Por: SentiLecto

O presidente Jair Bolsonaro, que declarou que poderá ser paga ainda uma quinta parcela, que seria menor do que a quarta, confirmou que haverá uma quarta parcela do ajudinha emergencial, com valor diminuído , e Bolsonaro alegou ter conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, mas evidenciou que os valores ainda não estão definidos.

– O preço da ajudinha emergencial por um fase de três meses será %54 superior ao inicialmente estimado, a 151,5 bilhões de reais, alegou nesta quinta-feira Waldery Rodrigues sinalizando que sua extensão vai passar pela concessão de uma vantagem menor. Waldery Rodrigues é o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia. Em coletiva de jornalismo no Palácio do Planalto, Waldery mencionou que o prolongamento do pagamento tem que ter como baliza o valor pago pelo Bolsa Família. A ajudinha emergencial é hoje de 600 reais. Já a vantagem média no âmbito do Bolsa Família é de cerca de 190 reais. Le, ao ser questionado sobre a extensão da ajudinha para além das três parcelas isse: «O ministro Paulo Guedes já colocou as diretrizes para termos, de um lado, a manutenção ao atendimento dos mais vulneráveis e, dois, o olhar diligente e cuidadoso com relação à questão fiscal»,.»Vamo chegar a uma solução intermediária, não com o mesmo perfil de hoje. E uma chance, um referencial, é exatamente o valor trazido pelo Bolsa Família», adicionou. Inicialmente, o governo calculou que a ajudinha emergencial teria um preço de 98,2 bilhões de reais por três meses, mas atualizou mais tarde essa soma a 123,9 bilhões de reais. Segundo Waldery, a ampliação no desembolso calculado vem pelo tamanho da cobertura e pelos critérios de exigibilidade que foram colocados para informais e autônomos, que acabaram abarcando mais gente que o governo inicialmente estimava. «Como é uma ajudinha para a economia informal, para os invisíveis, a ajudinha do ponto de vista de quem está cuidando de política pública está nos permitindo ver grande quantidade de pessoas que não víamos antes», pontuou o secretário-executivo da Economia, Marcelo Guaranys. Ele realçou que esse contingente deveu buscar CPF e conta de banco, o que vai ser interessante para o governo pensar programas futuros. ESTADOS E MUNICÍPIOS Sobre a injeção de 60,15 bilhões de reais do Tesouro em assistência a Estados e municípios, dividida em quatro parcelas, Waldery declarou ser possível que o pagamento comece a ser feito ainda em maio, mas cogitou que isso exigirá «grande esforço» de todas as partes. O projeto de ajudinha a Estados e municípios, aprovado pelo Congresso Nacional, ainda precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. Depois dessa etapa, o governo ainda vai precisar editar Medida Provisória de crédito extraordinário para viabilizar a transferência de recursos, que será operacionalizada pelo Banco do Brasil. Waldery recordou que, pelos termos colocados pelo projeto de lei sobre o assunto, os Estados terão que abrir mão de ações na Justiça contra a União no contexto da pandemia para que recebam a ajudinha. Além da transferência direta de recursos, o projeto calcula a suspensão da dívida dos entes com a União até o fim deste ano, numa vantagem de 35,34 bilhões de reais. Estados e municípios também poderão renegociar deveres com bancos públicos e com organismos internacionais . Finalmente, vai haver suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias dos municípios até o fim deste ano, com efeito de 5,6 bilhões de reais. Em contrapartida, Bolsonaro já alegou que irá vetar trecho do projeto que permitia que algumas categorias do funcionalismo público pudessem ter ajuste salarial até o fim de 2021. Com o congelamento valendo para todos os servidores, a perspectiva é de uma economia de 98,9 bilhões de reais em gastos com pessoal para Estados e municípios e de 31 bilhões de reais para a União.- Em profissão enviada ao presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, a Confederação Nacional dos Municípios demonstrou suporte ao veto à plicençapara reajustes no funcionalismo, incluída pelo Congresso no projeto de sajudinhaa estados e prefeituras. No documento, obtido pelo GLOBO, a entidade alega que qualquer ampliação na despesa com pessoal seria inimaginável durante a pandemia de coronavírus. No documento, a CNM, que encarna cerca de 5 mil cidades do país, alega que reajustar salários é incompatível com a crise. Presidente da entidade, Glademir Aroldi firma: «Entes não tem como arcar com a concessão de benefícios pecuniários a quem deseja que seja, exibem seu suporte à dditaintenção de veto pelo Presidente da República dos cmencionadosdequipamentos,.Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O congelamento de salários se o sugeriu por a equipe econômica como contrapartida a uma ajudinha de R$ 125 bilhões a estados e municípios. A medida, no entanto, foi desidratada por parlamentares, que abriram brechas para que várias categorias do funcionalismo não fossem atingidos pela interdição de ampliação salarial. A Paulo Guedes Bolsonaro anunciou que vetaria o trecho que permite os reajustes. Paulo Guedes é pedido do ministro da Economia. O presidente, no entanto, ainda não oficializou a resolução e espera mais suporte público à medida, para mitigar o ônus político de assinar a medida. CNM.