Por: SentiLecto

– Ainda é mais provável que o próximo movimento sobre a classificação de crédito soberano brasileira seja uma elevação do que um rebaixamento, declarou na segunda-feira a principal analista de crédito soberano da agência para o pais, depois que diminuiu-se a perspectiva de o Brasil para » estável «, em relação em a perspectiva » positiva » anterior.A S&P ainda espera que o governo recomece com forcita a sua consolidação fiscal assim que a crise do coronavírus concluir, declarou Livia Honsel à Reuters, embora algumas reformas importantes do governo, como as reformas tributária e administrativa, possam ser aproteladaspor alguns anos.

– A S&P Global Ratings está reavaliando seu atual rating de crédito soberano e perspectiva para o Brasil, cujos desafios econômicos, fiscais e políticos estão significativamente maiores agora, em razão da crise do coronavírus. Em entrevista à Reuters, Livia Honsel, principal analista soberana para o Brasil na S&P, ddeclarouque a dívida nacional pode atingir níveis sem precedentes. Não está claro quando e quanto o crescimento econômico e o apetite político pelas reformas fiscais vão ir se recuperar, adicionou ela. A danificação do clima econômico, fiscal e político na atual emergência é compreensível e não significa, necessariamente, que a classificação «BB-» ou que as perspectivas positivas brasileiras serão diminuídas, declarou Honsel. Mas vai ter um peso. «Mudamos a perspectiva para positiva em dezembro… estamos reavaliando essa posição. Geralmente, o rating estava orientado para um ‘upgrade’. Mas precisamos esperar e ver», declarou Honsel. «É difícil ser positiva nesse ambiente. Estamos reavaliando nossa posição em todos os ratings soberanos, inclusive no Brasil», declarou Honsel. Agora, a dívida bruta brasileira pode alcançar até 90% do Produto Interno Bruto no próximo ano, nquanto os gastos públicos voltados ao enfrentamento da crise ampliam, com uma dívida líquida próxima a 70%, declarou ela, à medida que a receita tributária cai e.Ambos seriam níveis recordes. Antes da pandemia, os funcionários do governo estavam otimistas de que a nota de crédito brasileira seria aumentada, talvez até o final deste ano, em um passo importante para recuperar o status de grau de investimento perdido em 2015, durante uma das piores recessões do país. Faz 4 meses, Honsel declarou que um caso o déficit continuasse, elevação para a classificação » BB » poderia ocorrer em este ano a se diminuir e o crescimento econômico ampliasse, em dezembro. Antes do coronavírus, o governo calculava um déficit primário de 124 bilhões de reais e crescimento econômico superior a 2%. Mas, como em todos os países , a crise prejudicou o crescimento econômico e as perspectivas fiscais de o Brasil. Agora, o governo espera um crescimento zero e um déficit primário de 350 bilhões de reais, ou 4,5% do PIB este ano. Honsel declarou que ela e seus colegas tentarão olhar além do nebuloso cenário de curto prazo e estabelecer qual é a trajetória fiscal brasileira no médio e no longo prazos. Ela declarou: «Precisamos reavaliar, não entrar em pânico». Quando o pior da crise passar, alegou Honsel, uma mutável chave é o clima político e o apetite para implementar a agenda de reformas econômicas e fiscais do governo. O cenário político agora é «bastante mais difícil» e o país pode estar ainda mais polarizado do que jamais, declarou ela, embora os parlamentares estejam cientes da necessidade de realizar reformas.- A agência de classificação de risco Standard and Poor’s revisou para «estável», de «positiva», a perspectiva para o rating soberano brasileiro, mencionando os conseqüência econômicos e fiscais da pandemia do coronavírus. A S&P conservou a nota de crédito soberano de longo prazo em moeda estrangeira em «BB-«. Em entrevista recente à Reuters, a agência havia ddeclaradoque estava avaliando a nota do país e que não necessariamente a ddanificaçãodo clima econômico significaria que ase rdiminuiriamas perspectivas positivas dbrasileirasA S&P calculou que o crescimento da economia vai ser «severamente golpeado» pela crise do Covid-19 e calculou que o déficit fiscal do governo vai bater os 12% do PIB em 2020, ante 6% em 2020. A agência declarou que a vulnerabilidade fiscal brasileira impõe desafio ao governo de esboçar medidas para diminuir os conseqüência da pandemia. A S&P alegou ainda esperar queda na arrecadação devido à contração econômica. Ao Brasil, a agência Moody’s classifica o país como «Ba2», com perspectiva «estável», enquanto a S&P atribui nota «BB-«, e a Fitch dá ao país a nota «BB-«. O «rating» por S&P e Fitch está três degraus abaixo do mínimo para grau de investimento . Pela Moody’s, o Brasil está dois graus aquém do piso de «Baa3». Faz 4 anos, as três agências cortaram o Brasil em os ativos locais. – Faz 1 mês, concessionários de veículos confirmaram em esta forte queda em as vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos em março, após a série de medidas de quarentena adotadas em o Brasil como maneira de conter a epidemia de Covid-19. Os licenciamentos de veículos novos no país no mês passado recuaram 18,6% na comparação com fevereiro e desabaram quase 22% frente a março de 2019, para 163,6 mil unidades, com os maiores tombos sentidos nos emplacamentos de carros e ônibus , segundo dados divulgados pela associação de concessionárias, Fenabrave. As vendas de caminhões novos se mostraram mais resilientes, recuando «somente» 0,4% na comparação mensal e 15% na anual, para 6.483 unidades. A Fenabrave defendeu as medidas de quarentena adotadas por governos estaduais e municipais, mas cogitou que quando poderá reabrir as portas, o setor precisa saber. «Não desejamo colocar a vida de ninguém em risco, mas precisamos de uma certa previsibilidade sobre assim como necessitamos de medidas que permitam, nas companhias e pessoas, postergar despesas,, quando voltaremos a operar nas quais, não vão ter condições de pagar nesse momento», declarou Alarico Assumpção Júnior em comunicado no jornalismo. Alarico Assumpção Júnior é o presidente da Fenabrave.abemos que a prioridade é a saúde da população, mas, a continuar como está, em um mês de estagnação, cerca de 20% dos empregos do nosso setor podem ser comprometidos, pois os concessionários estão sem receita e têm despesas fixas», declarou o executivo. «Por enquanto, as concessionárias estão segurando a situação como podem, antecipando férias, usando banco de horas, mas, vai chegar um momento em que isso não se vai sustentar», declarou o presidente da Fenabrave. O setor de distribuição de veículos emprega cerca de 315 mil trabalhadores no Brasil, segundo a entidade. MOTOCICLETAS CAEM MENOS A Fenabrave também encarna concessionários de motocicletas, outro segmento que mostrou quedas mais contidas nos emplacamentos, de 5,6% frente a fevereiro e de 10% ante março do ano passado, para 75,4 mil unidades. Segundo a entidade, isso aconteceu por causa do ampliação da procura dos consumidores por serviços de delivery, em meio às recomendações para que a população não saia de casa. Faz 1 mês, em a véspera, a Reuters publicou que o aplicativo de entrega de refeições iFood viu o número de candidatos a vagas de entregador de a plataforma mais que registrando mesma tendência de ampliação na procura.

