Defesas antiaéreas da Síria abatem mísseis em Homs, declara TV estatal

Por: SentiLecto

– As defesas antiaéreas da Síria derrubaram mísseis que visavam a base aérea síria de Shayrat, na província de Homs, na noite desta segunda-feira, informou a TV estatal síria. A TV estatal mostrou fotografias de um míssil que foi abatido no ar, acima da base aérea, dias após um ataque de Estados Unidos, Reino Unido e França a alvos sírios em retaliação a um suposto ataque químico na cidade de Douma, nos arredores de Damasco. Um porta-voz do Pentágono declarou que não havia nenhuma atividade militar dos EUA naquela área neste momento. A base aérea de Shayrat foi atacada no ano passado em um ataque de mísseis de cruzeiro dos EUA em resposta a um ataque químico que matou pelo menos 70 pessoas, incluindo crianças, na cidade de Khan Sheikhoun, controlada pelos rebeldes. Israel agrediu o Exército sírio muitas vezes durante o conflito, atingindo comboios e bases de milícias apoiadas pelo Irã que combatem ao lado das forças do presidente sírio, Bashar al Assad. “Não comentamos esses relatos”, declarou Questionado sobre o ataque com mísseis, um porta-voz militar de Israel. (Reportagem de Suleiman Al-Khalidi