- firma: «A sociedade de Brasilde Brasil está perdendo vidas, renda, empregos e patrimônio, portanto, antes de superarmos este desastre e reiniciarmos a retomada da normalidade em todos os segmentos, compreendemo inimaginável falar-se em aumento de despesas, a não ser, as destinadas aa guerrazinha direta à pandemia»,. Em profissão mandado ao presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, a Confederação Nacional dos Municípios demonstrou suporte ao veto à plicençapara reajustes no funcionalismo, incluída pelo Congresso no projeto de sajudinhaa estados e prefeituras. No documento, obtido pelo GLOBO, a entidade alega que qualquer ampliação na despesa com pessoal seria inimaginável durante a pandemia de coronavírus. No documento, a CNM, que encarna cerca de 5 mil cidades do país, alega que reajustar salários é incompatível com a crise. Presidente da entidade, Glademir Aroldi firma: «Entes não tem como arcar com a concessão de benefícios pecuniários a quem deseja que seja, exibem seu suporte à dditaintenção de veto pelo Presidente da República dos cmencionadosdequipamentos,.Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O congelamento de salários se o sugeriu por a equipe econômica como contrapartida a uma ajudinha de R$ 125 bilhões a estados e municípios. A medida, no entanto, foi desidratada por parlamentares, que abriram brechas para que várias categorias do funcionalismo não fossem atingidos pela interdição de ampliação salarial. A Paulo Guedes Bolsonaro anunciou que vetaria o trecho que permite os reajustes. Paulo Guedes é pedido do ministro da Economia. O presidente, no entanto, ainda não oficializou a resolução e espera mais suporte público à medida, para mitigar o ônus político de assinar a medida. CNM firma: «A sociedade de Brasilde Brasil está perdendo vidas, renda, empregos e patrimônio, portanto, antes de superarmos este desastre e reiniciarmos a retomada da normalidade em todos os segmentos, compreendemo inimaginável falar-se em aumento de despesas, a não ser, as destinadas aa guerrazinha direta à pandemia»,.Na sexta-feira 15 de maio — O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto que aumentava as categorias que teriam direito ao da ajudinha emergencial de R$ 600, aprovado pelo Congresso Nacional. No entanto, vetou o aumento da vantagem para profissionais informais que não estavam inscritos no Cadastro Único, como motorista de aplicativos, vendedores de porta a porta, pipoqueiros e ambulantes de praia. O governo também vetou a chance de homens solteiros chefes de família de receberem em dobro a vantagem emergencial. Pelas normas vigentes, somente mães chefes de família têm a prerrogativa para os R$ 1.200 da ajudinha emergencial. Já o presidente conservou a inclusão de adolescentes menores de 18 anos que forem mães em o rol de beneficiárias de a ajudinha. Na justificava para barrar as mudanças ao projeto feitas pelo Congresso, o governo alegou que a proposta de lei feria o principiava da isonomia por privilegiar alguns ofícios em razão de outras. Ainda que o Congresso não especificou, o Executivo declarou qual seria a origem do orçamento nem o efeito da ampliação de despesa nas contas públicas. De acordo com o Ministério da Economia, exclusivamente a inclusão de pais solteiros poderia beneficiar 900 mil pessoas, com preço estimado em R$ 1,6 bilhão. Damares Regina Alve justificou o veto alegando que o aumento colocaria em risco o pagamento complementar nas mães solteiras, já que o Congresso não estabeleceu dispositivos para impedir que pais ausentes se colocassem como chefes de família de maneira fraudulenta para receber o vantagem Damares Regina Alve justificou o veto alegando que o aumento colocaria em risco o pagamento complementar nas mães solteiras, já que o Congresso não estabeleceu dispositivos para impedir que pais ausentes se colocassem como chefes de família de maneira fraudulenta para receber a vantagem ao invés das mães que efetivamente c cuidavamdas crianças. Damares Regina Alve é a ministra da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos. Damares Regina Alve é a ministra da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos.c cuidavamdas crianças. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra A lei entrava em forcita com a sanção, publicada na edição ddo Diário Oficial da União, mas os vetos deveriam ser analisados pelo Congresso. Os parlamentares podiam conservar ou derrubar a resolução de Bolsonaro. Além do presidente, assinavam a sanção com vetos os ministros da Economia, Paulo Guedes; da Cidadania, Onyx Lorenzoni; e da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos, Damares Regina Alves. Na quinta-feira, Pedro Guimarães informou que a segunda parcela da ajudinha emergencial seria pago a partir da para beneficiários do Bolsa Família. Pedro Guimarães é o presidente da Caixa. pedrava Guimarães também anunciou que a Caixa pagaria, neste sábado, mais um ote referente à primeira parcela. Foram incluídos pessoas que tiveram inconsistências no cadastro e, por isso, ainda estavam com a vantagem pendente.

