Por: SentiLecto

– O Banco Central divulgou nesta terça-feira que aprovou a liberação de 17,5 bilhões de reais em empréstimos a 27 instituições financeiras relativos à primeira tranche da Linha Temporária Especial de Liquidez mediante a emissão de Letra Financeira Garantida, iniciativa larremessadaem março para dar sapoioaos bancos em meio à crise do coronavírus. Em nota, o BC, que mais cedo neste mês, alegou que os recursos financeiros serão disponibilizados às instituições nesta quarta-feira. Se vai avaliar a próxima liberação a o final de maio. As tranches seguintes vão ir até o fim de 2020, podendo chegar, de maneira agregada, a 100% do patrimônio de referência das instituições. O BC declarou: «Evidencia-se a aprovação da linha a instituições financeiras dos mais diversos portes, favorecendo o fluxo de liquidez para diversos mercados e produtos financeiros». «Nesse sentido, mostra-se importante, potente e inédito instrumento de abastecimento de liquidez ao Sistema Financeiro Nacional, tendo em conta a conjuntura econômica», adicionou a autoridade monetária. Faz 2 meses, quando estimou, o BC havia que, sozinha, ela poderia liberar 670 bilhões de reais em a economia, sua ação mais potente para injeção de liquidez em o enfrentamento em a crise com o coronavírus. investida vai permitir, na prática que serão financiadas pelo BC. A prática é a securitização das carteiras de crédito dos bancos em formato de letras financeiras. Com isso, os bancos vão ganhar recursos para poderem fechar mais financiamentos a clientes.

– O Banco Central anunciou nesta segunda-feira que concedeu autorização para funcionamento de arranjos de pagamento dirigidos por Visa, Mastercard, American Express, Elo e Itaucard. Segundo a BC, em conjunto essas instituições processam cerca de 99% das transações de cartões no Brasil. São 18 autorizações ao todo, sendo duas para American Express , uma para a Itaucard, duas para Elo e seis cada para Mastercard e Visa . O órgão já havia autorizado antes 17 arranjos de pagamentos fechados, modalidade em que os participantes e o instituidor do arranjo têm que pertencer a um mesmo conglomerado. Outros 13 arranjos de pagamento pediram permissão para funcionamento. – O Banco Central realçou que vê queda forte do Produto Interno Bruto na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre, segundo ata da reunião do Comitê de Política Monetária publicada nesta terça-feira, na qual pintou perspectivas sombrias para a atividade devido ao efeito do coronavírus. A ata assinalou: «Há evidência suficiente de que a economia padecerá forte contração no segundo trimestre deste ano, embora haja poucos dados disponíveis para o mês de abril». «A menos de progressões médicos na guerrazinha à pandemia, é plausível um cenário em que a retomada, além de mais gradual do que a considerada, seja caraterizada por idas e vindas», completou. Na semana passada, o BC cortou a Selic em 0,75 ponto, à nova mínima histórica de 3% ao ano, aampliandoo ritmo de afrouxamento monetário em meio às preocupações com a atividade doméstica, e já mencionando um novo ajuste de, no máximo, igual magnitude à frente. Repetiu-se a mensagem em esta terça-feira. Este foi o sétimo corte consecutivo dos juros básicos e veio após diminuição de 0,5 ponto em março. – O Banco Central realçou que vê queda forte do Produto Interno Bruto na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre, segundo ata da reunião do Comitê de Política Monetária publicada nesta terça-feira, na qual pintou perspectivas sombrias para a atividade devido ao efeito do coronavírus. No documento, o BC também mencionou que sua atuação leva em conta as expectativas mais baixas para a inflação neste ano, realçando que o compromisso com a meta para o IPCA é seu objetivo número um. A ata assinalou: «Há evidência suficiente de que a economia padecerá forte contração no segundo trimestre deste ano, embora haja poucos dados disponíveis para o mês de abril». «A menos de progressões médicos na guerrazinha à pandemia, é plausível um cenário em que a retomada, além de mais gradual do que a considerada, seja caracterizada por idas e vindas», completou. Como de praxe, o BC não abriu suas estimativas para o PIB, o que só costuma fazer no Relatório Trimestral de Inflação, documento que vai sair em junho. No RTI de março, a perspectiva ainda era de crescimento zero para o país em 2020. Desta vez, o BC frisou que projeções assinalam para uma recessão mundial com poucos precedentes históricos. No país, vai haver um efeito desinflacionário sobre a economia em função do forte ampliação do nível de ociosidade dos fatores de produção. O BC declarou: «A elevação súbita da incerteza sobre a economia deve redundar em ampliação da poupança precaucional e coerente diminuição expressiva da procura agregada». Segundo a autoridade monetária, esse quadro ensejou um começo de revisão para baixo das expectativas para a inflação para níveis não compatíveis com as metas, em particular para o horizonte pertinente da política monetária, que abarca o ano de 2021. Nesse sentido, o BC reafirmou seu compromisso com a meta para o IPCA estabelecida pelo governo, realçando que este «sempre foi e segue sendo o principal objetivo da política monetária». A meta deste ano é de inflação de 4% e, no próximo ano, de 3,75%, sempre com margem de 1,5 ponto para mais ou para menos. Dependendo das premissas consideradas, as contas do BC assinalam para um IPCA de 2,4% ou 2,3% para 2020 –abaixo, portanto, do piso da meta–, e de 3,4% ou 3,2% para 2021. Na semana passada, o BC cortou a Selic em 0,75 ponto percentual, à nova mínima histórica de 3% ao ano, aampliandoo ritmo de afrouxamento monetário em meio às preocupações com a atividade doméstica, e já mencionando um novo ajuste de, no máximo, igual magnitude à frente. Repetiu-se a mensagem em esta terça-feira. Este foi o sétimo corte consecutivo dos juros básicos e veio após diminuição de 0,5 ponto em março. A próxima reunião do Copom ocorre em 16 e 17 de junho. A publicação da ata era aguardada pelo mercado após o BC mudar de postura e passar a assinalar, no comunicado, que sua resolução teve como pano de fundo a derrocada da economia. Em março, quando a crise com o coronavírus começou a ganhar contornos mais sérios, o BC chegou a cogitar que relaxamentos monetários complementares poderiam tornar-se contraproducentes se redundassem em aperto nas condições financeiras –comunicação que abandonou. Isso aconteceu apesar do quadro fiscal ter ficado mais desafiador para o país, em meio a pressões para gastos permanentes e falta de alinhamento no front político para a progressão de projetos no Congresso nos moldes queridos pela equipe econômica. LIMITE Na ata, o BC mencionou que a maioria dos membros do Copom cogitou que há um limite efetivo mínimo para a Selic e que esse platô seria mais alto em países emergentes, pela presença de um prêmio de risco. Isso ocorre para o Brasil, dada sua relativa fragilidade fiscal e incertezas quanto à sua trajetória fiscal prospectiva, ddeclarouo BC. Alegou: «Nesse contexto, já estaríamos próximos do nível onde diminuições complementares na taxa de juros poderiam ser acompanhadas de instabilidade nos mercados financeiros e nos custos de ativos». Em contrapartida, um membro do Copom argumentou que não haveria razão para a existência desse limite mínimo operacional, já que os tradicionais canais da política monetária continuariam operantes, sem descontinuidades, embora, provavelmente, com uma ampliação do conseqüência de variações da taxa de juros básica sobre os custos de ativos financeiros. O BC, sobre o assunto deduziu: «O Comitê como um todo reconheceu o protagonismo de gradualismo na condução da política monetária para avaliação da resposta dos custos de ativos financeiros».

