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México vira rota para centro-americanos que seguem para os EUA

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa

Oito jovens com malas se protegiam do sol sob uma árvore em Ciudad Hidalgo, no México, ao lado da ponte para Tecún Umán, na Guatemala, na tarde de quarta . Quando a reportagem pediu uma entrevista, o silêncio veio. A negativa veio com os olhos arregalados e bocas fechadas.

A Guatemala, oficialmente República da Guatemala, é um país da América Central, restringido a oeste e a norte pelo México, a leste pelo Belize, pelo Golfo das Honduras e pelas Honduras e a sul por El Salvador e pelo Oceano Pacífico.

Na sequência, todos correram ao mesmo tempo e entraram em uma van, aparentemente a comando de um dos homens que buscam passageiros no posto de fronteira para ir à vizinha Tapachula.

Ciudad Hidalgo é a principal porta de entrada dos imigrantes centro-americanos na América do Norte. Com o endurecimento das leis de Mexico, porém, a ponte virou um acesso secundário.

A maioria chega agora em balsas feitas de câmaras de pneus e pallets que aportam à beira do rio Suchiate a menos de um quilômetro dali, por onde passa o contrabando de mercadorias e pessoas.

A legislação mais dura, porém, não impediu que a imigração de cidadãos de Honduras, El Salvador e Guatemala —que padecem com a violência das gangues— aumentasse desde 2013.

Segundo a Comissão Mexicana de Ajuda a Refugiados, o número de pedidos de asilo dos nascidos nos três países centro-americanos passou de 887 quatro anos atrás para 8.051 no ano passado.

A ampliação foi similar nos pedidos aceitos, que foram de 214 para 2.683. O número de cidadãos dos três países expulsos do México também aumentou: 141.990 no ano passado, segundo o Instituto Nacional de Migrações .

Para Francesca Fontanini, diretora de comunicações do Acnur na América Latina, o cerco crescente aos imigrantes nos EUA levou aa ampliação das solicitações de continuidade no México. “Pelas medidas de segurança das autoridades de America, o custo cobrado pelos coiotes [traficantes de pessoas] começou a subir. e agora a maioria não tem condições de pagar para ir aos Estados Unidos.”

Pelo mesmo motivo, declara Fontanini, subiram as deportações do lado mexicano e mudou a situação de um vizinho. “A Guatemala, que sempre foi um país de escapada e tráfego, passou a ser também um de continuidade.”

Apesar disso, a representante do Acnur alega que se registraram diferenças não em o fluxo migratório desde a chegada de Donald Trump em a Casa Branca, em janeiro de este ano.

– A Suprema Corte dos Estados Unidos permitiu nesta terça-feira que o presidente do país, Donald Trump, implemente uma extensa limitação à entrada de refugiados de vários países do mundo nos EUA. A Justiça garantiu um pedido do governo Trump para bloquear a resolução de uma corte de apelações que, de acordo com o Departamento de Justiça, teria permitido a entrada de 24 mil refugiados complementares nos Estados Unidos.

Na quarta-feira 06 de setembro os Estados Unidos irão mandar cerca de 3.500 soldados norte-americanos complementares ao Afeganistão, haviam declarado autoridades norte-americanas nesta quarta-feira, um número em linha com as expectativas, conforme os EUA ampliavam suporte às forças militares afegãs.

Em 2017, os hondurenhos continuam a liderar os pedidos de asilo, mas a Venezuela superou El Salvador e Guatemala.

Os de Venezuela, porém, têm quase 100% de probabilidade de conseguir asilo: Se os rejeitou de os 400 pedidos avaliados por a Comar entre 1º de janeiro de 2016 e 15 de agosto de 2017, só dois .

No caso dos centro-americanos, o percentual de aprovação foi de 58% no fase. Neste ano, as autoridades de Mexico também registraram crescimento das solicitações de haitianos e cubanos.

O CAMINHO

A primeira parte da viagem dos centro-americanos pelo México inicia por Chiapas e Oaxaca, Estados mais afetados pelo sismo de magnitude 8,1 que matou quase cem pessoas no dia 7.

Da fronteira, a maioria progride para o norte ou para a Cidade do México pelas estradas ou pendurados no trem de carga conhecido como “A Besta”, que parte de Arriaga, a 288 quilômetro da fronteira. Se cerca o percurso de blitze. Entre Tapachula e Juchitán, cidade mais afetada pelo sismo, há seis postos do INM e oito bloqueios policiais.

Isso levou ao surgimento no México de práticas habituais do tráfico de pessoas do lado de America. Faz 1 mês, o INM salvou em Veracruz, em o leste de o país, 147 centro-americanos que viajavam em um caminhão-baú, em agosto.

Nem sempre a reação dos mexicanos aos vizinhos é solidária, embora eles sejam os principais prejudicados com as limitações migratórias e o muro que Trump pretende construir na fronteira.