— Conversei com o Paulo Guedes que nós vamos ter que dar uma amortecida nisso aí. Terá a quarta parcela, mas não de R$ 600. Não sei quanto será, R$ 300, R$ 400. E talvez tenha a quinta, talvez seja R$ 200 ou R$ 300. Até para ver se a economia pega — declarou Bolsonaro, em entrevista à rádio Joven Pan.

Bolsonaro declarou que não pode «jogar para o espaço» o valor que se o investiu já em a ajudinha:

— Não podemos jogar para o espaço mais de R$ 110 bilhões, que foram gastos dessa maneira, isso impactará a nossa dívida no Tesouro, e para ver se a economia pega.

Em reunião com empresários nesta semana, Guedes declarou estar avaliando diminuir o valor da ajudinha para R$ 200, após o pagamento da terceira parcela. É uma das maneiras de fazer com que o programa seja concluído de maneira gradual.

As famílias de o Bolsa Família pensaram por ser em a média de o repassado em as famílias de o Bolsa Família semelhante.o Congresso, a vantagem acabou sendo aumentado para R$ 500 e, depois, o presidente Jair Bolsonaro fechou acordo para aumentar a assistência para R$ 600.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>‘Terá a quarta parcela, mas não de R$ 600’, declara Bolsonaro sobre ajudinha emergencial
>>>>>Auxílio emergencial sairá 54% mais caro, benefício estendido terá valor menor, diz Waldery – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Em ofício a Bolsonaro, confederação de municípios apoia veto a reajustes para servidores – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Em ofício a Bolsonaro, confederação de municípios apoia veto a reajustes para servidores – May 20, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Bolsonaro veta ampliação de auxílio emergencial a categorias como motoristas de aplicativos e ambulantes de praia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Com veto a auxílio emergencial em dobro, pais solteiros têm direito a uma cota de R$ 600 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Guedes diz que troca de ministros é normal, defende liberdade para usar cloroquina e renova apelo por veto – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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