Pesquisadores planejam ‘dar à luz’ um câncer em busca por detecção precoce

Por: SentiLecto

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Pesquisadores britânicos e de America se uniram para tentar encontrar sinais mais precoces de câncer e assim tratar a enfermidade antes que ela venha à tona ou esteja em estágio aprogredido

Os estudiosos planejam “dar à luz” um câncer para ecompreenderexatamente como ele se parece em seu “primeiro dia de vida”.

Este é um dos estudos prioritários da nova Aliança Internacional para Detecção Precoce do Câncer, que inclui ao menos cinco universidades: Cambridge, Manchester, University College de Londres, Stanford e Oregon, além da filantrópica Cancer Research UK. A iniciativa já conta com quase US$ 300 milhões.

O grupo mira o desenvolvimento de testes menos invasivos, como o de sangue e de urina, para monitorar pacientes de alto risco, a melhoria dos exames de imagem para detectar câncer mais cedo e a busca por sinais da enfermidade que hoje são virtualmente indetectáveis.

Mas os cientistas admitem que estão procurando uma “agulha no palheiro” e isso pode durar mais de três décadas.

David Crosby, chefe da pesquisa sobre detecção precoce no Cancer Research UK alega: “O problema fundamental aqui é que jamais veremos um câncer nascer em um ser humano”. “Já está, quando se o encontra estabelecido.”

Ao remover o “backstop”, Johnson esperava obter suporte de seu próprio partido e do DUP —que pode ser fundamental para assegurar os números para aprovar o acordo no Parlamento. Depois da expulsão de 20 parlamentares Conservadores do partido que votaram contra propostas do governo, Johnson tem uma minoria no Parlamento e pode ter obstáculos para aprovar seu projeto na Casa.

Na sexta-feira 04 de outubro esse era a concepção defendida pela Fundação Britânica de Nutrição , com o objetivo de fazer com que as pessoas prestem atenção aa espécie de alimento que consumiam e a seu valor nutricional, a fim de selecionar as melhores calorias em vez de somente contabilizá-las.

Pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, estão cultivando tecidos de mama em laboratório com células sintéticas do sistema imunológico para ver se conseguem identificar as mais sutis e precoces mudanças que podem levar ao câncer.

Rob Bristow, manchego alegou que a estrutura funciona como “um banco de tecidos vivos fora dos pacientes”.

Há, de todo modo, um risco de “sobrediagnóstico”, já que nem sempre essas células levarão a um câncer e podem levar a um tratamento desnecessário contra uma enfermidade que jamais chegaria a aborrecer a pessoa, mas a expõe a uma abordagem com diversos conseqüência colaterais.

Além de serem extremamente precisos, os estudiosos também vão analisar os genes e o ambiente de pessoas que nasceram com câncer, a fim de identificar riscos do desenvolvimento da doença para cada indivíduo.

Até agora, os cientistas declaram que a pesquisa sobre detecção precoce aconteceu desconectada e em pequena escala, sem o poder dos testes em grandes populações de pessoas.

Para Crosby, do Cancer Research UK, a pesquisa conjunta levaria a “uma mudança radical em nossos sistemas de saúde, mudando-a de uma guerrazinha cara contra enfermidades em estágio progredido para uma intervenção desde o começo, oferecendo um tratamento ágil e econômico”.

Se a enfermidade for diagnosticada no estágio 1, dados estatísticos mencionam que 98% das pacientes com câncer de mama vivem por cinco anos ou mais o inicial, em comparação com somente 26% no estágio 4, o mais progredido.

Mas, atualmente, se as diagnostica somente cerca de %44 de as pacientes com câncer de mama em o estágio 1.

No Reino Unido, existem programas de rastreamento para câncer de mama, intestino e cervical para pessoas de determinadas idades.

Entretanto, não há rastreamento confiável para outras espécies de câncer, como os de pâncreas, fígado e próstata. Isso encarna, portanto, taxas menores de sobrevivência desses pacientes.

Mark Emberton, da University College de Londres, alegou que a progressão de equipamentos de imagem, como a ressonância magnética, foram uma “revolução quieta” que trocou agulhas das biópsias para a detecção do câncer de próstata.

“A imagem só enxerga células agressivas e ignora as coisas que você não deseja achar”, alegou Emberton, adicionando que a tecnologia de imagens é cara e gasta tempo — e não estaria pronta para ser utilizada como exame norma.

Na fronteira da progressão tecnológica, há ressonâncias magnéticas hiperpolarizadas e mais precisas e fotografias acústicas, nas quais o laser chega até o tumor, instituindo ondas sonoras que servem para produzir imagens.

As propostas de Johnson para um novo Brexit se baseavam em se livrar do “backstop”, a solução negociada entre May e a União Europeia para resolver os problemas na fronteira entre a República da Irlanda e a Irlanda do Norte depois da saída do Reino Unido da União Europeia.

Não se sabe, no entanto, quais se adaptam espécies de câncer são mais adaptados a essa espécie de análise.

Na Universidade de Cambridge, a professora Rebecca Fitzgerald está desenvolvendo uma endoscopia progredida para detectar lesões pré-cancerosas no esôfago e no cólon.

Para ela, que defende a parceria científica em busca de ideias e abordagens concretas, a detecção precoce poderia se sintetizar a testes simples e baratos, mas o segmento não vem recebendo a atenção devida.

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Fonte: BBCBrasil-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Pesquisadores planejam ‘dar à luz’ um câncer em busca por detecção precoce
>>>>>Reino Unido e UE dizem ter chegado a novo acordo para o Brexit; o que acontece agora? – October 17, 2019 (BBCBrasil-pt)

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