Por: SentiLecto

A Caixa Econômica Federal recomeça, nesta segunda-feira , o pagamento da sétima parcela da ajudinha emergencial 2021. Hoje, recebem os beneficiários do Bolsa Família com Número de Identificação Social de final 6. Neste caso, a retirada já pode ser feita em agências do banco, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

Caixa Econômica Federal, também conhecida como Caixa, é uma instituição financeira de Brasil, sob a maneira de companhia pública, com patrimônio próprio e autonomia administrativa com sede em Brasília, no Distrito Federal.

Os valores da ajudinha 2021 correspondem a R$ 150 , R$ 250 e R$ 375 .

Esse limite seria colocado na Proposta de Emenda à Constituição que revisa o pagamento de precatórios . Isso impediria que o Auxílio Brasil subisse mais, para R$ 500 ou até R$ 600.— O presidente demandou que todos aqueles que estão no programa social, que nenhuma dessas famílias receba menos de R$ 400. Estamos internamente no governo para que esses progressões aconteçam seguindo a responsabilidade fiscal — declarou.

Na terça-feira 28 de setembro N, a Caixa Econômica Federal depositava a sexta parcela da ajudinha emergencial 2021 para os nascidos em julho, sem direito ao Bolsa família. Neste caso, dinheiro exclusivamente estaria liberado para saque no dia 13 de outubro. Até lá, a quantia poderia ser agitada pelo aplicativo Caixa Tem .

Previsão para amanhã

Já nesta terça-feira , a Caixa vai recomeçar o pagamento dos trabalhadores que não têm Bolsa Família, com o depósito da sétima parcela para os nascidos em junho. Mas, neste caso, o dinheiro ainda não poderá ser retirado . Está depositado em contas poupanças sociais digitais e pode ser agitado pelo aplicativo Caixa Tem.

Caixa Econômica Federal, também conhecida como Caixa, é uma instituição financeira de Brasil, sob a maneira de companhia pública, com patrimônio próprio e autonomia administrativa com sede em Brasília, no Distrito Federal.

Os que fazem parte do programa de transferência de renda com NIS de final 7 também vão receber nesta terça-feira, mas já com direito a retirada em espécie.

NIS com final 1: 18 de outubro

NIS com final 2: 19 de outubro

NIS com final 3: 20 de outubro

NIS com final 4: 21 de outubro

NIS com final 5: 22 de outubro

NIS com final 6: 25 de outubro

NIS com final 7: 26 de outubro

NIS com final 8: 27 de outubro

NIS com final 9: 28 de outubro

NIS com final 0: 29 de outubro

Nascidos em janeiro – 20 de outubro

Nascidos em fevereiro -21 de outubro

Nascidos em março – 22 de outubro

Nascidos em abril – 23 de outubro

Nascidos em maio – 23 de outubro

Nascidos em junho – 26 de outubro

Nascidos em julho – 27 de outubro

Nascidos em agosto – 28 de outubro

Nascidos em setembro – 29 de outubro

Nascidos em outubro – 30 de outubro

Nascidos em novembro – 30 de outubro

Nascidos em dezembro – 31 de outubro

Nascidos em janeiro – 1º de novembro

Nascidos em fevereiro – 3 de novembro

Nascidos em março – 4 de novembro

Nascidos em abril – 5 de novembro

Nascidos em maio – 9 de novembro

Nascidos em junho – 10 de novembro

Nascidos em julho – 11 de novembro

Nascidos em agosto – 12 de novembro

Nascidos em setembro – 16 de novembro

Nascidos em outubro – 17 de novembro

Nascidos em novembro – 18 de novembro

Nascidos em dezembro – 19 de novembro

1) Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, escolher a alternativa «saque sem Cartão» e «Gerar código de saque».

No caso de quem tem Bolsa família, os recursos também podem ser sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.

