Por: SentiLecto

– O Brasil registrou nesta quinta-feira um novo recorde diário de casos confirmados de coronavírus, com 26.417 infecções informadas em 24 horas, o que aumenta o total no país para 438.238, informou o Ministério da Saúde. Em relação ao número de mortes em decorrência da Covid-19, foram relatados 1.156 novos óbitos, com a marca total atingindo 26.754. O número fica levemente abaixo do recorde diário de óbitos, registrado em 21 de maio, de 1.188 óbitos. A máxima diária anterior para os registros de casos era de 22 de maio, quando foram contabilizadas 20.803 infecções. O Brasil é o segundo país com maior número de casos de coronavírus no mundo, atrás somente dos Estados Unidos, que têm 1.706.230 infecções confirmadas, de acordo com uma contagem da Reuters. Os norte-americanos já superaram a marca de 100 mil mortes em decorrência da enfermidade. Uma vez que os EUA têm visto uma diminuição neste número, atualmente o Brasil, que nesta quinta, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA registrou 19.680 novos casos em 24 horas, é o país que registra diariamente o maior número de casos de Covid-19 no mundo. Em relação a óbitos, os EUA registraram mais 1.415 nesta quinta-feira. A divulgação diária dos números da Covid-19 no Brasil pelo Ministério da Saúde não menciona que as infecções e óbitos tenham necessariamente acontecido nas últimas 24 horas, mas se introduziram os registros sim que em o sistema em o fase. Pelo segundo dia seguido, o ministério não realizou entrevista coletiva nesta quinta-feira para comentar a crise do coronavírus no país. De acordo com os número da pasta, São Paulo continua sendo o Estado mais afetado pela enfermidade no Brasil, com 95.865 casos –alta de 6.382 na comparação diária– e 6.980 mortes, progressão de 268 em 24 horas. Após o governador João Doria anunciar na véspera uma «retomada consciente» da economia em São Paulo, com um afrouxamento gradual do isolamento, o prefeito da capital paulista, Bruno Covas , alegou nesta quinta-feira que a maior cidade do país continua em quarentena e só vai reabrir o comércio mediante protocolos de saúde. [nL1N2D920T] [nL1N2DA1LT] Na sequência da contagem por Estados realizada pelo Ministério da Saúde estão o Rio de Janeiro, com 44.886 casos e 4.856 mortes, e o Ceará, que tem 37.821 infecções confirmadas e 2.733 óbitos. Enquanto 233.880 estão em acompanhamento, ainda de acordo com a pasta, 177.604 pacientes se recuperaram da Covid-19 no Brasil. A taxa de letalidade da enfermidade no país é de 6,1%. Veja um gráfico de casos pelo mundo: https://graphics.reuters.com/CHINA-HEALTH-MAP/0100B59S43G/index.html