– Enquanto busca enfrentar a crise da Venezuela, donald Trump convidou três líderes sul-americanos para jantar com ele na semana que vem em Nova York e construir pontes com a região após um começo amargo com o vizinho México. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos. A turbulência política e econômica na Venezuela, fonte de 10 por cento do petróleo consumido pelos Estados Unidos, vai estar na agenda quando ele receber os presidentes de Brasil, Peru e Colômbia na Trump Tower na noite de segunda-feira, declararam diplomatas. “Trump precisa mostrar que tem bons amigos na região que compartilham uma agenda positiva com os Estados Unidos, mas não tenho certeza de que ele conseguirá o que deseja”, declarou um diplomata de Brasilde Brasil, que pediu para não ser identificado para poder para falar livremente sobre o tema. Autoridades da Casa Branca confirmaram que Trump jantará com líderes latino-americanos na noite de segunda-feira e que a Venezuela tem que ser o principal tópico da conversa. Cuba também será debatida, segundo uma das autoridades. O jantar com Trump vai ser o primeiro compromisso do presidente Michel Temer na visita aos Estados Unidos para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, informaram à Reuters fontes governistas na segunda-feira. [nL2N1LT008] O Enrique Peña Nieto, que vai deixar a posição após as votações do próximo ano decidiu não parEnrique Peña Nieto, que vai deixar a posição após as votações do próximo ano decidiu não participar. Enrique Peña Nieto, que vai deixar a posição após as votações do próximo ano é presidente do México. Enrique Peña Nieto, que vai deixar a posição após as votações do próximo ano é presidente do México. Trump aborreceu o México, principal parceiro comercial do país na América Latina, ao acusá-lo de roubar empregos dos EUA, ameaçar abandonar o Acordo de Livre Comércio da América do Norte e insistir que os mexicanos paguem por um muro fronteiriço que planeja construir para evitar imigrantes ilegais. Trump não tem grandes iniciativas em curso com outros países da América Latina. Na verdade, dois dos três convidados da segunda-feira – Colômbia e Peru – são membros da Parceria Transpacífico, da qual os Estados Unidos se retiraram pouco depois que ele assumiu a posição. Na quarta-feira, Trump irritou a Colômbia, nação sul-americana com os laços mais próximos de Washington, ao ameaçar colocá-la na lista negra por não conseguirsuspenderraoampliaçãoo da produção de cocaína, cuja maioria acaba sendo vendida nas ruas das cidades norte-americanas. No entanto, a preocupação compartilhada sobre como lidar com a Venezuela, onde pelo menos 125 pessoas foram mortas em quatro meses de manifestações contra o governo socialista, dominará o jantar de segunda-feira, de acordo com o expert em América Latina Michael Shifter. “Trump e sua equipe estão bastante preocupados com a Venezuela e desejam consultar os vizinhos dela, Colômbia e Brasil, e o presidente peruano Pedro Pablo Kuczynski, que assumiu um papel de liderança na questão de Venezuela na região”, declarou Shifter um grupo de políticas com sede em Washington. Shifter é presidente do Inter-American Dialogue. Milhares de venezuelanos entraram na Colômbia e no Brasil, escapando do país produtor de petróleo, que, segundo inimigos do presidente Nicolás Maduro, se tornou uma ditadura. Embora os líderes latino-americanos que vão se encontrar com Trump tenham ampliado a pressão sobre Maduro para libertar prisioneiros políticos e realizar votações gerais, é improvável que aceitem sanções econômicas unilaterais mais duras, defendidas pelo presidente dos EUA. O diplomata de Brasil declarou: “A Colômbia e o Brasil preferem uma solução negociada para a crise e não sanções econômicas que prejudicam o povo de Venezuela mais do que o governo”. Um estrondoso ruído fez com que um diplomata dos Estados Unidos saltasse da cama durante sua hospedagem em um hotel de Havana. Bastou alguns instantes para que o barulho cessasse por inteiro, e reaparecesse outra vez ainda mais intenso. Pouco depois veio a perda auditiva e problemas para falar, sintomas similares aos exibidos por outros atingidos — ao menos 21 estadunidense em um mistério internacional que se desenrola em Cuba. Novos detalhes do inquérito lançado pelos EUA mencionam que alguns dos incidentes ocorreram em espaços específicos, o que confunde os estadunidense. Faz 1 mês, apesar de os sintomas terem, a Casa Branca admitiu os primeiros casos sido relatados há nove meses.

A Folha presenciou um taxista xingar dois centro-americanos na rodoviária de Tuxtla Gutiérrez, em Chiapas. “Vocês deveriam viajar até a fronteira para serem deportados de vez”, disse. Por outro lado, habitantes de Ixtepec, em Oaxaca, agradeceram o grupo de estrangeiros que desceu do trem para auxiliar na recuperação das casas arruinadas pelo sismo.

Na Casa do Imigrante de Tapachula, hondurenhos, salvadorenhos e guatemaltecos declararam que o objetivo é conseguir o visto no México ou nos EUA e trabalhar.

Gilberto Uzmán, 35, escapou de Sesuntepeque, El Salvador, após ser surrado por uma gangue por soltar fogos.

As ladrinhas pediram US$ 1.500 para conservar sua vida.Declarou: “O que mais me dói é que foi por uma coisa besta”. “Me declararam que eu teria que sair já, corri para casa, peguei uma calça, e pedi a um amigo que me levasse à rodoviária.”

Já o hondurenho César Antonio Paza, 36, divertia os colegas com suas imitações de animais. É um veterano de travessia: tentava pela quarta vez chegar aos EUA, apesar de ser esquizofrênico. A primeira foi aos 15 anos.

Fonte: FolhaGeneric

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: Mexico, United States, Micronesia, Guatemala

Cities: Mexico, Veracruz, Uman, Tapachula, Oaxaca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>México vira rota para centro-americanos que seguem para os EUA
>>>>>Suprema Corte dos EUA bloqueia decisão que limitou restrição a refugiados de Trump – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Trump vai se reunir com Temer e outros presidentes sul-americanos de olho na Venezuela – (Extraoglobo-pt)
>>>>>EUA investigam perda de audição e outros problemas em seus diplomatas em Cuba – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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