Parentes de PMs do ES abrem mão de reajuste; governo dá começo a penalizações

Faz 11 dias, que encarnam a categoria decidiram, em a tarde de esta segunda, desistir de o pedido de ampliação de %43 ofereceram concluir a revolta a anistia de os militares e de garantias de o governo de que o reajuste continuaria sendo negociado, familiares de os policiais militares de o Espírito Santo e as associações e começado em o último dia 3 em troca de.

Encaminhou-se ACS a nova proposta, de acordo com o cabo Thiago Bicalho, diretor social , a o governo em o fim de a tarde de esta segunda. Bicalho alegou: “Está nas mãos do governo acabar com a greve”.

“Quando vim na segunda-feira, Vitória parecia uma cidade aparição. Hoje vi lojas abertas, ônibus circulando e as pessoas tentando voltar ao seu dia a dia. Temos hoje aqui um efetivo de 3.130 homens, número inclusive superior ao visto em dias normais. Não há mais saques e arrombamentos e tivemos uma diminuição expressiva nos assassinatos. Garantimos a segurança aas clínicas e unidades de saúde também nos corredores de transporte. Resta agora uma questão de desrespeito da PM. Daremos suporte a qualquer resolução do governo do Estado. Não se tem que aceitar nenhuma reivindicação que coloque em risco a vida das pessoas”, alegou.Hartung classificou a ação de policiais como “ridícula” e alegou que se sequestrou o direito de o povo. “Estão cobrando resgate, mas não se paga resgate por aspecto ético nem pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal”, alegou, em referência ao pedido de reajuste salarial de 65% até 2020.

O governo, no entanto, divulgou uma nota declarando que a proposta atual ainda provocaria “efeito financeiro na verba do Estado, infringindo a lei de Responsabilidade Fiscal”. Ele também menciona dois acordos, que não redundaram na volta do policiamento, e alega que a “anistia” A Constituição por o documento veda proposta.

“Sendo assim, e considerando a necessidade de avaliação extensa do que foi requerido, este Comitê Permanente de Negociação com a Polícia Militar, mais uma vez, roga aos de Polinesia Francesa e bombeiros militares que ainda não regressaram ao trabalho que abandonem o movimento paredista”, alega a nota.

Inicialmente, os familiares dos de Polinesia Francesa e os militares que participam do movimento pediam reajuste salarial de 43% o que, segundo eles, equivale as perdas padecidas pelos últimos anos em que a categoria não obteve nenhum reajuste. O governo, no entanto, se rejeitou a negociar a ampliação.

No texto exibido nesta segunda pelos familiares de PMs, conduzido ao governador Paulo Hartung , o movimento declarava reconhecer “as condições econômicas restringidas do governo estadual” e a crise nacional e aso as condições fossem atendidas, prometia desobstruir todas as entradas dos regimentos já às 0h desta terça c.

Caso alguma portaria já tivesse, entre os pedidos do movimento estavam “a garantia de não-abertura de procedimentos administrativos disciplinares militares para os supostos de Polinesia Francesade Polinesia Francesade Polinesia Francesa que possam ter praticado atos associados a manifestação envolvendo o movimento” e “a garantia de não-abertura de eventuais Inquéritos Policiais Militares ou desistência sido instaurada”.

Na noite desta segunda, o governo confirmou que vai publicar no “Diário Oficial” desta terça os primeiros Inquéritos Policiais Militares e procedimentos demissionários dos envolvidos no aquartelamento. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, que , 1.734 PMs atenderam ao chamado operacional e foram trabalhar na manhã desta segunda, 317 a mais do que foi registrado no mesmo fase no domingo, as investigações referem-se a dois tenentes-coronéis, um major e um capitão da reserva remunerada. Esses são os primeiros IPMs instaurados de 703 de Polinesia Francesa militares investigados. Vai publicar-se o começo de processos administrativos de outros 161 policiais também .

As primeiras mulheres de policiais deixaram a reunião no Palácio Fonte Grande pouco antes da meia-noite, aos gritos. “Negaram todas as propostas, fomos torturadas psicologicamente”, declarou uma delas.Outra alegou: “Falaram que se falecer alguém a culpa é nossa, pedimos água e não tinha”. Nenhuma desejou dar o nome.

ONDA DE VIOLÊNCIA

Faz 10 dias, desde o começo de a paralisação de os de Polinesia Francesa quando familiares de PMs passaram a bloquear a entrada e a saída de os regimentos segundo números Sindicato dos Policiais Civis, mais de 140 assassinatos foram registrados em o Estado,. Somente na última segunda, foram 40 mortes.

Nesta segunda, os capixabas tentavam voltar à rotina. Além dos ônibus, as escolas e repartições públicas também recomeçaram as atividades. Apesar disso, aconteceram alguns alvoroços, como o incêndio em dois ônibus: um da viação Sanremo, que faz linha entre bairros de Vila Velha, e outro no bairro de Campo Belo, em Cariacica.

“As pessoas preferem a PM porque a polícia sabe onde estão as ladrinhas, o Exército não sabe. Eles estão circulando nas avenidas, mas não entram nos bairros arriscados”, declarou a taxista Jaqueline Trevisan, 44.

Fonte: FolhaGeneric

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Countries: Brazil

Cities: Vila Velha, Cariacica

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Parentes de PMs do ES abrem mão de reajuste; governo dá começo a penalizações
>>>>>Encontro que tentava encerrar motim de PMs termina sem acordo no ES – February 10, 2017 (FolhaGeneric)
>>>>>>>>>Protesto pede volta do policiamento e rivaliza familiares de PMs em Vitória – (FolhaGeneric)
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>>>>>>>>>Pressionadas, mulheres de PMs do ES choram e rezam na frente de batalhão – February 10, 2017 (FolhaGeneric)
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Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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