Por: SentiLecto

– Governos de Estados da região amazônica estão intensificando a guerrazinha à ddevastaçãoda floresta tropical com milhões de reais de um fundo com dinheiro recuperado da Petrobras a partir da operação Lava-Jato, que tem permitido às autoridades estaduais compensar em parte o enfraquecimento das ações de proteção ambiental durante o governo do presidente Jair Bolsonaro. Agências ambientais estaduais vão ter uma fonte de recursos imprevista que a Reuters calcula em ao menos 140 milhões de reais. Vai investir-se o dinheiro que vem de um acordo de indenização de a Petrobras,, em fiscais, jipes, tecnologia de vigilância e outros gastos para proteger a floresta tropical, declararam autoridades de os nove Estados amazônicos em a Reuters.»Caiu do céu. Sabe o que é cair aquele dinheiro que você jamais esperava e de repente verá o seu saldo e esta lá um dinheiro que você nem pensava que tinha?», declarou Robério Nobre, secretário de Estado do Meio Ambiente do governo do Amapá. Se o relatou a quantia que será destinada em as agências ambientais estaduais não anteriormente.Faz 1 ano, o desmatamento de a Amazônia de Brasil atingiu uma alta de 11 anos, e continua subindo neste ano. Embora a diminuição do financiamento tenha, a ampliação da arruinou coincidiu com a redução de recursos brasileira e dos Recursos Naturais Renováveis, que iniciado antes de Bolsonaro, ativistas ambientais culpam o atual governo por piorar a situação relaxando as proteções da floresta tropical, , cujo verba se o cortou diversas vezes em os últimos anos e hoje tem menos da metade dos 1.600 agentes de campo que tinha em 2009. Bolsonaro critica o que vê como normas ambientais bastante rígidos que atrapalham o desenvolvimento econômico. “A transferência de recursos do Fundo Petrobras vem no momento muito oportuno. Os Estados podem ocupar esse vácuo, podem fazer um contraponto em relação do governo federal”, declarou Ana Karine Pereira, professora de política ambiental no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília. A Petrobras esteve no cerne do maior escândalo de corrupção da história brasileiro, revelado pela operação Lava-Jato, que envolveu o pagamento de propinas a centenas de políticos e líderes empresariais em troca da concessão de contratos com a petroleira. A companhia admitiu anormalidades relacionadas à manutenção de registros e a controles internos, tconcluindopor cconsentiem pagar uma multa de 853 milhões de reais para se livrar das adenúnciasde que violou leis anticorrupção dos Estados Unidos. As autoridades norte-americanas aceitaram devolver a maior parte dos recursos ao governo brasileiro. O Supremo Tribunal Federal decidiu direcionar uma parcela dos fundos à proteção ambiental a cargo dos Estados, depois que os incêndios na floresta amazônica aampliaramno ano passado e provocaram rmotiminternacional.PROJETOS Para os Estados normalmente carentes de fundos, o dinheiro expandiu as verbas radicalmente. Faz 1 ano, a agência ambiental de o Pará, o Estado com o maior nível de desmatamento recebeu 49 milhões de reais, o dobro de sua verba anual de 24 milhões. Vai gastar-se a soma ao longo de cerca de dois anos. O Pará está contratando 100 agentes de campo complementares para vigiar o desmatamento e outros crimes, 10 vezes o número de agentes que tinha antes. Estes vão realizar sua primeira operação em junho, declarou o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Mauro O’de Almeida. Vários dos Estados têm longos planos escritos para a utilização do dinheiro. O plano do Amapá, por exemplo, admira desde adquiri equipamento para monitorar o desmatamento à reavaliação de suas áreas de reservas protegidas, ddeclarouo secretário Nobre. Roraima, que faz fronteira com a Venezuela, tem um documento de 35 páginas que promete apoiar a agricultura sustentável e educar os habitantes sobre a prevenção de incêndios. Quando os incêndios costumam chegar a o auge, ionilson Souza declarou que se utilizará parte de os fundos para contratar bombeiros em outubro. Ionilson Souza é o chefe da agência ambiental estadual. Nem todos os Estados vão gastar o orçamento com o meio ambiente. Faz 1 mês, o Supremo decidiu que quatro de eles vão ter licença de redirecionar os fundos para a guerrazinha a o coronavírus., parcial ou integralmente,, em maio para a guerrazinha ao coronavírus. O governo Bolsonaro mandou milhares de soldados para a Amazônia no mês passado para lutar o desmatamento. Ativistas ambientais declaram que os militares não conseguem trocar eficientemente a vigilância permanente de agências especializadas como o Ibama. O vice-presidente Hamilton Mourão reconheceu que mandar os militares não é o ideal O vice-presidente Hamilton Mourão é general da reserva que comanda a operação., mas declara que é a melhor alternativa disponível para o governo carente de dinheiro. Quando o primeiro mandato de Bolsonaro conclui, no mês passado, ele declarou que o objetivo final é ampliar o pessoal e o financiamento do Ibama até 2022. Os Estados declaram estar preenchendo as lacunas. Mauro O’de Almeida declarou: «A gente não está esperando por essa assistência, estamos fazendo nossa parte».

