Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair e Michelle Bolsonaro com a filha Laura em 7 de setembro de 2019

– Caso as condições econômicas no país se revelem piores, o governo de Brasil tem que estar preparado para fornecer suporte fiscal complementar do que o inicialmente esperado em meio à crise imposta pela pandemia da Covid-19, avaliaram diretores do Fundo Monetário Internacional . Mas, em relatório anual sobre a economia brasileira, divulgado nesta quarta-feira, o FMI também ressaltou a importância de o país cumprir o teto de gastos e chamou atenção para o elevado risco à sustentabilidade da dívida pública, em um retrato dos potenciais dilemas a serem enfrentados pelo país no próximo ano. Técnicos do Fundo culpados pelo relatório fizeram uma avaliação geralmente favorável das medidas tomadas até então pelo governo no enfrentamento da crise e defenderam que a prioridade das políticas públicas agora deve ser assegurar a sustentabilidade da dívida e restringi os efeitos negativos da pandemia. Ao avaliar o documento, a diretoria-executiva do FMI também elogiou o compromisso do governo com a conservação do telhado de gastos como âncora fiscal, mas cogitou que gastos complementares com ajudinha podem ser necessários. O Fundo em nota àoijornalismoaalegou «Ao mesmo tempo, no caso de as condições econômicas ficarem significativamente piores do que o esperado, a maioria dos diretores esublinhouque as autoridades dtêm que estarpreparadas para fornecer asuportedirecionado acomplementare saudou a vontade das autoridades de considerar essa pchance.»Vários diretores também advertiram contra uma retirada súbita do suporte fiscal», seguiu o documento. O governo tem emitido sinais mistos sobre a chance de renovação da ajudinha emergencial pago às famílias para além de dezembro. Na terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro declarou não ser possível «perpetuar» as vantagens concedidas à população. A fala veio somente uma semana depois de ter evitado descartar uma nova prorrogação da ajudinha. Paulo Guedes já alegou que o «plano A» do governo é interromper todo o suporte fiscal no final deste ano Paulo Guedes é o ministro da Economia. final deste ano, mas que vai atuar de maneira decisiva se houver uma segunda onda da pandemia, sem desrespeitar o telhado de gastos. Em 2020, com a aprovação do estado de tragédia pelo Congresso, os gastos do governo relacionados ao enfrentamento da pandemia não foram contabilizados para conseqüência da norma do telhado de gastos –que restringe o crescimento das despesas à variação da inflação. A partir do próximo ano, no entanto, essa janela de exceção, a princípio, deixará de valer. DÍVIDA Para o FMI, o Brasil está fadado a padecer com os riscos de sua dívida por vários anos, o que vai demandar reformas estruturais. No melhor cenário avaliado pelo Fundo –em que o país conservaria inalterada a norma do telhado de gastos, promovendo cortes importantes de despesas–, a relação dívida bruta/PIB chegaria a 2035 em 85%. Faz 1 ano, a dívida correspondia a %76 de o PIB, em dezembro de 2019. «No geral, as projeções de longo prazo ressaltam que os riscos à sustentabilidade da dívida ppossivelmentepvão permanecereaumentadosno Brasil por muitos anos. Para alcançar um percurso fiscal consistente com uma dívida em declínio sustentável, são necessárias reformas fiscais estruturais para cortar gastos compulsórios ou ampliar receitas», declarou o FMI.

