Por: SentiLecto

– O governo central registrou déficit primário lembre em maio diante do forte efeito da crise com o coronavírus nas contas públicas e o Tesouro Nacional advertiu, em meio a debates políticos sobre a criação de uma renda básica mínima, que não há espaço para novas despesas compulsórias no país sem que haja forte ampliação de impostos. Faz 1 mês, foi de 126,6 bilhões de reais em maio, maior para o mês de a série histórica começada em 1997, conforme dados divulgados segunda-feira o rombo primário de o governo central formado por Tesouro Banco Central e Previdência Social. O dado veio um pouco pior que a projeção de um déficit de 125,9 bilhões de reais, segundo pesquisa Reuters com analistas. Em o lado de as receitas , o diferimento de 29,9 bilhões de reais em o mês afetou principalmente a performance em a arrecadação de impostos. Já no lado das despesas, a realização de gastos ligados ao enfrentamento da crise desencadeada pela disseminação do Covid-19 teve um efeito de 53,4 bilhões de reais no mês, sendo 41,1 bilhões de reais com a ajudinha emergencial. Nos cinco primeiros meses do ano, o rombo nas contas públicas foi de 222,5 bilhões de reais, contra 17,5 bilhões de reais em igual fase de 2019. Em 12 meses, o déficit primário é de 300,5 bilhões de reais, equivalente a 4,14% do PIB . Em nota, o Tesouro declarou que as propostas de criação de programas sociais novos implicariam gastos complementares de 0,7% a 4% do PIB ou mais por ano, em um país que vai sair da crise com um déficit primário projetado para 2021 superior a 150 bilhões de reais . «Há o risco real brasileiro não ter superávit primário, se os cenários mais conservadores de perda de receita se confirmarem até o final do próximo governo», pontuou. «Qualquer criação de uma nova despesa permanente, sem a diminuição de outras despesas, levaria, necessariamente, a uma ampliação da carga tributária em uma conjuntura difícil, na qual o governo central vai precisar recuperar parte da arrecadação perdida depois da forte recessão de 2015-16, sucedida por um fase de três anos de baixo crescimento e, neste ano, outra forte recessão que, segundo o Banco Central, poderá ser de 6,4%», adicionou o Tesouro. O Tesouro realçou ainda que a renovação de qualquer um dos programas já aprovados pode aumentar o déficit primário esperado para o setor público –que inclui dados de Estados, municípios e estatais– para além de 708,7 bilhões de reais , o que levaria o déficit nominal para mais de 15% do PIB. A Secretaria Especial da Fazenda terá que divulgar suas novas projeções para as contas públicas em breve. Os últimos dados ainda levaram em conta uma retração de 4,7% do PIB este ano.

