Suposições para alta da febre amarela vão de viagens a crime ambiental

Por: SentiLecto

O vírus da febre amarela que ameaça de maneira inédita o Estado de São Paulo cruzou o Brasil em uma viagem que desafia pesquisadores de todo o país. As suposições vão de fatores ambientais, como o desmatamento, a atividades criminosas.

Estudo que será publicado pelo virologista Pedro Vasconcelos mostra que a cepa encontradEstudo que será publicado pelo virologista Pedro Vasconcelos mostra que a cepa encontrada no Sudeste já circulava na Amazônia. Estudo que será publicado pelo virologista Pedro Vasconcelos é diretor do Instituto Evandro Chagas. Estudo que será publicado pelo virologista Pedro Vasconcelos é diretor do Instituto Evandro Chagas.

Ele alega que os motivos desse deslocamento ainda não estão claros, mas declara acreditar em duas explicações: tráfico de animais ou a viagem de pessoas contagiadas, mas sem sintomas.

“Macacos e mosquitos podem até levar o vírus para áreas próximas, mas em longas distâncias, não tem como isso ocorrer”, declara.

Mosquitos contagiados transmitem a enfermidade em áreas silvestres.

Nas últimas duas décadas, os mapas de áreas de risco elaborados pelo Ministério da Saúde mostram como o vírus, antes concentrado no Norte e no Centro-Oeste, vem progredindo em direção à costa.

Na prática, a entidade endureceu as recomendações para os viajantes estrangeiros que pretendem visitar o Estado. Agora, os turistas serão orientados a se vacinar contra a enfermidade ao menos dez dias antes da viagem. Antes, não havia essa recomendação.”O governo declara que o risco de contrair a enfermidade está só em determinadas regiões, mas não acredito. Essa enfermidade é arriscada e mata bastante rápido.”

Na quinta-feira 28 de dezembro bons empregos haviam sumido por dois grandes ralos no último ano: Rio e construção civil, o Estado e o setor em que o trabalho formal afundava de modo mais rápido e aberrante.

Faz 21 anos, a ilustração incluía basicamente Estados dessas duas regiões e de o Maranhão, em 1997. Nos anos seguintes, os limites foram gradualmente aumentados para incluir Minas, o oeste da Bahia e o norte do Estado de São Paulo. Em parte dessas áreas, surgiram casos onde a enfermidade não se demonstrava havia quatro décadas.

A área atual inclui Espírito Santo, quase todo o Rio de Janeiro e parte da capital paulista. Se aumentou o perímetro após o maior surto de a enfermidade em o Brasil desde o começo de a série histórica, em os anos 1980. Entre julho de 2016 e junho de 2017, foram registrados 779 casos humanos e 262 óbitos, principalmente em Minas, além de 1.659 epizootias pelo vírus da febre amarela.

Quando a ruptura de uma represa provocou, para o epidemiologista Eduardo Massad, da Faculdade de Medicina da USP, a concentração de registros em municípios mineiros da região do rio Doce menciona que isso pode estar relacionado aa calamidade de Mariana uma “onda de lama” que matou peixes e outros animais no rio.

Na avaliação de Massad, a calamidade pode ter contribuído ao exterminar do ecossistema predadores naturais do mosquito transmissor, como os sapos. A suposição ainda precisa de pesquisas para ser comprovada. Há outros experts que acham difícil comprovar a influência direta de Mariana, mas acreditam que o desmatamento pode ter contribuído para a atual situação da enfermidade: em áreas de mata menores, o vírus se espalharia mais facilmente.

Se Minas Gerais, há uma década na área de recomendação de vacina, tivesse imunizado a sua população, se há dúvidas sobre o aspecto ambiental, um fato inquestionável é que o estrago feito pelo mosquito teria sido menor. Quando o surto teve começo, no começo do ano passado o Estado tinha cobertura vacinal de somente 49,7%.

– É somente sintomático, com antitérmicos e analgésicos

Já São Paulo só tinha o norte e noroeste na área de vacinação recomendada.

SILÊNCIO

Os primeiros relatos de febre amarela silvestre no Estado são de 1935, segundo relatório do Centro de Vigilância Epidemiológica. Faz 18 anos, casos voltaram a aparecer, em a região noroeste, ” após quase 50 anos de silêncio epidemiológico “, em 2000, e, após registros pontuais em outras áreas do Estado, chegaram à Grande SP.

Isso pode acontecer se uma pessoa com febre amarela for picada pelo Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungnya. Transmite-se a febre amarela atualmente, em o Brasil só em áreas de mata, por outras dois espécies de inseto.

Publicado no “Diário Oficial” de Minas, o equipamento permite que o governo dispense licitações para a compra de remédios e faça contratações provisória de pessoal para conter a progressão da febre e tratar os doentes.

Fonte: FolhaGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Suposições para alta da febre amarela vão de viagens a crime ambiental
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