Na segunda-feira 23 de março – A carga de energia do sistema interligado do Brasil teve significativa retração a partir de meados dpassada, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico , em meio a medidas de governos e companhias para conter a enfermidade que levaram ao encerramento de negócios ou a regimes de trabalho remoto. Soma do consumo com perdas na rede, a carga elétrica começou a cair na quinta-feira, com baixa de 2,3% na comparação com mesmo dia danterior. Na sexta-feira, houve queda de 6% e de 8,6%. A diminuição foi aind
a maior no domingo, com queda de 8,9% frente ao domingo anterior, de acordo com o ONS, culpado por administrar o acionamento de usinas e o tráfego da energia pelas linhas de transmissão no pais. O ONS em nota à Reuters aalegou «A pandemia mudou a rotina de trabalho no pais, afetando consequentemente o consumo de energia elétrica».A queda na carga ainda contribuiu para recuperação dos níveis de armazenamento dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração no Brasil, adicionou o órgão do setor de energia.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Rating de crédito do Brasil ainda tem ser mais possibilidade de ser aumentado do que rebaixado, declara analista da S&P
>>>>>S&P reavalia nota de crédito do Brasil diante de novo cenário de coronavírus – (Extraoglobo-pt)
>>>>>S&P corta perspectiva de rating do Brasil para ‘estável’ por incertezas relacionadas ao Covid-19 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Coronavírus derruba venda de veículos novos no Brasil em março – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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