– O Auxílio Brasil, que vai trocar o Bolsa Família e que vai ter a vantagem mínima turbinada para R$ 400 até dezembro de 2022, desperdiça a chance de rever estratégias de guerrazinha à pobreza e privilegia motivações eleitorais, aassinalameexpertsoescutadospelo GLOBO sobre o plano confirmado na querta-feira pelo governo. Para experts em políticas sociais, não há uma estratégia clara de guerrazinha à mindigênciae à pobreza, agravadas pela pandemia, como os dados e critérios técnicos que nortearam a formação do Bolsa Família em 2003, no governo Lula, a partir de bevantagensociais crcriadaso governo de Fernando Henrique Cardoso. A preocupação do presidente Jair Bolsonaro com a definição do valor mínimo da nova vantagem deixou lacunas no redesenho do programa e incertezas sobre a fonte de custeio. O contexto de empobrecimento da população não deixa dúvidas sobre a necessidade de expandir políticas sociais como as de transferência de renda, mas a maneira como o Planalto definiu o valor da vantagem não parece acompanha de uma atenção aa ilustração do programa, avalia Letícia Bartholo, gestora governamental e ex-secretária nacional adjunta do Bolsa Família. Para ela, o componente eleitoral e a personalidade “temporária” põem em risco a permanência de uma política que foi bastante exitosa até agora: — Temos aí um problema paradoxal: um programa de transferência de renda cujo objetivo é garantir uma segurança de renda mínima à população mais vulnerável se torna um poço de insegurança. Isso é ruim para um próximo governo e para os operadores da política pública, que deverão resolver esse enrosco. Mas, principalmente, é péssimo para as milhões de pessoas que recebem a vantagem. A falta de dados e evidências para nortear a reformulação do Bolsa Família, que será oficialmente extinto no ano que alcançou sua “maioridade” — o programa completou 18 anos ontem, justamente no dia em que o governo anunciou o Auxílio Brasil de R$ 400 —, também é um problema assinalado pelo professor do Insper Sergio Firpo: — Não seria admirável que a gente não saiba o quanto esse número vai gerar de alívio em pobreza, diminuição de desigualdade. Não tem uma simulação para a discussão, que é pautado por questões políticas e certo oportunismo, olhando para o ano eleitoral. Se o reivindica já que Bolsonaro pretende concorrer em a reição de 2022 e o Bolsa Família como uma marca de o ex-presidente Lula, a troca do nome do programa reforça as motivações eleitorais.Além da falta de evidências sobre o conseqüência do novo programa, o efeito fiscal também é incerto, mas a proposta segue em ritmo agilizado: o governo deseja pagar o Auxílio Brasil a partir de novembro, um mês depois de o ajudinha emergencial sair de cena. — A pulverização de objetivos dentro de uma mesma política pública e sua complexificação operacional podem desmontar o foco fundamental e exitoso do Bolsa Família: a transferência de renda, articulada à educação e à saúde. Porém, o jogo ainda está em campo — declara Letícia Bartholo. Ao mesmo tempo que a equipe técnica que governa o Bolsa Família pode atuar para a contenção de prejuízos, o expert vê no Congresso espaço para corrigir os problemas na medida provisória do Auxílio Brasil. Firpo faz uma avaliação parecida: — Eles desejam fazer um desmonte, mas não vão ser bem-sucedidos porque o Bolsa Família é um programa que funciona tão bem que será difícil ser desmontado. O redesenho do Bolsa Família feito pelo governo conserva, de certa maneira, a estrutura de vantagens básicas pagos conforme a composição familiar, mas cria uma série de novidades: de voucher para creche e pagamento de bonificações por performance escolar e esportiva ao incentivo para que quando obtiverem uma fonte de renda fixa, famílias beneficiárias deixem gradualmente o programa, há muitos adicionais nessa nova ilustração. Não estão claros quais serão os critérios para definir linha de pobreza e o valor das vantagens, o que auxiliaria a estimar quantas pessoas teriam direito a ingressar no programa e também o efeito fiscal da medida, declaram os experts. Relator da medida provisória que instituiu o Auxílio Brasil, o deputado Marcelo Aro declarou ao GLOBO que seu relatório estava praticamente pronto antes da reviravolta do governo para anunciar os R$ 400. O deputado trabalhava com um horizonte orçamentário de R$ 60 bilhões para o programa, mas esse preço deve ser aumentado, o que não vai ser viável dentro do telhado de