Na segunda-feira 20 de abril – O Banco Central divulgou dados que mostram uma ampliação das concessões de crédito da sistema financeira a companhias e pessoas físicas no mês de março, quando o país já padecia o baque do Covid-19, e relacionou a performance a medidas tomadas pela autarquia para promover o bom funcionamento do mercado financeiro. Faz 2 meses, definiam se as taxas de acordo com o BC de março as concessões para as companhias com crédito livre em que sem interferência de o governo, ampliaram %58,4 em a comparação, com o mesmo fase de o ano anterior. A terceirdo mês registrou a alta mais significativa, de 100% frente ao mesmo fase de 2019, para 56,6 bilhões de reais. Faz 2 meses, a alta de as concessões em as famílias foi menos pertinente, de %14,7 de março.Os dados inteiros da performance do crédito no mês de março têm divulgação calculada no final de abril. O BC em publicação em seu site declarou: «Para reduzi o efeito dos conseqüência da pandemia provocada pelo novo coronavírus sobre a economia brasileira, o Banco Central vinha adotando uma série de medidas fundamentais para promover o bom funcionamento do mercado, sem abrir mão da solidez e da estabilidade do Sistema Financeiro Nacional». Algumas das medidas para liberar liquidez relacionadas foram a diminuição do obrigatório sobre depósitos a prazo e a autorização para que a autoridade monetária conceda empréstimos aos bancos mediante a emissão de letras financeiras garantidas.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>BC empresta R$17,5 bi com lastro em letra financeira a 27 bancos
>>>>>BC concede licenças de arranjos de pagamentos para 5 instituições – May 11, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC vê queda forte do PIB na primeira metade do ano e recuperação gradual a partir do 3o tri – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC vê queda forte do PIB na primeira metade do ano e reforça compromisso com meta de inflação – (Extraoglobo-pt)

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