prisão

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Out.16

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CNE adia pela 2ª vez as votações regionais, que teriam que ter ocorrido em dezembro

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Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Venezuela, Portugal, Chile, Peru, Panama, Mexico, Colombia, Brazil, Argentina

Cities: Guarda, Petare, Panama, Mexico, Caracas

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Noite de protestos e saques na Venezuela deixa 11 mortos
>>>>>Hospital com 54 crianças é atacado por grupo armado na Venezuela – April 21, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Instabilidade na Venezuela: Fábrica da GM confiscada e emissões de duas TV suspensas – April 20, 2017 (Euronews-pt)
>>>>>Entenda a crise política e econômica na Venezuela em cinco episódios – April 19, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>Venezuela: A “mãe de todas as marchas” repete-se esta quinta feira – April 20, 2017 (Euronews-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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