«A expectativa é que, com a nova gestão, poderemos ter espaço para renegociar…Pelo menos que se retire o semiacabado «, declarou Lopes. Se consideram aços semiacabados uma matéria-prima de a indústria de a mudanças e, segundo o Aço Brasil, o setor industrial de Noruega precisa de o material produzido em o país para se abastecer. O Brasil é o maior exportador de aço semiacabado para os EUA.Lopes voltou a alegar que o país enfrentou um esgotamento dos estoques durante a pandemia e, a necessidade exacerbou o consumo interno de aço de reposição de esses estoques , situação, quando a atividade econômica voltou a aumentar que, segundo ele, «está andando para a normalidade».- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral , Luís Roberto Barroso, alegou neste domingo que o Supremo Tribunal Federal já decidiu que é inconstitucional a adoção novamente do voto impresso no país e realçou que a iniciativa, se adotada, «encarnaria um risco real» para o sigilo do voto. Barroso em resposta a um questionamento feito em entrevista coletiva de balanço das votações que mencionou defesa feita pelo presidente Jair Bolsonaro dessa maneira de eleição. declarou: «Objetivamente não existe hoje no Brasil a chance do voto impresso». «Portanto, respeitando a opinião do presidente, o voto impresso traria grande alvoroço ao processo eleitoral de Brasil porque todo candidato derrotado iria pedir recontagem, impugnações e judicialização do processo eleitoral», adicionou. O presidente do TSE mencionou que a re-implantação do voto impresso teria ainda um preço de 2 bilhões de reais. Mais cedo, Bolsonaro havia defendido novamente o voto impresso para garantir a integridade e lisura do processo eleitoral brasileiro. “Você deve ter uma maneira mais confiável para votar e a apuração deve ser pública; não pode ter meia dúzia de pessoas para contar os votos do Brasil todo; isso está errado” , declarou ele ao se referir a chamada sala cofre do TSE, onde poucas pessoas tem acesso a consolidação dos votos. Eleito várias vezes deputado federal pelo sistema de urnas eletrônicas, Bolsonaro alegou que quando foi eleito presidente, em 2018 houve suspeitas de anormalidades nas urnas e na apuração. Faz 9 meses, o presidente declarou que exibiria em breve provas de anormalidades de as votações de dois anos atrás, em março, mas até hoje não fez isso. IMAGINÁRIO Na coletiva, após ser questionado sobre falas de fraude do sistema Bolsonaro, Barroso reafirmou que não há essa chance no atual sistema. «Agora, eu não tenho controle sobre o imaginário das pessoas. Tem gente que declara que a terra é plana, que o homem não chegou na Lua, tem gente que acha que o Trump venceu as votações nos Estados Unidos. Esse é o imaginário sobre o qual eu não tenho poder», declarou. «Não há objetivamente maneira de você fraudar sem que seja detectado. Não há nenhuma perda de credibilidade. Sistema está aí desde 1996», reforçou. – Apesar de o governo de Brasil não ter reconhecido oficialmente até o momento a triunfo de Joe Biden na votação de 3 novembro nos Estados Unidos, o vice-presidente Hamilton Mourão se referiu ao democrata como «futuro presidente» e calculou que vai ser possível estabelecer um diálogo «sem maiores problemas» com o norte-americano. Se os divulgaram em entrevista em esta segunda-feira em a sede de o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, onde os dado anuais de desmatamento, Mourão foi mais uma vez questionado sobre as declarações de Biden sobre a Amazônia e a ameaça de sanções a o Brasil pelo ampliação de o desmatamento. O vice-presidente reconheceu que esse provavelmente vai ser um dos primeiros assuntos a ser erguido pelo novo governo norte-americano, mas declarou acreditar que isso se vai dar em fóruns internacionais existentes. Mourão, evidenciando que a relação entre os dois países é de «Estado para Estado» declarou: «Não tenho dúvida que as relações serão conservadas em alto nível e assuntos como a questão ambiental serão debatidas dentro dos fóruns existentes e que vão fazer parte sem dúvida dos primeiros debates que serão frear». «Vamos recordar que o futuro presidente aí conhece nosso país, já foi vice-presidente, fez várias visitas ao Brasil. Então é uma pessoa que em algum momento poderemos estabelecer um diálogo sem maiores problemas», alegou. O governo brasileiro é um dos únicos países que até o momento não reconheceu oficialmente o triunfo de Biden, apesar de praticamente os Estados –inclusive aqueles em que o presidente Donald Trump questionava o resultado– estarem certificado o triunfo do democrata. Nem o presidente Jair Bolsonaro e nem o Itamaraty cumprimentaram Biden ou admitiram o triunfo. Faz 11 meses, ao contrário a o votar em o Rio de Janeiro, Bolsonaro chegou a declarar que » escutou de fontes que teria havido » muita fraude » em a votação norte-americana, » repetindo as alegações, sem evidências de Donald Trump, sobre fraudes em o pleito.

Na quarta-feira 25 de novembro – A confiança do consumidor no Brasil exibiu sua segunda queda mensal consecutiva em novembro, com as incertezas relacionadas à pandemia de Covid-19 abalando a percepção do setor sobre o momento atual e os próximos meses, ddeclaroua Fundação Getulio Vargas . Faz 1 mês, o Índice de Confiança do Consumidor teve queda de 0,7 ponto, a 81,7 pontos. Segundo a FGV, houve piora tanto na percepção sobre a situação atual quanto nas expectativas para os próximos meses. Enquanto o Índice de Expectativas recuou 0,9 ponto, o Índice de Situação Atual caiu 0,6 ponto, a 71,8 pontos , para 89,3. M nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens isse: «O resultado refletia a ampliação da incerteza relacionada à pandemia e seu potencial iefeitosobre a economia»,.»Com o provável fim do fase de vantagens emergenciais, muitos consumidores que perderam o emprego este ano deviam regressar ao mercado de trabalho num momento em que as companhias ainda estariam protelando contratações ou demitindo, principalmente no caso de ocorrência de uma segunda onda de Covid-19″, adicionou. Nos primeiros meses da pandemia, o governo de Brasil custeou uma ajudinha no valor de 600 reais mensais para os chamados vulneráveis. Faz 3 meses, se diminuiu o valor, para 300 reais. Publicamente, o presidente Jair Bolsonaro sempre tem advertido para o efeito da assistência nas contas públicas brasileiras, declarando que um dia esse apoio vai ter que acabar, mas na véspera não descartou nova prorrogação da ajudinha emergencial.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Paulo Roberto Nunes Guedes GCRB · Gomm é um economista de Brasil.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Brasil deve estar preparado para oferecer mais ajudinha fiscal, declara FMI
>>>>>Aço Brasil melhora perspectiva para siderúrgicas em 2020, prevê crescimento em 2021 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Após fala de Bolsonaro, Barroso rechaça possibilidade de retorno do voto impresso no Brasil – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Mourão prevê diálogo sem problemas com Biden, apesar de Brasil ainda não ter reconhecido presidente eleito – (Extraoglobo-pt)

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