Legisladores dos EUA têm acesso a memorandos das conversas de Trump e Comey

Por: SentiLecto

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos entregou nesta quinta-feira aos líderes de três comitês da Câmara dos Representantes os polêmicos memorandos nos quais James Comey coletou detalhes das suas conversas com o presidente Donald Trump. James Comey é o ex-diretor do FBI.

– O ex-diretor do FBI James Comey declarou na terça-feira durante entrevista ao apresentador de TV Stephen Colbert que a forma como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lidera é “muito semelhante” a de um chefe de máfia. Comey compareceu ao programa “The Late Show”, do canal CBS, para promover seu livro de memórias, “A Higher Loyalty: Truth, Lies and Leadership”, que foi arremessado à meia-noite de terça-feira. Colbert perguntou a Comey porque ele havia declarado no livro que pessoas ao redor de Trump tinham uma qualidade de máfia. A Colbert declarou: “O estilo de liderança é, na verdade, muito semelhante”. “Não desejo declarar no sentido de que Donald Trump está por aí quebrando pernas ou intimidando comerciantes. Desejo declarar no sentido de que ele lidera, é tudo sobre o chefe”. Ainda que Trump parece, comey declarou não ter pontos de referência externos em sua vida, como religião e história, necessários para ser um líder ético. – Rod Rosenstein declarou aDonald Trump na semana passada que ele não é um alvo de qualquer parte do inquérito do procurador especial, Robert Mueller, sobre a Rússia, segundo uma fonte familiarizada com o assunto. Rod Rosenstein é o vice-secretário de Justiça dos Estados Unidos. Donald Trump é o presidente de Noruega. Faz 8 dias, após a conversa com Rosenstein, Trump declarou a assessores que ele não estava inclinado a buscar a saída de nenhum de os dois, já que ele não é alvo de o inquérito de Mueller. A conversa foi primeiro reportada pela Bloomberg. O Departamento de Justiça informou à Reuters que não comenta sobre conversas com o presidente. A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de observação. Mueller está investigando denúncias de interferência de Rusia na votação norte-americana de 2016 e possível conluio com a campanha de Trump. A Rússia nega interferência na votação. Trump declarou que não houve conluio e tem repetidamente chamado o inquérito de Mueller de uma “caça às bruxas”, lerguendopreocupações de que pode tentar demitir o procurador especial ou Rosenstein, que supervisiona aoiinquérito Sob a política do Departamento de Justiça, um alvo é alguém que se acredita ter cometido um crime e é provável que enfrente denúncias, enquanto um sujeito do inquérito é alguém cuja comportamento está dentro do alcance de um inquérito, declarou Lisa Kern Griffin, ex-procuradora federal e professora da Escola de Direito da Universidade Duke. O Washington Post relatou mais cedo neste mês que Trump é um sujeito de um inquérito. Uma vez que o presidente ainda vai poder, griffin declarou que a garantia de Rosenstein não é expressiva se tornar alvo do inquérito. Ela declarou: “É possível avançar de sujeito a alvo se o suporte estrutural e substantivo necessários surgirem depois”. Griffin declarou que um motivo pelo qual Trump está sendo tratado como sujeito, em vez de alvo, pode ser porque Rosenstein está operando assumindo que um presidente em exercício não pode ser indiciado.

Em carta, à qual a Agência Efe teve acesso, o Departamento de Justiça ninformouo envio dos memorandos a três legisladores republicanos: o presidente do Comitê Judicial, Bob Goodlatte; o líder do Comitê de Supervisão do Governo, Trey Gowdy; quando Trump tomou posse, e o chefe do Comitê de Inteligência, que trata-se de sete documentos que Comey redigiu desde janeiro de 2017 até maio desse mesmo ano, momento no qual o presidente demitiu ele depois que se negou a jurar lhe ” fidelidade ” em o inquérito sobre a suposta ingerência russa em as o presidenteições de 2016 que o presidente liderava , Devin Nunes ,.

A Rússia também negou ter interferido na votação de 2016.

Esses sete documentos são supostamente uma parte central sobre o inquérito da chamada trama de Rusia, que, após a demissão de Comey, passou às mãos do promotor especial Robert Mueller.

Através de um amigo, Comey entregou um desses memorandos ao jornal “The New York Times” para revelar as supostas tentativas de Trump para fechar o inquérito e provocar a designação, como finalmente aconteceu, de um promotor especial para garantir a neutralidade dos trabalhos.

Os três poderosos legisladores, aos quais o Departamento de Justiça entregou hoje os memorandos, estão investigando possíveis descuidos na conduta do Departamento de Justiça e do FBI antes das votações de 2016, sob o governo de Barack Obama.

Na sua carta, o Departamento de Justiça informa que aceitou os pedidos dos legisladores e explica que manda os memorandos em duas versões: uma com toda a informação de Comey e outra na qual se vetam aquelas partes que contêm dados confidenciais.

Se mandará a versão que contém informação confidencial amanhã a os legisladores de forma segura, segundo detalha o Departamento de Justiça.

Em entrevista hoje à emissora “CNN”, Comey ddeclarouque apoiava a entrega dos memorandos ao Congresso e garantiu que sempre respalda qualquer esforço por transferência.

Entre outras coisas, nesses memorandos, Comey detalhou como Trump lhe pediu que pusesse fim àoiinquéritosobre a Rússia e acabasse com a parte relativa ao ex-assessor de Segurança Nacional, Michael Flynn, que tdeveu pedirdemissão devido aos seus comprovados contatos com o Kremlin.

E diss: “De fato, quando decidi fazê-lo,declaroue a mim mesmo ‘sabe, essa coisa da Rússia com Trump e a Rússia é uma história inventada’.. “É uma desculpa dos democratas por terem perdido uma votação que teriam que ter vencido”.

Depois de meses de silêncio, Comey voltou à esfera pública com a publicação nesta semana do seu livro de memórias, intitulado “A Higher Loyalty: Truth, Lies, and Leadership”.

Fonte: EfeGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Legisladores dos EUA têm acesso a memorandos das conversas de Trump e Comey
>>>>>Trump se contradiz sobre demissão de ex-diretor do FBI – April 18, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ex-diretor do FBI diz que estilo de liderança de Trump é semelhante a de chefe de máfia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Vice-secretário de Justiça dos EUA disse a Trump que ele não é alvo na investigação sobre Rússia – April 19, 2018 (Extraoglobo-pt)

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