Por: SentiLecto

– Faz 2 meses, o estoque total de crédito em o Brasil subiu %0,8 sobre maio, a 3,625 trilhões de reais, resultado guiado principalmente por a ampliação de financiamentos a companhias em meio em a operação de programas mais recentemente voltados para pequenos negócios,divulgou o Banco Central nesta-quarta-feira. Com isso, o estoque total passou a 50,4% do Produto Interno Bruto . Entre famílias a elevação foi de 0,7%, enquanto entre companhias o crescimento do crédito foi de 1% em junho ante maio. Em a parte de o crédito direcionado , em que o governo fixa as taxas de juros , houve ampliação de %1,7 em o mês para pessoas jurídicas , em um reflexo de a concessão de financiamentos em programas como o Pronampe , voltado para micro e pequenas companhias. Faz 2 meses, por conta do programa, a linha » outros créditos direcionados » teve alta de %6,8, informou o BC que calculou em o mês passado uma alta de o crédito de %7,6,, acima dos %4,8 vistos antes, em uma revisão puxada por a expectativa de mais financiamentos em as companhias em função da sua necessidade de caixa diante da queda em as vendas em meio em a pandemia de coronavírus, um acréscimo de 6,2 bilhões de reais.estes, cerca de 5 bilhões de reais podem ser atribuídos ao Pronampe, informou o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha. O Pronampe nasceu com verba de 15,9 bilhões de reais para garantir até 100% das operações de crédito a negócios de menor porte e, em julho, os bancos já vinham informando que a linha seria exaurida. Na primeira metade do ano, o crédito às pessoas jurídicas teve elevação de 8,3%, ao passo que entre pessoas físicas a expansão foi bem mais tímida, de 1,2%. De forma geral, a alta do crédito no país foi de 4,2% no primeiro semestre, chegando em 12 meses a 9,8%. Faz 1 mês, em relação a o preço de os financiamentos em o país, os juros médios caíram a %27,9 em junho, contra %29,6 em o mês anterior, dado que considera somente o segmento de recursos livres em o qual as instituições financeiras definem livremente as taxas,. O spread, que mede a diferença entre a taxa de captação dos bancos e a cobrada a seus clientes, recuou 1,3 ponto no mesmo fase, a 23,4 pontos percentuais. Faz 2 meses, por sua vez, a inadimplência em recursos livres reduziu a %3,7, sobre %4,0. Faz 2 meses, sinais de Recuperação Rocha, de o BC, chamou a atenção para uma reação em os saldos de o cartão de crédito em a vista para compras feitas por pessoas físicas, com ampliação de %3,4, após retração vista em abril e maio.»Houve um crescimento, mas essa é uma recuperação gradual que tem ocorrido na economia», cogitou ele, após realçar que, mesmo com a expansão, o estoque nessa modalidade, agora em 168,7 bilhões de reais, segue longe do platô visto até março, de 192,1 bilhões de reais.

