A servidores, Pezão declara que não há previsão para pagar atrasados e que continuidade no governo é dúvida

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Montagem Lava Jato

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, alegou nesta quinta-feira que a única solução para o Rio é o acordo de ajuste fiscal e declarou que não há previsão de quando pagará os salários atrasados, segundo os representantes de servidores recebidos em reunião no Palácio Guanabara., que teria alegado, inclusive, que, sua continuidade até o fim do mandato é dúvida,, caso o estado não consiga sair da crise atual Os rendimentos de abril, maio e o décimo terceiro de 2016 estão pendentes, se os convidou, os planos de carreira estão congelados e aprovados em concursos não . Esse apesar de o Rio permanecer em um estado de tragédia há um ano, é o primeiro encontro de Pezão com os servidores desde novembro de 2015.

Segundo o Estado, os depósitos serão feitos mesmo após o fechamento do expediente bancário. Na última segunda-feira, foram depositados R$ 300. Na última sexta-feira, quem não recebeu abril recebeu, também, R$ 700. Faz 2 meses, com isso, o Rio pagou, no total, R $ 1.450 de o salário Os que recebem além deste valor seguem com o vencimento em atraso.

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America Airlines declara que Qatar Airways tem interesse em adquiri participação de 10%

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Qatar Airways Cargo

– A American Airlines, que também observou que a lei restringe a participação estrangeira em companhias dos EUA a 24,9 por cento das ações com direto de voto, declarou na quinta-feira que a Qatar Airways demonstrou interesse em adquiri uma participação de 10 por cento na maior aérea dos Estados Unidos, por um valor de pelo menos 808 milhões de dólares. A Qatar Airways é a empresa aérea estatal do país da Golfo Pérsico. A notícia surge somente algumas semanas depois que engoliu-se o Catar em uma disputa diplomática com a vizinha Arábia Saudita, o que levou outras nações, incluindo o Egito, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein a cortar os laços com Doha. A Qatar Airways mencionou que adquiriria a participação no mercado aberto, informou a American Airlines em comunicado ao mercado. A American elucidou que o seu certificado de anexação proíbe que alguém compre 4,75 por cento ou mais em ações em circulação da companhia sem a aprovação prévia do conselho, após um pedido por escrito. O conselho da companhia não recebeu nenhum pedido por escrito da Qatar Airways, adicionou a American.

— A empresa vai continuar com seus planos de expansão, incluindo a adição de 24 novos destinos — contou.A Qatar Airways divulgou na manhã deste domingo um anúncio no canal de vídeos online YouTube, em que defende que o céu é um espaço que não tem que ter fronteiras, somente horizontes.“Viajar vai ultrapassa fronteiras e preconceitos”, defende a propaganda, em resposta ao encerramento do espaço aéreo e das fronteiras terrestres e marítimas.

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Cielo estrutura FDIC para captar recursos em oferta pública com esforços restritos

Por: SentiLecto

– A Cielo, que elucidou, ainda, que não pretende ser a única cotista do fundo e tem que procurar investidores profissionais para subscrição das cotas, está estudando opções para operações de antecipação de recebíveis e estruturando um fundo de investimento em direitos creditórios para captar recursos no mercado, informou a companhia de meios de pagamentos em comunicado nesta quinta-feira. A companhia planeja uma oferta pública com esforços restritos de colocação das cotas do FIDC, que segundo a nota, terá que ser o principal veículo para operações de antecipação de recebíveis. Na véspera, o jornal O Estado de S. Paulo noticiou em sua Coluna do Broadcast que a Cielo estava consultando investidores para arremessar novo FIDC de até 5 bilhões de reais, dos quais 3 bilhões de reais ficariam com a companhia e 2 bilhões de reais com investidores profissionais.

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Nações da OEA não alcançam consenso para declaração de condenação à Venezuela

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

CANCÚN, México – A Organização dos Estados Americanos não conseguiu emitir uma declaração formal condenando o governo da Venezuela pela forma como está tratando da crise política e econômica no país, apesar de um esforço de última hora do México e dos Estados Unidos na noite de quarta-feira.

