Comcast, Verizon e Sony entram na disputa por fatia da Fox

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Sony logo

Depois da iniciativa frustrada da Walt Disney Company, chegou a vez de outras três gigantes do setor tentarem abocanhar parte da Twenty-First Century Fox. Segundo fontes escutadas pelo jornalismo de America, Comcast, Verizon e Sony provaram interesse pelo grupo de mídia e entretenimento de Rupert Murdoch. As conversas, no entanto, ainda estão em estágios iniciais.

– Os índices acionários europeus fecharam em queda nesta sexta-feira com resultados decepcionantes de companhias e rebaixamentos por corretoras pressionando o mercado, concluindo a segunda semana seguida de queda. Enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,29 por cento, o índice FTSEurofirst 300 caiu 0,29 por cento, a 1.509 pontos , a 384 pontos. Uma vez que os investidores realizaram lucros após um ano forte, o STOXX registrou a segunda queda semanal consecutiva. Depois que o terceiro maior grupo de abastecimento de refeições da Europa cortou sua previsão de lucro, a Elior caiu 18,2 por cento. As ações da Fresenius SE, Greene King, Just Eat, United Utilities e H&M caíram mais de dois por cento após terem sido rebaixadas por corretoras. A Sky subiu 4,1 por cento após as notícias de que a Comcast e Verizon demonstraram interesse em comprar uma parte expressiva dos ativos da Twenty-First Century Fox, de Rupert Murdoch. Já grupo de mídia Vivendi subiu 4,4 por cento e reverteu a fraqueza de mais cedo, com os investidores digerindo a atualização dos resultados do conglomerado de mídia de Francia. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,08 por cento, a 7.380 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,41 por cento, a 12.993 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,32 por cento, a 5.319 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,51 por cento, a 22.092 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,78 por cento, a 10.010 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,25 por cento, a 5.258 pontos.

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Governo libera R$7,5 bi do Orçamento de 2017; quase R$600 mi vão para emendas parlamentares

Por: SentiLecto

– O governo descongelou 7,516 bilhões de reais do Orçamento de 2017, após aumentar as receitas esperadas com concessões, precatórios e arrecadação, mostrou o relatório de receitas e despesas do 5º bimestre divulgado nesta sexta-feira. Desse total, 593,45 milhões de reais serão utilizados para emendas parlamentares, em meio ao esforço do presidente Michel Temer para reorganizar sua base no Congresso Nacional e destravar a eleição de importantes pautas para as contas públicas, incluindo a reforma da Previdência. “Não cabe ao governo liberar emendas, cabe ao governo satisfazer “, alegou a jornalistas o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, adicionando que a legislação manda que os descontingenciamentos sejam proporcionais para todas as despesas calculadas. No documento, os ministérios da Fazenda e do Planejamento aumentaram a receita primária total em 7,252 bilhões de reais no ano, a 1,380 trilhão de reais. Aumentou-se a receita líquida de a União descontadas as transferências devidas a Estados e municípios, em 4,977 bilhões de reais, a 1,150 trilhão de reais. A principal contribuição nesse sentido veio dos 4,764 bilhões de reais a mais na receita gerenciar calculada para o ano por conta da revisão na inflação e do Produto Interno Bruto nominal. Também pesaram a favor o acréscimo de 2,620 bilhões de reais na receita com concessões após valores que superaram estimativas em leilões de hidrelétricas e de petróleo, e de outros 2,711 bilhões de reais a mais com devolução de precatórios, incorporados depois de informações fornecidas pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. O ministro alegou: “Não há nenhuma outra expectativa de receitas extraordinárias para 2017″. Por outro lado, o governo reduziu em 1,270 bilhão de reais a receita esperada com o Refis após Temer ter sancionado versão aprovada no Congresso Nacional com condições mais benevolentes para os contribuintes. O Refis é programa de regularização tributária. As despesas primárias totais, por sua vez, foram diminuídas em 2,539 bilhões de reais, a 1,301 trilhão de reais em 2017. Os principais destaques ficaram com o menor valor estimado com gastos com seguro desemprego e abono salarial e com subvenções, subsidiozitos e Proagro . O governo continuou esperando progressão do Produto Interno Bruto de 0,5 por cento em 2017, mas Faz 2 meses, reduziu sua conta para a alta de o IPCA a 3,2 por cento, sobre 3,5 por cento em o relatório anterior, divulgado. Com o movimento, o contingenciamento total no ano caiu a cerca de 24,6 bilhões de reais, sobre 32,1 bilhões de reais, soma vista pelo governo como necessário para garantir o cumprimento da meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central .

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Volkswagen aprova plano de US$40 bi para progredir em carros elétricos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Volkswagen polo 1990

A Volkswagen aprovou nesta sexta-feira um plano de investimento de 34 bilhões de euros para agilizar esforços para se tornar um líder mundial em carros elétricos.

A Volkswagen é uma companhia de Alemaniade Alemania que pertence ao Grupo Volkswagen.

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EXCLUSIVO-Coreia do Norte descarta negociações sobre armas nucleares

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hamhung Beach (14327190016)

Enquanto exercícios militares conjuntos entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul continuarem, a Coreia do Norte descartou nesta sexta-feira a chance de negociações com Washington, e declarou que o programa de armas atômicas de Pyongyang vai permanecer como uma dissuasão a uma ameaça nuclear dos EUA.

Choo a um centro de estudos washingtoniano declarou: “O presidente Trump frequentemente sublinha que ele coloca todas as alternativas sob a mesa”. “Nós desejamo garantir que essa alternativa de outro combate não seja colocada sobre a mesa. Sob nenhuma circunstância o governo dos EUA deve progredir e buscar uma alternativa militar sem a aprovação da Coreia do Sul”.

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Grupo que procura trabalho há pelo menos dois anos mais do que dobrou desde o começo da crise

Por: SentiLecto

Mais de um quinto dos desempregados está procurando trabalho há pelo menos dois anos no Brasil. É o que mostra a pesquisa Pnad Contínua, referente aos dados do terceiro trimestre de 2017, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira. Esse grupo aumentou 2 pontos percentuais em um ano. Em relação ao fase anterior à recessão econômica mais recente, a parcela de desempregados que procura emprego por dois anos ou mais pulou de 1,16 milhão no terceiro trimestre de 2014 para 2,84 milhões no terceiro trimestre de 2017, alta de 145%.

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