– O estoque total de crédito no Brasil subiu 0,8% em junho sobre maio, passando a 50,4% do Produto Interno Bruto , divulgou o Banco Central nesta quarta-feira. No mês, a inadimplência no segmento de recursos livres caiu a 3,7%, ante 4,0% no mês anterior. Faz 2 meses, já o spread bancário em o mesmo segmento recuou a 23,4 pontos percentuais, ante 24,7 pontos. – O superávit em transações correntes brasileiras foi de 2,235 bilhões de dólares em junho, quarto dado positivo consecutivo, com o déficit em 12 meses passando a 2,35% do Produto Interno Bruto , divulgou o Banco Central nesta terça-feira. Já os investimentos diretos no país alcançaram 4,754 bilhões de dólares. Em pesquisa Reuters, a expectativa era de um superávit em transações correntes maior, de 3,8 bilhões de dólares, e de um IDP menor, de 3,58 bilhões de dólares. Para o mês de julho, o BC projetou um novo superávit em transações correntes, de 500 milhões de dólares, e IDP de 2 bilhões de dólares. Faz 6 dias, de este mês, o fluxo cambial ficou negativo em 3,733 bilhões de dólares, informou ainda o BC, até o dia 23. – Faz 25 anos, o superávit em transações correntes brasileiras foi de 2,235 bilhões de dólares, maior para o mês de a série histórica começada por o Banco Central em janeiro de 1995, com as contas externas auxiliadas por o profundo efeito de a crise de o coronavírus em viagens internacionais e em as trocas comerciais. Este seria o quarto dado consecutivo no azul para as transações correntes, mas Faz 4 meses, o BC revisou em esta o resultado de março para déficit de 11,1 milhões de dólares, após divulgar superávit de 868 milhões de dólares para o fase inicialmente. A mudança refletiu ajuste nos dados da balança comercial. [nL2N2EZ149] Já os investimentos diretos no país alcançaram 4,754 bilhões de dólares em junho. Em pesquisa da Reuters, a expectativa era de superávit em transações correntes maior, de 3,8 bilhões de dólares, e de um IDP menor, de 3,58 bilhões de dólares. O país tem obtido superávits nas transações correntes em meio à esignificativadreduçãonos déficits nas contas de renda primária e de serviços, abaladas pelo surto de Covid-19. Faz 1 mês, dentro da conta de serviços, as despesas líquidas com viagens a o exterior adicionaram 72 milhões de dólares, sobre 1,150 bilhão de dólares um ano antes. Faz 1 mês, já os gastos líquidos com aluguel de equipamentos caíram a 941 milhões de dólares, sobre 1,321 bilhão de dólares de o ano passado. Faz 1 ano, em a renda primária, as remessas de lucros e dividendos recuaram a 1,760 bilhão de dólares, de 2,461 bilhões. Faz 1 ano, também contribuindo para o superávit em transações correntes, a balança comercial ficou em o azul de dólares em o mês, contra 4,714 bilhões em junho de 2019, afetada por retração mais forte em a ponta de as importações que de as exportações. Nos seis primeiros meses do ano, houve déficit em transações correntes de 9,734 bilhões de dólares, significativa diminuição ante o rombo de 20,998 bilhões de dólares do mesmo fase do ano passado. Em 12 meses, o déficit em transações correntes caiu a 2,35% do Produto Interno Bruto , ou 38,188 bilhões de dólares. Para 2020, a expectativa do BC é de déficit em transações correntes de 13,9 bilhões de dólares. Nesta terça-feira, a autoridade monetária calculou que, em julho, terá que haver novo resultado positivo para as transações correntes, desta vez de 500 milhões de dólares. Para o IDP, o BC projetou entrada líquida de 2 bilhões de dólares no país em julho. Faz 6 dias, até dia 23, o fluxo cambial ficou negativo em 3,733 bilhões de dólares, informou ainda o BC, em este mês. Faz 1 mês, investimento os investimentos em portfólio em o mercado doméstico brasileiro ficaram positivos em junho em 2,380 bilhões de dólares, sendo 1,948 bilhão de dólares em títulos de dívida e 432 milhões de dólares em ações e fundos de investimento. Para julho, dados parciais do BC até o dia 23 mostram entrada líquida 247 milhões de dólares em investimentos em carteira. No primeiro semestre, as saídas líquidas adicionaram 31,252 bilhões de dólares, pior resultado da série, que tem começo em 1995. No fase, houve retirada de 19,860 bilhões de dólares em ações e fundos de investimento e de 11,392 bilhões de dólares em títulos de dívida. Faz 4 meses, quando 22,228 bilhões em investimentos em carteira deixaram o país, se concentraram os fluxos de saída. Fernando Rocha a jornalistas. alegou: «O que se espera é que, ao longo do tempo, normalizando as condições, a gente possa ter um regresso pelo menos parcial desses recursos ao país». Fernando Rocha é o chefe do Departamento de Estatísticas do BC. «Faz 1 mês, a gente já teve um regresso parcial, em julho parece que está no zero a zero. Não dá para declarar ainda se esse é um movimento permanente.» Os dados do BC mostraram ainda que, em julho, companhias de residentes no país retornaram com 2,866 bilhões de dólares de investimentos no exterior. Foi o quarto mês seguido de desinvestimentos, em movimento que está concentrado no setor financeiro, segundo o BC. De acordo com Rocha, os retornos de recursos refletem mudanças em regras que diminuíram a soma de capital regulatório que deve ser conservado no exterior e provavelmente também uma preferência das instituições por reforçar seu capital no país neste momento.