Mas países-membros, inclusive o México, se comprometeram a insistir no tema até que a crise na Venezuela, onde ao menos 75 pessoas faleceram em mais de dois meses de protestos, seja resolvida tranquilamente.

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BC vê inflação menor em 2017 e 2018, mas sinaliza de novo que tem que cortar menos os juros

Por: SentiLecto

– O Banco Central diminuiu suas previsões sobre inflação neste ano e no próximo, mas reafirmou que a diminuição moderada do ritmo de corte na Selic deve se mostrar adaptada diante do cenário de incerteza que envolve a economia, em meio à intensa crise política que enfrenta o governo do presidente Michel Temer. Faz 1 mês, que cortou a Selic em 1 ponto percentual que iniciou em outubro passou a ver a alta de o IPCA em 3,8 por cento em 2017 em 2018 por o cenário de mercado sobre 4 e 4,6 por cento vistos em o comunicado de a última reunião de o Comitê de Política Monetária, de maio e em 4,5 por cento,, segundo Relatório Trimestral de Inflação divulgado em esta quinta-feira o BC a 10,25 por cento a o ano ciclo de afrouxamento passado. Faz 11 meses, o BC escreveu : ” Em função do cenário básico e de o balanço de riscos avaliados em sua última reunião, o Copom compreendeu que uma diminuição moderada de o ritmo de flexibilização monetária em relação a o ritmo adotado em aquela ocasião deveria se “. No relatório, reafirmou que o ritmo de flexibilização daqui para frente continuará dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação. E adicionou: “O Copom reitera sua preferência por explicitar condicionalidades sobre a evolução da política monetária, o que melhor transmite a racionalidade econômica que guia suas resoluções”. Para analistas, o BC continuou assinalando que deve cortar menos a taxa básica de juros daqui para frente, em meio à crise política, mas a manutenção do ritmo de diminuição de 1 ponto não estava totalmente descartada. “A crise possivelmente gera conseqüência desinflacionários, mas isso não implica ampliar osRoberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho com a Selic fechando o ano em 9 por cento. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. Roberto Padovani, que calcula diminuição de 0,75 ponto nos juros em julho é o economista-chefe da corretora Votorantim. No relatório, a autoridade monetária repetiu a mensagem da ampliação das incertezas diante da crise política, e reiterou que o resultado líquido desse quadro pode ser tanto desinflacionário, em função do efeito negativo sobre a atividade econômica, quanto inflacionário, com mudanças na formação de custos e sobre as estimativas da taxa de juros estrutural. “Existe também a chance de os conseqüência e a trajetória prospectiva de a inflação forem compensadas não ser impactada. Não há, portanto, relação direta e mecânica entre a ampliação de incerteza e a política monetária”, reforçou. Faz 11 meses, em o mercado de juros futuros, as apostas majoritárias continuavam em corte de 0,75 ponto em a Selic, segundo dados de a Reuters. A inflação vem mostrando sinais favoráveis, com o IPCA adicionando nos 12 meses até maio alta de 3,60 por cento, bem abaixo do centro da meta de inflação de 4,5 por cento para este ano e o próximo, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. No documento, o BC também calculou inflação em torno de 4,3 por cento nos 12 meses até o segundo trimestre de 2019. A equipe econômica deseja diminuir a meta de inflação para 2019, resolução que vai tomar na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional , na semana que vem. A ideia é cortar o centro da meta, estabelecido em 4,5 por cento desde 2005, para algo entre 4 e 4,25 por cento. O BC também conservou sua perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto neste ano a 0,5 por cento, justificando que colocou na balança resultados favoráveis de indicadores de atividade recentes que, se conservados, levariam a uma revisão de alta, mas também ao maior ambiente de incertezas, que pode ter conseqüência negativo sobre a economia.

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