“Obviamente a infraestrutura química é maior do que a que arruinamo”, frisou McKenzie, que também descreveu a ofensiva de ontem à noite como “precisa, iadmirávele efetiva”.”No ano passado agredimo a realização, agora fomos contra a própria fonte. Por isso estamos convictos de que restringimo sua habilidade”, declarou.- Israel conservou nesta segunda-feira seu silêncio oficial a respeito de um suposto envolvimento em um ataque aéreo contra uma base aérea da Síria em 9 de abril, depois que o jornal New York Times mencionou uma fonte militar de Israel não identificada segundo a qual seu país de fato realizou a ação. A Síria e a Rússia, sua maior aliada, culpam Israel pelo ataque realizado perto da cidade de Homs, que se seguiu a relatos de um ataque com gás venenoso das forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, na cidade rebelada de Douma. Israel, que alvejou instalações do Exército sírio diversas vezes ao longo da combate civil de sete anos de seu vizinho, nem confirmou nem negou ter efetuado a operação. Mas autoridades israelenses declararam que a base aérea de Tiyas está sendo utilizada por tropas do Irã, e que Israel não vai aceitar tal presença de seu arqui-inimigo na Síria. A agência de notícias de Iran Tansim relatou que sete efetivos militares de seu país faleceram no ataque, que contribuiu para a elevação dos nervosismos entre o Ocidente e a Rússia. A fonte militar israelense, segundo Thomas Friedman, colunista do New York Times declarou: ” foi a primeira vez que agredimo alvos de Iran ativos, tanto instalações quanto pessoas”. Friedman descreveu os sete iranianos mortos como membros da Força Quds, um ramo da Guarda Revolucionária que supervisiona operações no exterior, e um deles como comandante de uma unidade de drones. “Não tenho observações neste momento”, respondeu Indagada sobre a atribuição de responsabilidade de Israel mencionada no NYT, uma porta-voz militar de Israel. Guerrilhas do grupo libanês Hezbollah na Síria, Israel normalmente não comenta missões específicas, embora admita que realizou dezenas de ataques contra possíveis mobilizações ou transferências de armas iranianas a. O ataque a Tiyas ocorreu dias antes de Estados Unidos, Reino Unido e França dispararem 105 mísseis contra o que Washington alegou serem três instalações de armas químicas da Síria em retaliação ao suposto ataque com gás venenoso. Assad negou utilizar armas químicas. Apesar de a fonte do NYT ter declarado que a morte dos iranianos em Tiyas foi algo inédito nas missões israelenses na Síria, um ataque aéreo de 2015 que o Hezbollah atribuiu a Israel matou um general iraniano e vários combatentes da guerrilha libanesa.A Casa Branca desmentiu nesta quarta-feira a iminência de um ataque contra o regime sírio de Bashar Al Assad e reforçou que Donald Trump está avaliando ainda algumas das “outras alternativas” que tem na sua disposição. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.Na segunda-feira 09 de abril – Os militares da Síria e da Rússia declararam que aeronaves de combate de Israel realizaram ataques com mísseis contra uma base aérea síria horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adverti para um “custo alto a pagar” na esteira de relatos de um ataque com gás venenoso em uma cidade dominada por rebeldes. Inicialmente a TV estatal síria havia declarado que os EUA eram suspeitos por um ataque com mísseis contra o campo aéreo T-4, próximo da cidade de Homs, depois de Trump ter utilizado um palavreado forte em reação ao suposto ataque químico realizado na cidade de Douma, que havia matado dezenas de pessoas. Washington havia negado ter alvejado a base síria, e a França havia declarado que suas forças tampouco o haviam feito. Os militares de Rusia, cujas forças apoiavam o presidente sírio, Bashar al-Assad, haviam declarado que dois caças israelenses F-15 realizaram os ataques contra a base aérea síria T-4, relatou a agência de notícias Interfax. Segundo uma menção da Interfax, o Ministério da Defesa de Rusia havia declarado que os caças israelenses haviam agredido do espaço aéreo do Líbano e que os sistemas de defesa aérea da Síria haviam derrubado cinco dos oito mísseis disparados. Mencionando uma fonte militar, a mídia estatal síria havia divulgado uma reportagem semelhante. “A agressão de Israel no aeroporto T4 havia sido realizada com aeronaves F-15 que haviam disparado vários mísseis dos céus acima do território de Libano”, havia declarado a agência de notícias estatal Sana. Quando indagada mais cedo sobre as explosões na base aérea, uma porta-voz de Israel não desejou se pronunciar. Israel não havia comentado de imediato as denúncias dos militares de Rusia e sírios. Israel havia agredido posições do Exército sírio muitas vezes durante o conflito, atingindo comboios e bases das milícias apoiadas pelo Irã que combatiam ao lado das forças de Assad. O Estado judeu já havia acusado Damasco de permitir que o Irã monte um complexo na base T-4 para fornecer armas ao seu aliado, o grupo xiita libanês Hezbollah. Em seu relato inicial, a TV estatal síria havia declarado ter havido baixas no que havia descrito como um possível ataque de mísseis dos EUA contra a base T-4, próxima de Homs e da antiga cidade de Palmira, localizada no centro da Síria. O Pentágono havia negado que aeronaves de combate estejam realizando ataques aéreos na Síria atualmente. “Entretanto, continuávamo a observar a situação atentamente e a apoiar os esforços diplomáticos em andamento para responsabilizar aqueles que utilizarem armas químicas, na Síria e em outros lugares”, havia declarado. O Observatório Sírio de Direitos Humanos havia declarado que ao menos 14 pessoas haviam falecido. A Reuters não havia conseguido verificar o relato de maneira independente.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States, United Kingdom, Syria, Israel, Brazil

Cities: Franca, Damascus

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Defesas antiaéreas da Síria abatem mísseis em Homs, declara TV estatal
>>>>>Pentágono elogia bombardeio na Síria: “atingimos com sucesso cada alvo” – April 14, 2018 (EfeGeneric)
>>>>>>>>>Reino Unido diz que May e Trump trabalharão juntos em resposta a armas químicas da Síria – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Assad afirma que união dos muçulmanos protege Síria dos “complôs ocidentais” – (EfeGeneric)
>>>>>>>>>EUA, Reino Unido e França lançam ofensiva contra armas químicas de Assad – (EfeGeneric)
>>>>>Israel atacou base da Síria em 9 de abril, diz fonte militar ao NYT – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Casa Branca afirma que ataque à Síria não é única opção sobre a mesa – (EfeGeneric)

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