Na terça-feira 21 de julho – O Conselho Monetário Nacional regulamentou em reunião o Programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas , com o qual o governo espera destravar até 120 bilhões de reais em crédito a micro, pequenos e médios empresários a condições mais favoráveis do que encontram no mercado. O CGPE era a principal iniciativa de um segundo pacote para impulsionar o crédito anunciado pelo Banco Central no fim de junho. Ele possibilitaria uma diminuição do volume de capital necessária pelas instituições financeiras para conservar ativos decorrentes de diferenças provisória fiscais. Em troca da vantagem, os bancos teriam que conceder créditos novos para companhias de menor porte. Diferentemente de outros programas, essa nova medida não envolveria garantias ou recursos da União. No CGPE, tanto o risco quanto os recursos emprestados eram integralmente das instituições financeiras. Na prática, o BC buscou aumentar a base de capital dos bancos para que possam correr o risco de ter perdas não esperadas sem comprometer o cumprimento dos limites mínimos prudenciais regulamentares. Por isso, as taxas no âmbito desta linha serão livremente pactuadas e não obedecerão a um limite. Segundo o diretor de Fiscalização do BC, Paulo Souza, a expectativa da autarquia era que esse preço fique entre 9% a 15% ao ano. No CGPE, o prazo do crédito seria de no mínimo 36 meses, com escassez de principal por no mínimo seis meses. Segundo o BC, pelo menos 80% do programa seria direcionado a companhias menores e médias, com receita bruta anual de até 100 milhões de reais. No Pronampe, por exemplo, que era voltado a companhias com faturamento de até 4,8 milhões de reais ao ano, o Tesouro cobria até 100% da inadimplência de operações individuais dos clientes. A taxa de juros fixada no programa foi de Selic mais 1,25% ao ano. IMÓVEL COMO garantia PARA MAIS EMPRÉSTIMOS Na mesma reunião do CMN, o governo também regulamentou o compartilhamento de alienação fiduciária de bens imóveis, abrindo percurso para que o mutuário possa utilizar parte do que já foi pago no seu financiamento imobiliário, podendo tomar esse dinheiro emprestado da instituição financeira ao mesmo preço acertado no contrato original. O BC já havia divulgado a expectativa de que a investida poderia agitar um volume complementar de crédito de 60 bilhões de reais. O BC defendeu que, como a medida tinha personalidade permanente, ela tinha que gerar «efeitos expressivos positivos para o mercado de crédito também no médio e no longo prazos, haja vista a característica da modalidade de garantia envolvida e os coerentes efeitos em relação à segurança jurídica das operações e ao cpreçode crédito para os tomadores». A regulamentação possibilitava que admitam-se os empréstimos a pessoas físicas e jurídicas garantidos por a alienação de bens móveis para fins de o atendimento de o direcionamento de os depósitos de poupança, observados os limites definidos por a legislação. O BC evidenciou, entretanto, que seguia inalterado o percentual mínimo dos referidos depósitos a ser obrigatoriamente destinado a operações de financiamento habitacional.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Estoque de crédito no Brasil sobe 0,8% em junho e 4,2% no 1º semestre, declara BC
>>>>>Estoque de crédito no Brasil sobe 0,8% em junho, diz BC – July 29, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Brasil tem quarto superávit seguido em transações correntes em junho, a US$2,235 bi – July 28, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Brasil tem superávit em transações correntes recorde para junho, de US$2,235 bi – (Extraoglobo-pt)

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