«A estratégia de testagem está sendo concluída com a anexação de uma nova estratégia, de monitoramento dos contatos. Não basta somente a gente testar em massa, a gente deve testar e comportar-se com inteligência», alegou.Apesar de ser o segundo país do mundo com mais casos confirmados da Covid-19, depois somente dos Estados Unidos, o Brasil fica atrás de vários países em termos de testes realizados. Os laboratórios certificados da Alemanha, por exemplo, tinham habilidade de analisar cerca de 838 mil testes por semana em meados de maio.- A economia brasileira possivelmente encolheu 1,5% no primeiro trimestre, afetada pelo choque inicial da pandemia de coronavírus e mencionando o que terá que ser uma recessão histórica, mostrou pesquisa da Reuters nesta segunda-feira. Se confirmado, o trimestre de janeiro a março vai ser o pior desde o segundo trimestre de 2015 , aumentando as pressões sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro para lidar com os conseqüência da crise de saúde em uma economia que já mostra obstáculos. Os dados do Produto Interno Bruto a serem divulgados na sexta-feira devem mostrar recuo de 1,5% no primeiro trimestre em comparação ao trimestre anterior, de acordo com a mediana das estimativas de 38 economistas consultados entre 18 e 22 de maio. As estimativas variaram de quedas de 0,9% a 10%, sendo que essa mais pessimista ficou longe da segunda pior estimativa na pesquisa, de contração de 3,4%. Em termos anuais, a mediana assinalou recuo de 0,4%, o que seria a leitura mais fraca desde o quarto trimestre de 2016. Enquanto os gastos do governo e a balança comercial têm que compensar parcialmente, a contração esperada se deve a queda nos gastos dos consumidores e no investimento privado , de acordo com respostas de questões separadas. O segundo trimestre tem que marcar a pior parte de uma recessão que possivelmente vai ser a mais profunda da história contemporânea brasileiravai durar um ano. Economistas esperam que a atividade econômica tombe 12,7% no fase de abril a junho em termos anuais, a pior performance de todos os tempos. Rafaela Vitoria, economista-chefe do Banco Inter declarou: «A quarentena e as medidas de distanciamento social tiveram um grande efeito nas vendas no varejo e nos serviços, com quedas de até 30% em alguns setores em abril e maio». Em uma indicação de que o governo pode estar menosprezando o escopo do Covid-19, a pesquisa calcula uma contração de 6,3% do PIB em 2020 –contra projeção oficial de queda de 4,7%. A economia deve se recuperar em 2021, com crescimento de 3,5%. Ainda assim, economistas permanecem cuidadosos. Alexandre Lohmann, analista da GO Associados realçou: «Como a curva de novos casos de Covid-19 no Brasil está mostrando poucos sinais de desaceleração, existe um viés de baixa em nossas estimativas para ambos os anos». Na semana passada, o Brasil ultrapassou a Rússia e se tornou o segundo país com maior número de casos confirmados de Covid-19 no mundo, atrás somente dos Estados Unidos. Dos 21 economistas que responderam a uma questão diferente, 14 mostraram-se divididos sobre verem risco «bastante baixo» ou «baixo» de que a recessão se estenda para 2021. Seis declararam que o risco é «alto» e outro declarou ser «bastante alto». Felipe Sichel, estrategista do Banco Modal declarou: «A maior questão continua sendo quão comprometidos o presidente e o Congresso serão com reformas estruturais diante dos desafios econômicos e sociais exibidos pela pandemia». – A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, alegou nesta segunda-feira que não vai haver mudança nas orientações do governo emitidas na última semana sobre a uso precoce da cloroquina em pacientes com Covid-19 por enquanto, a despeito do cancelamento de estudos por questões de segurança. A Organização Mundial da Saúde anunciou mais cedo nesta segunda a suspensão dos testes com a cloroquina e a hidroxicloroquina, remédios para malária, em pacientes com Covid-19 em razão de questões de segurança. Tomou-se a medida após estudo publicado em a revista médica The Lancet mostrar que os remédios estão ligados a a ampliação de o risco de morte em pacientes com a enfermidade respiratória provocada por o novo coronavírus. Apesar da resolução da OMS, a secretária do Ministério da Saúde alegou que a pasta tem tranquilidade em relação à nota divulgada na semana passada que aaumentoua recomendação doauutilizaçãoda cloroquina para pacientes no estágio inicial da denfermidade Caso os estudos acompanhados pelo governo mostrem que não há comprovação da efetividade da medicação, ela não descartou mudanças nas diretrizes. Secretária em entrevista coletiva, adicionando ue por enquanto «não vai haver qualquer mudança» da nota divulgada na semana passada. isse: «Estamos bastante tranquilos e bastante calmos em relação à nossa orientação»,.Na última quarta-feira, o Ministério da Saúde atendeu pré-requisito do presidente Jair Bolsoanro e divulgou um novo protocolo aumentando a recomendação da utilização do remédio desde os sintomas iniciais da Covid-19, apesar da ausência de estudos que comprovem a efetividade. A secretária do ministério declarou nesta segunda que a pasta acompanha estudos e pesquisas, e trabalha com banco de informações de 216 protocolos de cloroquina. Também reafirmou que o ministério segue princípios bioéticos, como o da autonomia, e aproveitou para mencionar que a pasta já recomendou a utilização da medicação no passado, contra o vírus da zika. O uso da cloroquina tem ocupado o centro de uma polêmica que redundou, entre outros motivos, na saída de dois ministros da Saúde em menos de um mês: Luiz Henrique Mandetta, e posteriormente, seu substituto, Nelson Teich. SUBNOTIFICAÇÕES Na entrevista desta segunda-feira, Élcio Franco declarou que a matriz de gerenciamento de risco planejada pela pasta para servir como instrumento para os chefes de Executivos locais tomarem resoluções sobre as medidas de distanciamento social tem esbarrado em subnotificações ou informações desatualizadas. Élcio Franco é o secretário-executivo substituto do Ministério da Saúde. Franco explicou que essa matriz de gerenciamento vai levar em conta dados relacionados à saúde, mas também irá considerar aspectos econômicos e também culturais de determinados locais. «É importante que em todas as esferas da gestão pública… haja a inserção de dados de forma atualizada», defendeu o secretário-executivo, argumentando que assim o ministério poderá contar com «uma radiografia do que realmente está ocorrendo». Sobre as clínicas de campanha, Franco alegou que o governo federal não vai ir mais construí-los, depois te ter enfrentado problemas com uma unidade em Goiás. Segundo a Diretora do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e Urgência da Pasta, Adriana Teixeira, o ministério somente orienta a implantação das clínicas, mas Estados e municípios ficam culpados pela resolução de construção. Nesta segunda-feira, o Brasil registrou mais 807 mortes provocadas pelo novo coronavírus, superando o número de óbitos pela Covid-19 divulgado pelos Estados Unidos no fase de 24 horas, e totaliza agora 23.473 vítimas letais da enfermidade respiratória, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Segundo o ministério, o Brasil também teve uma ampliação de 11.687 casos de coronavírus nas últimas 24 horas, chegando a 374.898 casos confirmados — o segundo maior número de casos no mundo, atrás somente dos Estados Unidos.