– Faz 2 meses, a dívida pública federal brasileira subiu %2,17 sobre abril, a 4,251 trilhões de reais, divulgou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira. No mesmo fase, a dívida pública mobiliária interna teve progressão de 2,26%, a 4,033 trilhões de reais. Em mensagem, o Tesouro alegou que adaptou sua estratégia de emissão em maio em função das condições de mercado, concentrando as emissões em títulos prefixados, em especial nas LTN, e nos títulos de taxa flutuante . – Mansueto Almeida descartou nesta quarta-feira risco de um calote da dívida pública de Brasil, evidenciando que o investimento mais seguro no país é justamente o que tem a garantia do Tesouro. Mansueto Almeida é o secretário do Tesouro Nacional. «Eu não vejo risco disso porque a dívida do Tesouro tem uma garantia tão grande que, na verdade, a gente garante a dívida de outros Estados brasileiros, dos município brasileiros, e garante a dívida de várias companhias estatais», alegou Mansueto ao ser questionado sobre o risco de investidores em títulos públicos padecerem calote, em live promovida pelo canal de finanças pessoais Me Poupe!. «Muitos investidores de fora só emprestam para um Estado, no Brasil, só emprestam para um estatal, se tiver a garantia do Tesouro. Então eu declararia que o investimento mais seguro neste país é o que está a garantia do Tesouro», complementou. Discorrendo sobre o obstáculo de obtenção de crédito pelas pequenas e médias companhias, Mansueto declarou que a tendência natural das instituições financeiras em um cenário de crise econômica é retrair a concessão do crédito, diante de dúvidas quanto à viabilidade dos negócios afetados pela pandemia do Covid-19. Ele mencionou os programas já arremessados pelo governo para tentar animar os financiamentos. «Ele iniciou com uma linha para financiar o pagamento de salário, não funcionou bastante bem. Essa linha está sendo transformada. Depois veio um novo programa para companhias com faturamento de até 3 milhões de reais por ano, que é o Pronampe. Agora, vem um terceiro programa, via BNDES, e eventualmente terá um quarto programa», relatou. – Se a disseminação do coronavírus se aumentar, os mercados acionários e outros ativos de risco podem padecer uma segunda quebra , se as paralisações forem recomeçadas ou advertiu o Fundo Monetário Internacional nesta quinta-feira, se os nervosismos comerciais ampliarem novamente. Os mercados de ações caíram em território baixista em tempo quando o vírus e os bloqueios relacionados à denfermidadeabalaram o sentimento dos investidores, rlembreno icomeçodeste ano mas já se recuperaram amplamente em relação a sua mínima de 23 de março. Estímulos , , impulsionaram O SeP que caiu %34 em somente 23 dias de negociação de bancos centrais e agora está cerca de %10 abaixo de sua máxima recorde. As ações, no entanto, despencaram na quarta-feira com a ampliação de infecções em vários Estados norte-americanos. O FMI em sua Atualização de Estabilidade Financeira Global alegou: «Surgiu uma desconexão entre o otimismo do mercado financeiro e a evolução da economia mundial». A desconexão «amplia o risco de outra correção nos custos dos ativos de risco», alegou o FMI, adicionando que as valorizações em muitos mercados de ações e títulos corporativos parecem «estendidas». O alerta veio somente um dia após o FMI diminui ainda mais suas previsões econômicas mundiais para 2020. Uma correção pode ser provocada por uma recessão mais profunda e mais longa do que a calculada atualmente, uma segunda onda do vírus, a retomada das medidas de contenção da enfermidade ou um ressurgimento dos nervosismos comerciais, declarou o FMI. Uma ampliação da agitação social mundial em resposta à desigualdade econômica também pode prejudicar o sentimento dos investidores, ddeclarouo FMI. O FMI também assinalou os riscos da dívida corporativa agregada em níveis historicamente altos em relação ao PIB e da ampliação da dívida das famílias.

Na terça-feira 09 de junho – Estados e municípios receberão o valor referente a junho da assistência financeira aprovada pelo Congresso para recompor parte da sua perda de arrecadação em meio à pandemia do coronavírus, informou o Tesouro Nacional. Se os repassariam 9,25 bilhões de reais para os Estados, 5,748 bilhões de reais para os municípios e 38,6 milhões de reais para o Distrito Federal, em um total de 15,036 bilhões. Segundo o Tesouro, as próximas parcelas serão pagas em 13 de julho, 12 de agosto e 11 de setembro de 2020. O projeto aprovado pelo Congresso calculava a injeção de 60,15 bilhões de reais do Tesouro em assistência a Estados e municípios, em quatro parcelas. Além da transferência direta de recursos, o projeto calculava a suspensão da dívida dos entes com a União até o fim deste ano, numa vantagem de 35,34 bilhões de reais. Estados e municípios também poderiam renegociar deveres com bancos públicos e com organismos internacionais . Finalmente, haveria suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias dos municípios até o fim deste ano, com efeito de 5,6 bilhões de reais.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Com déficit primário lembre em maio, Tesouro adverte não haver espaço para novas despesas compulsórias
>>>>>Dívida pública federal sobe 2,17% em maio, diz Tesouro – June 24, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Mansueto descarta risco de calote do Tesouro Nacional – (Extraoglobo-pt)
>>>>>FMI alerta mercados para risco de correção após rali – June 25, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>FMI piora estimativa de contração da economia do Brasil em 2020 a 9,1% por coronavírus – (Extraoglobo-pt)

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