Por: SentiLecto

O presidente Jair Bolsonaro declarou que vai vetar a prorrogação da ajudinha emergencial motivada pela pandemia do novo coronavírus se o Congresso fixar o valor das duas parcelas complementares prometidas pelo governo em R$ 600, em vez dos R$ 300 sugeridos pelo Executivo. Atualmente, Rodrigo Maia defende que o valor das duas parcelas complementares seja de R$ 600. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.

– Na Câmara, por exemplo… suporemos que chegue uma proposta de duas de R$ 300. Se a Câmara desejar passar para R$ 400, R$ 500 ou R$ 600. Qual será a resolução minha? Pra que o Brasil não quebre… se a gente pagar mais duas de R$ 600, teremos uma dívida cada vez mais impagável. É o veto – alegou Bolsonaro.

O governo trabalhadores informais , desempregados e famílias mais afetadas por a enfermidade instituiu a ajudinha emergencial a em o começo de a pandemia. Inicialmente, a previsão era de que os beneficiários recebessem até três parcelas no valor de R$ 600. Com o prolongamento da epidemia, a equipe econômica refez seus cálculos e calcula o pagamento de mais duas parcelas, mas no valor de R$ 300.

Na prática, serão três calendários: um destinado ao pagamento para os beneficiários do Bolsa Família; outro com as datas do crédito em conta digital para os informais; e o último com a autorização do saque dos recursos em espécie ou transferência para outras contas na Caixa ou em outros bancos, de acordo com o mês de aniversário. O programa deve se estender até julho.

Na quinta-feira 21 de maio Rodrigo Maia declarou que já há parlamentares estudando uma maneira de prorrogar a ajudinha emergencial de R$ 600 aprovado pelo Congresso. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados. Maia compreendia que a vantagem concedida por três meses a trabalhadores informais podia não ser suficiente diante da pandemia do coronavírus. Ainda que deputados estavam analisando o aumento de outras medidas já tomadas pelo governo, o presidente da Câmara reforçou.

Segundo Bolsonaro, se o governo pagar mais duas parcelas de R$ 600 cada uma, isso geraria uma despesa extra no valor de R$ 100 bilhões. O presidente declarou que o país precisa ficar atencioso ao ampliação das despesas para evitar uma subida da taxa Selic.

Na sua vez, após mais de 70 dias de promessa, o governo pagou a primeira parcela da ajudinha de estados e municípios nesta terça-feira. O montate de R$ 15 bilhões foi pago aos 26 estados mais distrito federal, além de municípios. Somente cinco cidades não receberam a assistência financeira, por não terem mandado dados necessários ao Tesouro Nacional.Mesmo com a pandemia de Covid-19, o Congresso Nacional tem que volar a tratar da agenda de ajuste fiscal do governo federal, incluindo a reforma administrativa. Alguns pontos que devem ser mexidos no funcionalismo público são: fim do avanço automático, salário de entrada menor, maior pausa de tempo para promoções e fim da estabilidade para algumas carreiras.

– Se nós não tivermos cuidado, a Selic pode subir, volta a ser o paraíso dos rentistas, o Brasil, o que a gente chama de agiotagem legalizada. A taxa de juros sobe, e cada vez mais o que nós produzirmos de riqueza vai pra pagar juros da dívida. Ou seja, e a desgraça vem aí. Não tem pra ninguém, se o Brasil quebrar, pessoal. Não tem pra ninguém – declarou Bolsonaro.

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Apesar da proposta de prorrogar por mais dois meses o ajudinha emergencial, o valor da vantagem já é motivo de fricção entre Bolsonaro e Maia. Em entrevista concedida na semana passada, Rodrigo Maia defendeu que o governo conservasse o valor de R$ 600 nas próximas duas parcelas.

– Se tivermos um programa para reduzi o salário do parlamentar, a metade, grande parte do salário desses parlamentares ser utilizado para pagar isso aí, tudo bem – declarou Bolsonaro

O crédito na conta digital permite às pessoas pagar algumas contas e fazer compras pelo aplicativo do celular, via cartão de débito virtual ou QR Code.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ajudinha emergencial: Bolsonaro declara que se Congresso fixar valor em R, vetará prorrogação$ 600
>>>>>Quarta e quinta parcelas do auxílio emergencial serão de R$ 300: terceira, a R$ 600, começa no dia 17 e se estende até julho – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governo paga primeira parcela do socorro a estados e municípios, de R$ 15 bi – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Reforma administrativa deve voltar à pauta do Congresso com foco no ajuste fiscal – (Extraoglobo-pt)

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