Na quinta-feira 14 de maio – O Brasil registrou o maior número diário de casos confirmados de coronavírus no país desde o começo da pandemia, com mais 13.944 infecções, o que faz com que o total atinja 202.918, com 13.994 mortes em decorrência da Covid-19, informou o Ministério da Saúde. Em relação ao crescimento diário das mortes por Covid-19, o país informou 844 novos óbitos nas últimas 24 horas — o segundo maior registro diário, atrás somente do recorde de 881 mortes registrado na terça-feira. O recorde anterior para a contagem de novos casos em um único dia era de quarta-feira, quando foram registradas 11.385 infecções. A divulgação diária dos números pelo Ministério da Saúde não mencionava que as infecções e óbitos tenham necessariamente acontecido nas últimas 24 horas, mas se introduziram os registros sim que em o sistema em o fase. O Brasil passou o número de casos de Alemanha e França e se tornou o sexto do mundo com mais casos confirmados de coronavírus, atrás somente de Estados Unidos, Rússia, Espanha, Reino Unido e Itália. O secretário substituto de Vigilância em Saúde do ministério, Eduardo Macário, revelou que o país realizou 500 mil testes moleculares para detecção de enfermidade, sendo que 372.015 tiveram os resultados divulgados — o restante está em processamento. [nL1N2CW2GW] São Paulo continuava sendo o mais afetado pelo coronavírus, com 54.286 casos e 4.315 mortes. Faz 4 meses, em a sequência de a contagem de o ministério vinham o Ceará e o Rio. Embora o Estado do Nordeste tenha mais casos –21.017 ante 19.467 do RJ–, o número de mortes é maior no RJ, que tem 2.247 óbitos, ante 1.413 dos cearenses. Ainda segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tinha 79.470 pacientes recuperados da Covid-19 e 109.446 em acompanhamento. Veja um gráfico com os casos pelo mundo: https://graphics.reuters.com/CHINA-HEALTH-MAP/0100B59S43G/index.html

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: United States, Brazil

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Brasil registra recorde de 26.417 casos de coronavírus no dia e tem mais 1.156 mortes
>>>>>Brasil realiza menos de 10% de testes de Covid-19 entregues ao Ministério da Saúde – (Extraoglobo-pt)
>>>>>PESQUISA-PIB do Brasil deve ter encolhido 1,5% no 1º tri com impacto de coronavírus – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ministério da Saúde diz que por ora não haverá mudança sobre uso de cloroquina – May 25, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Secretários de Saúde questionam protocolo sobre cloroquina e pedem união contra Covid-19 – May 21, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Ministério da Saúde admite problemas em pesquisa de anticorpos do coronavírus – May 18, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Brasil não tem perspectiva no momento de estabilização ou diminuição de Covid-19, diz ministério – May 14, 2020 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>>>>>>>>>Brasil tem novo recorde diário e supera 200 mil casos de coronavírus; 13.993 mortos – (Extraoglobo-pt)
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>>>>>>>>>>>>>Bolsonaro defende cloroquina em ‘guerra’ contra coronavírus mesmo sem comprovação científica – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ministério da Saúde divulga protocolo da cloroquina com assinatura de secretários – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>OMS interrompe ensaio clínico com cloroquina em pacientes com Covid-19 – May 25, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Casos de Covid-19 no mundo atingem máxima diária; OMS expressa preocupação com países mais pobres – May 20, 2020 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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