Em meio a greve geral, Argentina recomeça discussão sobre nova Previdência

Por: SentiLecto

Reiniciou-se o discussão sobre o projeto de reforma de a Previdência em a Argentina uma de as que integram o pacote de ajustes de a economia de o governo Mauricio Macri, a discussão sobre o projeto de reforma de a Previdência em a Argentina, uma de as em esta segunda-feira, após ter e bate-boca dentro do Congresso . sido suspendido em a semana passada, por conta de cenas de violência de o lado de fora acalorado entre parlamentares de o lado de dentro do Congresso.

O clima para o começo deste novo debate não foi menos tenso. Desde o fim de semana, os principais sindicatos disseram uma greve de 24 horas, que iniciou ao meio-dia desta segunda, afetando o transporte público, o comércio e voos nacionais e internacionais. Os sindicatos estudam se continuam a greve por outras 24 horas, dependendo do que for resolvido hoje pelos parlamentares.

Quando chegaram oficiais da Gendarmeria, os principais sindicatos , organizações sociais e movimentos juvenis kirchneristas iniciaram os protestos no meio da manhã que, a princípio, somente cercaram o local.

Na quinta-feira 30 de novembro Mauricio Macri havia definido como um “dia histórico”, no qual a Argentina assumia a Presidência do G20 para 2018, o que mostrava que o país inspirava “confiança” ao mundo, que o via “no percurso certo”. Mauricio Macri é o presidente de Argentina.

Pouco antes do começo da sessão, marcada para as 14h, agrupações de militantes peronistas, estudantis e sindicatos começaram a se aproximar da construção do Congresso, que desde a manhã já estava todo cercado por placas de metal.

Se registravam graves incidentes antes e durante a manobra dentro da Câmara dos Deputados, em a praça onde está o Congresso. Agentes da Gendarmaria e da Polícia jogavam gás lacrimogêneo contra os manifestantes, que foram convidados pelas principais organizações sindicais. Várias pessoas ficaram feridas nos confrontos.De acordo com a agência estatal de notícias “Télam”, Macri analisa a chance de obter, através de um DNU, a chamada “reforma da previdência”, que conta com uma forte rejeição social, sindical e política, pois Em 1 ano, vai envolver uma ampliação menor em as aposentadorias do que se calcula a legislação vigente.

Além da polícia, havia presença forte da Gendarmeria . Os embates iniciaram por volta do meio-dia. As forças de segurança respondiam com balas de borracha, enquanto os manifestantes atiravam rochas e garrafas. Alguns dos que queixar-se estavam encapuzados. Segundo a polícia, dez oficiais saíram feridos.

No conjunto o efeito foi menor do que na semana passada, apesar de as cenas de violência terem sido fortes. Uma das razões foi o fato de uma juíza da capital ter sediado o pedido de um deputado kirchnerista de que os oficiais fossem impedidos de atuar na repressão com armas de fogo.

REFORMA DE PENSÕES

Enquanto isso, do lado de dentro, os deputados da coalizão governista Cambiemos alcançaram o quórum para instalar o debate, junto a partidos aliados. Só depois disso, entraram no recinto os esquerdistas e os kirchneristas, que tentavam, com sua ausência, inviabilizar a sessão. Ao ver que não foi possível, se integraram a ela, mas alegam que vão votar contra a nova lei.

Espera-se que o debate e um provável começo da eleição dos projetos de lei entrem madrugada adentro.

A reforma que o governo pretende é a do sistema como se calcula o reajuste de aposentadorias, pensões e o valor da “Assignação Universal Por Filho”, uma espécie de “Bolsa Família” local, instituída durante o kirchnerismo.

Ao todo, 17 milhões de argentinos recebem atualmente essa vantagem e o novo cálculo afetaria eles. Hoje, ele é feito por meio de um conjunto de índices, de modo semestral.

A proposta do governo é que seja baseado somente na inflação, e que seja trimestral. Isso vai fazer com que os ganhos desses beneficiados reduzam. O governo, porém, defende que a medida de diminuição do gasto social é necessária para que o país volte a aumentar.

A coalizão Cambiemos busca capitalizar o êxito que teve nas urnas em 22 de outubro e aprovar as reformas o mais rápido possível.

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Argentina

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em meio a greve geral, Argentina recomeça discussão sobre nova Previdência
>>>>>Protestos antecedem votação de pacote de reformas na Argentina – December 14, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>Argentinos protestam contra avanço da reforma da previdência no Congresso – December 14, 2017 (EfeGeneric)
>>>>>Sindicatos ameaçam greve se decreto da reforma da previdência for aprovado – December 15, 2017 (EfeGeneric)

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