gastos. — Não vejo preocupação do governo em resolver o problema da camada mais vulnerável — criticou o parlamentar, que se queixa de falta de interlocução com o Ministério da Economia. Aro reconhece que a ausência de parâmetros monetários prejudica a melhor redação do texto. Ele não havia decidido se atribuiria valores aas vantagens na própria MP. Esse ponto menciona como uma equívoco O Auxílio Brasil : — Letícia Bartholo , em o texto que veio de o Executivo , não resolve as lacunas de o Bolsa Família , como as filas e falta de critérios de reajuste de as linhas de entrada e de as vantagens. Consegue piorá-las, na medida em que não traz um parâmetro monetário sequer em toda a MP. O governo promete acabar com as filas de espera para entrar no cadastro do Bolsa Família com o novo programa. Nesse sentido, Aro estuda incluir no texto a previsão de um dispositivo para que as pessoas elegíveis ingressem no programa. Ele deseja fixar no texto os indicadores de linha de pobreza, que corresponde à renda per capita das famílias que podem entrar no programa. A linha da extrema pobreza passaria de uma renda por pessoa da família de R$ 89 para R$ 105. Já a da pobreza seria reajustada de R$ 178 para R$ 210. Não há estudo do governo que mencione quantas famílias se enquadrariam nessas faixas. As consideram-se novidades de o Auxílio Brasil demais , como as bonificações de performance, mal-fundamentadas, o que pode acabar atrapalhando a transferência de renda fundamental. — Se a verba é escasso, e é, é preciso focar no essencial: garantir a segurança mínima de renda aos mais vulneráveis. A gente pode discutir estímulos a desempenho escolar ou esportivo? Claro que sim. Mas bem esboçados, com a operação no lugar certo e sem tirar os já escassos recursos destinados ao coração da transferência de renda — declara Letícia. Sergio Firpo, do Insper, acredita que essa espécie de medida pode ter um efeito fiscal pequeno, mas tem um quê de regressividade e é bastante difícil de monitorar: — Um bonificações por performance está premiando as famílias que talvez tenham mais condições de arcar e investir, e por isso tiveram performance melhor. Ou então está premiando famílias por questões de talento e sorte. Isso também tem um aspecto negativo: é bastante difícil de operacionalizar. Já é complicado monitorar a frequência escolar do Bolsa Família. Para algo tão grande, talvez não seja a melhor maneira de premiar. Aro defende um trecho do relatório que está preparando, que conserva as famílias que conseguem empregos formais no programa com uma diminuição gradual da vantagem. Para Letícia Bartholo, essa ideia é semelhante à rnormade pcontinuidadedo Bolsa Família, com algumas mmudanças Ainda que tenham uma ampliação de renda, essa norma deixa que famílias recebam a vantagem , levando em conta a volatilidade da pobreza no país. — O objetivo da nova vantagem para quem conseguir emprego parece basicamente o mesmo. Estamos então com o risco de voltarmos ao cenário de pulverização de vantagens monetárias que existia há duas décadas. Desaparece-se a isso a recriação do Auxílio-Gás. Matam o Bolsa e recriam o Auxílio-Gás. Difícil de compreender — alega Letícia.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ajudinha emergencial: beneficiário do Bolsa Família com NIS de final 6 recebe 7ª parcela nesta segunda-feira
>>>>>Auxílio Brasil: motivação eleitoral impede revisão da estratégia social que gerou Bolsa Família, dizem especialistas – October 21, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Bolsonaro sinaliza prorrogação do auxílio emergencial – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Para bancar Auxílio Brasil de R$ 400, Ministério da Economia prevê R$ 30 bilhões fora do teto – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Governo anuncia hoje Auxílio Brasil de R$ 400; programa irá substituir o Bolsa Família – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro confirma valor de R$ 400 do Auxílio Brasil, mas diz que ‘ninguém vai furar o teto’ – October 20, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Benefício de R$ 400 até dezembro de 2022 é obra eleitoreira e não política de estado, diz relator de Auxílio Brasil na Câmara – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ministro da Cidadania confirma Auxílio Brasil em novembro com benefício mínimo de R$ 400 – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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