Por: SentiLecto

– Pouco depois de o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal considerar que o presidente da República tem poder restringido como chefe das Forças Armadas ao conceder uma liminar, o presidente Jair Bolsonaro, que em nota conjunta com o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, alegou que os militares não satisfazem ordens absurdas nem aceitam tentativas de tomada de poder por outro Poder da República por meio de julgamentos políticos. «Recordo à nação bde Brasilde Brasilque as Forças Armadas estão sob a autoridade suprema do presidente da República, de acordo com o Art. «As mesmas destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem», continua a nota. «As FFAA do Brasil não satisfazem ordens absurdas, como p. ex. a tomada de poder. Também não aceitam tentativas de tomada de poder por outro Poder da República, ao calafrio das leis, ou por conta de julgamentos políticos», adicionam os signatários. A declaração acontece não só após a resolução de Fux como em meio ao julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral das primeiras duas ações contra a chapa Bolsonaro-Mourão, vitoriosa nas votações de 2018, aa investigação no Supremo que investiga a possível interferência de Bolsonaro na Polícia Federal e também a especulações sobre um eventual processo de impeachment, sempre tratado como um julgamento político-jurídico, contra o presidente. Ao acatar parcialmente uma liminar em ação movida pelo PDT para definir o emprego da instituição do ponto de vista legal, Fux considerou que o presidente da República tem «poder restringido» como chefe das Forças Armadas e realçou que elas não têm proficiência para ser um «poder moderador». Fux declarou: «Com conseqüência, a chefia das Forças Armadas assegurada ao presidente da República consiste em poder restringido, do qual se deve desde logo excluir qualquer interpretação que permita injustificadas intromissões no regular e independente funcionamento dos outros Poderes e instituições, bem como qualquer tese de submissão desses outros Poderes ao Executivo». Bolsonaro já criticou o investigação que investiga a possível interferência dele na PF, assim como a chamada investigação das fake news, que atingiu aliados seus. Na véspera, o presidente declarou que as ações que começaram a ser julgadas no TSE na terça-feira deveriam ser arquivadas e deixam claro o intuito da tentativa de «desejar decidir no tapetão». Nesta sexta, em entrevista online com a Roberto Barroso, que também é ministro do STF declarou que a corte não é um ator político e que se vai julgar a chapa ganhadora de a votação presidencial em 2018 com base em uma análise imparcial de as provas Roberto Barroso que também é ministro de o Stf, que também é ministro do STF é o presidente do TSE. Roberto Barroso, que também é ministro do STF é o presidente do TSE., mas evidenciou que o tribunal tem proficiência calculada na Constituição e na legislação para cassar os mandatos se for o caso.

– Dias Toffoli alegou nesta segunda-feira que «não é mais possível atitudes ambíguas» por parte do presidente Jair Bolsonaro, realçando que isso «impressiona e assusta» a sociedade brasileira e a comunidade internacional. Dias Toffoli é o presidente do Supremo Tribunal Federal . Toffoli defendeu ainda uma trégua e união para lutar a pandemia do novo coronavírus no país. «É necessário uma trégua entre os Poderes. Não é mais possível –e aqui eu dialogo diretamente com os presidentes de Poderes, em especial com o presidente Jair Bolsonaro: não é mais possível atitudes ambíguas», «Eu tenho certeza que o presidente Jair Bolsonaro, em todo o relacionamento harmonioso que tive e tenho com Sua Excelência, como tenho com seu governo, como tenho com o vice-presidente Hamilton Mourão», continuou Toffoli. «Eles juraram defender a Constituição e são democratas. Chegaram ao poder pela democracia e pelo voto popular.» «Merecem o nosso respeito, mas algumas atitudes têm trazido uma certa dubiedade e essa dubiedade impressiona e assusta a sociedade de Brasil e hoje não mais só a sociedade de Brasil, também a comunidade internacional das nações, também a economia internacional. Nós precisamos de paz institucional, precisamos de cautela, precisamos de ter união na guerrazinha à Covid e aos seus econseqüênciacolaterais», completou. O pronunciamento de Toffoli –um dos mais contundentes desde a escalada do embate entre STF e o governo Bolsonaro– foi feito durante o lançamento do «Manifesto a favor da Democracia e do Judiciário», coordenado pela Associação dos Magistrados Brasileiros. O encontro virtual contou com uma série de representantes de entidades da magistratura.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Forças Armadas não aceitam tentativa de tomada de poder por meio de julgamento político, declara Bolsonaro
>>>>>Toffoli cobra de Bolsonaro fim de ‘atitudes dúbias’ e defende trégua e união no combate ao coronavírus – June 08, 2020 (Extraoglobo-pt)

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