Por: SentiLecto

Onyx Lorenzoni declarou que o programa de pagamento do coronavoucher iniciará com as famílias que hoje recebem o Bolsa Família, que poderão optar pelo valor mais positivo. Onyx Lorenzoni é o ministro da Cidadania. Depois, o governo vai pagar os trabalhadores informais do CadÚnico, que agrega os beneficiários de programas sociais. Na sequência, vai ser a vez de microempreendedores individuais e autônomos, que contribuem para o INSS. Por fim, os informais fora do CadÚnico serão beneficiados.

A assistência do governo para que trabalhadores sem carteira cruzem a crise do coronavírus vai chegar mais tarde aos que hoje não recebem nenhuma espécie de assistência social. Informais que não estão no chamado Cadastro Único devem começar a receber o ajudinha de R$ 600 exclusivamente após a segunda quinzena de abril.

Para ter acesso aa ajudinha, a pessoa deve satisfazer, ao mesmo tempo, as seguintes exigências:

Na sexta-feira 20 de março o governo anunciou, , que pagaria os 15 primeiros dias de salário do trabalhador que estiver contagiado com coronavírus. Na prática, a medida antecipava o recebimento do auxílio-doença que era pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social .

Embora seja considerado o grupo mais vulnerável, essa parcela da população vai ter obstáculo em colocar as mãos no dinheiro, por estar fora dos bancos de dados.

Segundo fontes, informais fora do cadastro exclusivamente depois que o Ministério da Cidadania validar a autodeclaração de renda que o interessado deverá fazer, receberão o dinheiro.o Congresso Nacional a os informais aprovou segunda-feira a ajudinha emergencial. Rodrigo Maia cobrou agilidade. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.

Na sua vez, ainda há dúvidas sobre como será feita a distribuição do dinheiro. Mas estabeleceram-se critérios para quem poderá receber a assistência já . O principal deles é não ter trabalho formal. Além disso, o candidato deve ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo . Ou renda familiar mensal de até três mínimos .

— Se é um suporte emergencial, 16 de abril não parece tão emergencial para os brasileiros que estão precisando estão precisando dos recursos — declarou Maia.

Paulo Guedes se queixou da pressão para que liberem-se as medidas depressa. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Faz 1 mês, segundo Guedes, o governo enfrentava até um problema para mencionar as fontes de recursos necessárias para pagar a ajudinha que vai ter efeito de cerca de R 80 bilhões., $ 80 bilhões. Ele alegou que vai ser necessário aprovar uma proposta de emenda à Constituição para viabilizar o processo.

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— Para fazer com que o voucher no valor de R$ 600 chegue aos segmentos da população que mais precisam, o governo repassou ao Instituto Nacional do Seguro Social a tarefa de identificar quem serão os trabalhadores informais que vão ter direito aa ajudinha. Segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, a base de dados do INSS é mais extensa porque abrange um universo de pessoas que estão fora dos cadastros do Bolsa Família e do seguro-desemprego, dois programas já operados pelo banco. Ele declarou também que a Caixa vai fazer a maior parte do pagamento do voucher, mas precisa aguardar a aprovação do projeto pelo Senado e a sanção do presidente Jair Bolsonaro, além da edição de um decreto sobre a operacionalização da medida, a partir da próxima semana. Veja também: Mulheres chefes de família vão receber ajudinha emergencial de R$ 1.200 Para Guimarães, o maior desafio vai ser fazer com que o dinheiro chegue às mãos de quem não tem conta em banco, aparelho celular ou internet . De acordo com o projeto, o governo considerará o Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal , do Ministério da Cidadania, base de dados do Bolsa Família. Mas quem não está inscrito neste cadastro pode fazer uma auto-declaração via plataforma digital. Viu isso? Dono do Giraffas demite o filho após declaração contra isolamento. Veja vídeo O projeto que assegura o pagamento do voucher aos trabalhadores informais, batizado de «coronavoucher», a Câmara dos Deputados aprovou ele em essa quinta-feira. A ajudinha vai ser pago por três meses a até duas pessoas de uma mesma família que estejam no mercado informal de trabalho, com renda mensal familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda mensal familiar total de até três salários . Leia mais: Câmara aprova ‘coronavoucher’ de R$ 600 para informais. Veja quem pode receber Envie acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , alegou nesta sexta-feira que a agenda de reformas, principalmente a tributária, pode ser recomeçada se o governo garantir medidas de enfrentamento à crise do coronavírus no curto prazo que dêem previsbilidade à sociedade. Ao defender, em debate virtual organizado pelo Lide, grupo de empresários fundado pelo hoje governador de São Paulo, João Doria , que o governo prepare um pacote “horizontal” de medidas, envolvendo uma série de setores, Maia citou o adiamento de impostos e a questão dos aluguéis como pontos a serem atacados. O presidente da Câmara declarou: “Eu acho que o governo, se exibisse um pacote interligado e rápido, nos daria essa tranquilidade da previsibilidade, a gente poderia no momento seguinte já começar a debater”. Firmou.: “Se o governo nos desse essa previsibilidade, segunda-feira, eu lhe garanto, com isso coordenado, nós voltamos à pauta da reforma tributária, que já está na Câmara”,.Maia tem batido na tecla da defesa de medidas emergenciais de curto prazo, levando em conta os próximos dois, três meses, para depois se avaliar uma “segunda onda” de ações, tanto relacionadas à economia, quanto à saúde. Sobre eventual deferimento das votações municipais calculadas para outubro, advertiu que o assunto precisa ser tratado com “cuidado” e cogitou que há restrições constitucionais relacionadas à prorrogação de mandatos. Avaliou: “Não é uma questão simples”. “Cuidaremos dos dois meses, garantiremos reversibilidade, montaremos um planejamento para depois desse momento mais agudo”, defendeu. O deputado alegou que conserva conversas com líderes e declarou esperar que entre esta sexta e o sábado possa ter “sinal verde” para a Proposta de Emenda à Constituição que separa doaoverbaprincipal os gastos com o enfrentamento da crise do coronavírus. “Trabalharemos domingo, segunda, para ter um texto consensual rápido, para que a gente possa votar com rapidez.” Maia também declarou esperar que o governo mande na segunda-feira sua proposta de suspensão dos contratos de trabalho que inclua a liberação do seguro-desemprego. O assunto foi objeto de polêmica e reações negativas no começo desta semana. O Executivo chegou a editar medida provisória sobre o assunto, com a suspensão dos salários, mas não calculava o seguro-desemprego, levando o presidente Jair Bolsonaro revogar o equipamento.

Fonte: Extraoglobo-pt

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