Por: SentiLecto

Paulo Guedes declarou nesta quarta-feira que a correção da tabela do Imposto de Renda custaria R$ 22 bilhões, equivalente ao preço do aumento do Fundeb, o fundo de financiamento da educação básica. Paulo Guedes é o ministro da Economia.

– Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a 254,4 bilhões de reais. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Paulo Guedes é o ministro da Economia. «Ainda há um ou dois meses pela frente de obstáculo pelo menos, mas já estamos voltando», alegou ele, em referência ao efeito da crise do coronavírus. Ao participar de delegação mista da reforma tributária, a ministro pontuou que vai estudar-se a reformulação de o ajudinha junto com o Congresso, dentro do chamado Renda Brasil. Sobre a reforma tributária, Guedes declarou que a almazinha do governo é «completamente construtivo» e de «suporte total» à versão mais aextensade um imposto sobre o consumo, após o envio de proposta pelo Executivo que mira a junção asomentedos tributos federais Pis e Cofins. «Nosso primeiro passo é exatamente a CBS, contribuição sobre bens e serviços, que é o IVA federal. Isso terá que ser acoplado aos IVAs estaduais formando então o IBS, que é o projeto que está na PEC 45», declarou. Segundo o ministro, vai haver reunião nesta tarde de técnicos do Ministério da Economia com secretários de Fazenda para discuti o acoplamento do IVA federal com os IVAs estaduais.

Na terça-feira 21 de julho – O ministro da Economia, Paulo Guedes, alegou que o governo apoia totalmente o acoplamento de impostos de proficiência estadual e municipal a um imposto sobre valor agregado , embora tenha mandado ao Congresso um projeto calculando somente a unificação de tributos federais sobre o consumo. Após entrega aos parlamentares da aguardada proposta do Executivo para o começo da reforma tributária, Guedes declarou que o projeto do governo não entrou em impostos de Estados e municípios em respeito à Federação e ao Congresso.

O ministro confirmou os planos da equipe econômica de aumentar a faixa de isenção do IR dos atuais R$ 1,9 mil para R$ 3 mil. No entanto, declarou que vai caber ao Congresso decidir como financiar essa medida.

— Alguém deve pagar por isso, mas é correto fazer uma correção não só do piso, mas de todas as faixas. Nós, inclusive, calculamos esses valores. Por exemplo, se passarmos o piso de 1,9 mil para 3 mil, que é uma ampliação de mais de 50%, custa R$ 22 bilhões, custa um Fundeb, que a classe política deve decidir isso, , e Não é o Ministro da Fazenda que deve decidir isso — declarou Guedes, durante reunião na delegação mista da reforma tributária.

No mês passado, Guedes tentou persuadi o Congresso a aprovar a transferência de parte dos recursos do aumento do Fundeb para o novo programa Renda Brasil, sem êxito. A Câmara aprovou, há duas semanas, o aumento da participação do União no fundo, de 10% para 23%, progressivamente.

Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra

Por outro lado, — Paulo Guedes classificou como «maldade» e «ignorância» chamar o imposto sobre pagamentos eletrônicos que ele deseja implementar de «nova CPMF», o antigo imposto do cheque. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Parlamentares questionaram Guedes , em esta quarta-feira , sobre o tema, mas evitou entrar em detalhes sobre a proposta. — Sim, estamos estudando, temos falado sobre isso tempo completo, e as pessoas inadequadamente, por maldade, por ignorância, falam que isso é nova CPMF. Não tem problema, o tempo é o senhor da razão. Vamos seguindo em frente e lá na frente os senhores , avaliarão a base de incidência. Nós desejamo uma base extensa, mas não é o nosso tema aqui na hora — declarou o ministro, ao participar de audiência na delegação do Congresso que debate a reforma tributária. O governo pretende implementar um imposto sobre pagamentos eletrônicos, que teria alíquota de 0,2%, mas ainda não exibiu formalmente uma proposta. A ideia de Guedes é diminuir outros tributos como compensação. Um desses tributos que poderiam ser diminuídos é a contribuição patronal ao INSS, que pesa sobre a folha de pagamentos das companhias. — O imposto digital é uma coisa para nós conversarmos à frente, mas é claro que a economia está cada vez mais digital. Isso está sendo estudado na OCDE , nos países mais avançados — declarou o ministro. Guedes mencionou grandes companhias da economia digital, como o Google e a Netflix, para justificar a necessidade da tributação. — A Netflix, o Google, todo mundo vem aqui, o brasileiro utiliza o serviço, são belíssimas inovações tecnológicas, mas agora não conseguimos ainda tributar corretamente e isso é uma peça importante — adicionou. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O ministro ainda ironizou a fala do relator da reforma tributária, o deputado Aguinaldo Ribeiro , que classificou como “medieval” o que ele considera uma “tentação de ampliação de carga tributária”. O deputado também se declarou contra a recriação de um novo imposto nos moldes da CPMF. — Até o deputado Aguinaldo cometeu um certo excesso porque ele propôs que a Netflix e a Google já existiam na idade média. Ele falou que o imposto digital é um imposto medieval. Então, parece que já existia tudo isso na Idade Média. Os bispos nas catedrais góticas, já utilizavam Netflix Waze. Os bispos são os padres. Netflix é google. Foi um exagero que ele cometeu — alegou Guedes. O próprio ministro reconheceu, porém, que um imposto sobre o valor agregado , base da unificação do PIS e da Cofins que ele mesmo sugeriu é do século passado: — Tanto isso é verdade que o setor de serviços está em polvorosa.- Em sua primeira reunião com a delegação mista da reforma tributária, Paulo Guedes declarou nesta quarta-feira que o governo pretende trocar até 20 impostos por somente um Paulo Guedes é o ministro da Economia., mas não deu detalhes sobre a proposta. Guedes deu a declaração ao alegar que o plano da equipe econômica não é aumentar a carga tributária, que hoje chega a mais de 30% do Produto Interno Bruto . — Nós não vamos ampliar a carga tributária. Estamos num programa de simplificação e diminuição de impostos. A carga tributária pode ser a mesma, nos vamos trocar dez, 15, 20 impostos por um. Mais três por um. Por exemplo, inauguramos trocando agora dois, PIS/Cofins, por um. E assim, vamo seguir fazendo — declarou o ministro. Apesar da expectativa em torno do imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da CPMF, Guedes sinalizou que tem que evitar o tema no encontro com parlamentares. — Existem muitas questões sobre Renda Brasil, imposto sobre transações, temas que não são os temas que estão na nossa pauta de hoje — alegou Guedes. Parlamentares, no entanto, podem questionar o ministro e sua equipe técnica sobre qualquer assunto. O ministro defendeu a primeira etapa da proposta de reforma tributária do governo, que substiui na substituição do PIS/Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços , com alíquota de 12%. Segundo Guedes, a proposta pode ser acoplada com outros projetos em debate no Congresso. — Nosso primeiro passo é a CBS, a contribuição sobre bens e serviços. Isso terá que ser acoplado, formando então o IBS, que é o projeto que está aí na PEC 45 , que é o imposto sobre bens e serviços — alegou o ministro.

O governo exibiu parte da reforma tributária ao Congresso, mas ainda não oficializou um projeto para a reforma do Imposto de Renda. É a primeira vez que o ministro declara em público qual seria o preço de aumentar a isenção da tabela do tributo, que se a reajusta não desde 2015.

Em outra frente, o governo deseja ainda instituir uma nova faixa de tributação para salários mais altos, acima de R$ 40 mil. A alíquota para os mais ricos, no entanto, ainda está em estudo porque técnicos alegam que, pode haver ampliação da sonegação, se a tributação for alta demais

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Guedes declara que ampliar faixa de isenção do IR para R$ 3 mil custaria ‘um Fundeb’
>>>>>Ainda estamos redigindo as medidas finais do período de auxílio emergencial, diz Guedes – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Guedes participa de audiência na 4ª-feira em comissão da reforma tributária – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Guedes diz ser ‘maldade e ignorância’ chamar imposto sobre pagamentos de ‘nova CPMF’ – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Bolsonaro dá sinal verde para Guedes testar ‘nova CPMF’, mas não apoiará publicamente o imposto – (Extraoglobo-pt)
>>>>>‘Vamos substituir dez, 15, 20 impostos por um’, diz Guedes em comissão da reforma tributária – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)

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