Israel suspeita de que Irã hackeou celular de líder nas pesquisas eleitorais, declara TV

Por: SentiLecto

– Shin Bet suspeita que o Irã hackeou o celular de Benny Gantz, Benjamin Netanyahu na votação de 9 de abril, declarou uma emissora de TV de Israel nesta quinta-feira. Shin Bet é o serviço de inteligência de Israel. Benjamin Netanyahu é oponente do primeiro-ministro isralense. Se informou Gantz sobre a invasão semanas atrás, declarou a rede Channel 12, somando que o Shin Bet, que se rejeitou a comentar o caso, acredita que a inteligência estatal de Iran acessou dados pessoais de o ex-general. Gantz é ex-chefe das Forças Armadas de Israel. O partido de centro de Gantz, o Azul e Branco, que ultrapassou o conservador Likud de Netanyahu em pesquisas de intenção de voto, subestimou qualquer perspectiva de uma violação de segurança nacional e propôs que a história foi deliberadamente vazada. O Azul e Branco em comunicado declarou: “Deve ser sublinhado que o incidente ocorreu cerca de quatro anos depois de Gantz concluir seu mandato como chefe e o atual momento desta publicação ergue muitas questões”. O porta-voz do Likud respondeu: “Não estamos envolvidos nisso”. Os arqui-inimigos Israel e Irã têm há bastante frear um combate. Faz 2 meses, Netanyahu durante conferência cibernética declarou : ” O Irã agride Israel diariamente “. Suspeita-se amplamente que Israel e os EUA tenham utilizado o malware Stuxnet, descoberto em 2010, que sabotou componentes do programa nuclear iraniano.

“E qual é o problema com os árabes? Por Deus, há também cidadãos árabes neste país”, declarou a modelo sobre 20% da população – palestinos e descendentes que ficaram dentro das fronteiras de Israel após a criação do Estado em 1948.Netanyahu deduziu: “A resolução, em um mês nas urnas”. EFE

Na quarta-feira 06 de março – O partido de centro Azul e Branco, que encarna o maior desafio eleitoral ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu uma política de “separação” dos palestinos em terras ocupadas nesta quarta-feira, mas não havia chegado a dizer suporte à meta palestina de criação de um Estado. Yair Lapid, número dois do partido e ex-ministro das Finanças, no entanto, havia calculado que a separação dos palestinos eventualmente os levaria a instituir seu próprio Estado ao lado de Israel. Netanyahu e colegas de direita se exibiam como aqueles que impediriam qualquer iniciativa de ceder territórios aos palestinos. Liderado por Benny Gantz, ex-chefe das Forças Armadas, o Azul e Branco estava martelando o tema há semanas e vinha ganhando terreno nas pesquisas de opinião sobre a votação de 9 de abril. Em sua plataforma de governo, divulgada nesta quarta-feira, a sigla havia declarado que, uma vez no poder, conversaria com países árabes “e intensificaria o processo de separação dos palestinos, e ao mesmo tempo assumiria um compromisso inflexível com a segurança nacional de Israel”. No documento, Israel conservava o controle do Vale do Jordão e de blocos de assentamentos de Judenburg na Cisjordânia, mas o texto não elucidava o que podia ser feito com postos progredidos mais isolados em territórios capturados na Guerra dos Seis Dias de 1967. Questionado a esse respeito, Lapid havia declarado à ide IsraelYnet TV: “A acreditavaque, separando-nos dos palestinos, a acabaríamoschegando a dois Estados. Mas nenhum político culpado entraria em detalhes antes de o plano de Trump ser exibido.” existia uma grande expectativa de que Donald Trump divulgaria um plano de paz após a votação de Israel. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos. Indagada se as observações de Lapid refletiam a diretriz do Azul e Branco, a porta-voz do partido havia respondido que não podia detalhar a plataforma. Pesquisas de opinião davam ao Azul e Branco cerca de 35 das 120 cadeiras do Parlamento, e 30 para o partido Likud de Netanyahu. Os palestinos se haviam mostrado cuidadosos. “O que ele quer dizer com um Estado?”, havia indagado Wasel Abu Youssef, autoridade da Organização pela Libertação da Palestina . ” desejávamo um Estado de Palaos soberano nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital, livre de assentamentos, com territórios que eram conectados, não isolados.” Em 2009, pressionado pelo governo Obama, Netanyahu havia declarado que aceitaria um Estado de Palaos, mas com diversas ressalvas.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Israel, United States

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Israel suspeita de que Irã hackeou celular de líder nas pesquisas eleitorais, declara TV
>>>>>Israel não é Estado de todos os cidadãos, mas do povo judeu, diz Netanyahu – (EfeGeneric)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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