– Os esforços para conservar a floresta amazônica em pé e diminuir as emissões de gases do conseqüência estufa no Brasil estão sendo dificultados por cortes na verba para o órgão ambiental do país e seu principal programa de mudanças climáticas, declararam pesquisadores. O Brasil tem visto uma forte ampliação no desmatamento sob o governo do presidente Jair Bolsonaro, com menos da metade dos inspetores florestais que tinha há uma década e a pandemia de Covid-19 se disseminando depressa pela região amazônica. Em comparação com 2019, os primeiros cinco meses de 2020 registraram uma queda substancial nos gastos do governo em atividades de inspeção florestal realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . Faz 1 ano, o valor alocado foi de 17,4 milhões de reais contra 5,3 milhões de reais até agora em 2020, segundo dados de o Instituto de Estudos Socioeconômicos, organização sem fins lucrativos que analisa a verba pública por mais de 30 anos, de janeiro a maio de 2019. Se diminuiu o financiamento para atividades de o plano nacional de mudanças climáticas brasileiras também , de 436 milhões de reais em 2019 para 247 milhões de reais em 2020, uma queda de mais de %40, mostrou a pesquisa de o Inesc. O plano climático, liderado pelo Ministério do Meio Ambiente, visa satisfazer o compromisso internacional do Brasil sob o Acordo de Paris de 2015 de diminuir suas emissões de gases de conseqüência estufa em 37% em relação aos níveis de 2005 até 2025 e uma «diminuição pretendida» de 43% até 2030. As medidas do plano incluem ampliar a energia renovável, diminuir o desmatamento ilegal na Amazônia a zero até 2030 e restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas na próxima década –metas que foram definidas em 2015 pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Faz 1 ano, no entanto, o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, um instrumento financeiro essencial para a implementação de o plano climático de o governo, teve gasto zero e até agora em 2020, segundo o Inesc. E o Fundo Amazônia, no qual Noruega e Alemanha desembolsavam orçamentos pela proteção florestal, está paralisado desde janeiro de 2019, retiveram novos desembolsos, depois que o Ministério do Meio Ambiente mudou a estrutura de governança do fundo e os doadores. Alessandra Cardoso declarou que o encolhimento da verba para medidas climáticas e proteção florestal está «de acordo com» os discursos e resoluções administrativas de Bolsonaro, como a substituição de técnicos por militares. Alessandra Cardoso é assessora política do Inesc. Ela declarou: “Tudo isso configura um esvaziamento da política ambiental com consequências visíveis”. Para Suely Araújo, cientista política da Universidade de Brasília e ex-presidente do Ibama, a diminuição de recursos para lutar as mudanças climáticas assinala para a falta de interesse do governo pelo problema. “A verba é um espelho das prioridades governamentais. Se o dinheiro está diminuindo, significa que o governo está dando menos atenção para aquele tema, o que é muito preocupante”, disse Araújo. «ACUSADO INJUSTAMENTE» Ao mesmo tempo em que o governo federal tem cortado recursos para a ação climática, Bolsonaro aprovou uma operação militar para auxiliar a proteger a Amazônia e evitar incêndios. Com um preço de 60 milhões de reais por somente um mês, até 10 de junho, e envolvendo 3.800 militares, o objetivo é «lutar ilegalidades na Amazônia», segundo o Conselho Nacional da Amazônia, coordenado por Bolsonaro. A previsão da verba de inspeção do Ibama para todo o ano de 2020 não é bastante maior, de 77 milhões de reais, segundo o Inesc. Para ser eficaz, o policiamento do desmatamento solicita uma série de medidas diferentes ao longo do tempo, em vez de colocar um grande número de pessoas em locais específicos por algumas semanas, declarou Araújo. Uma porta-voz do Ministério da Defesa alegou que a operação militar é importante porque «o Brasil é injustamente acusado de não cuidar da Amazônia». Para o Ministério da Defesa, essa ação organizada «prova claramente a firme resolução brasileira em conservar e defender a Amazônia», declarou ela à Thomson Reuters Foundation. No entanto, o desmatamento na área de Brasil da Amazônia nos primeiros quatro meses de 2020 ampliou 55% em relação a um ano atrás, segundo dados preliminares do governo. Enquanto as pessoas estão com as atenções voltadas na pandemia de coronavírus, em um vídeo que o Supremo Tribunal Federal determinou que fosse divulgado em maio, Ricardo Salles pediu ao governo que promovesse uma maior desregulação da política ambiental. Ricardo Salles é o ministro do Meio Ambiente.O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente não responderam aos pedidos de observações da Thomson Reuters Foundation.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil, Venezuela, United States

Cities: Brasilia

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>EXCLUSIVO–Estados da Amazônia agilizam guerrazinha ao desmatamento com recursos recuperados na Lava Jato
>>>>>ANÁLISE-Brasil reduz orçamento de combate a mudanças climáticas enquanto desmatamento cresce – June 02, 2020 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 Estados 0 0 ORGANIZATION 5 todos os Estados: 1, (tacit) eles/elas (referent: Os Estados): 1, Os Estados: 2, os Estados: 1
2 operação Lava-Jato 100 100 OTHER 4 a operação Lava-Jato: 2, operação Lava-Jato: 2
3 governo 0 60 NONE 4 o governo: 2, o atual governo: 1, o governo federal: 1
4 eu 0 40 NONE 4 (tacit) eu: 4
5 operação 0 30 NONE 4 a operação militar: 1, a operação: 1, sua primeira operação: 1, uma operação militar: 1
6 Jair Bolsonaro 0 0 PERSON 4 Bolsonaro: 3, O governo Bolsonaro: 1
7 dinheiro 115 0 NONE 3 O dinheiro: 2, o dinheiro: 1
8 Inesc 80 0 ORGANIZATION 3 o Inesc: 2, (tacit) ele/ela (referent: o Inesc): 1
9 orçamento 30 0 NONE 3 O orçamento: 1, o orçamento público: 1, o orçamento: 1
10 Hamilton Mourão 0 0 PERSON 3 (tacit) ele/ela (referent: O vice-presidente Hamilton_Mourão): 1, O vice-presidente Hamilton_Mourão (apposition: general de a reserva): 1, ele (referent: O vice-presidente Hamilton_Mourão): 1