Por: SentiLecto

— Paulo Guedes classificou como «maldade» e «ignorância» chamar o imposto sobre pagamentos eletrônicos que ele deseja implementar de «nova CPMF», o antigo imposto do cheque. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Parlamentares questionaram Guedes , em esta quarta-feira , sobre o tema, mas evitou entrar em detalhes sobre a proposta. — Sim, estamos estudando, temos falado sobre isso tempo completo, e as pessoas inadequadamente, por maldade, por ignorância, falam que isso é nova CPMF. Não tem problema, o tempo é o senhor da razão. Vamos seguindo em frente e lá na frente os senhores , avaliarão a base de incidência. Nós desejamo uma base extensa, mas não é o nosso tema aqui na hora — declarou o ministro, ao participar de audiência na delegação do Congresso que debate a reforma tributária. O governo pretende implementar um imposto sobre pagamentos eletrônicos, que teria alíquota de 0,2%, mas ainda não exibiu formalmente uma proposta. A ideia de Guedes é diminuir outros tributos como compensação. Um desses tributos que poderiam ser diminuídos é a contribuição patronal ao INSS, que pesa sobre a folha de pagamentos das companhias. — O imposto digital é uma coisa para nós conversarmos à frente, mas é claro que a economia está cada vez mais digital. Isso está sendo estudado na OCDE , nos países mais avançados — declarou o ministro. Guedes mencionou grandes companhias da economia digital, como o Google e a Netflix, para justificar a necessidade da tributação. — A Netflix, o Google, todo mundo vem aqui, o brasileiro utiliza o serviço, são belíssimas inovações tecnológicas, mas agora não conseguimos ainda tributar corretamente e isso é uma peça importante — adicionou. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O ministro ainda ironizou a fala do relator da reforma tributária, o deputado Aguinaldo Ribeiro , que classificou como “medieval” o que ele considera uma “tentação de ampliação de carga tributária”. O deputado também se declarou contra a recriação de um novo imposto nos moldes da CPMF. — Até o deputado Aguinaldo cometeu um certo excesso porque ele propôs que a Netflix e a Google já existiam na idade média. Ele falou que o imposto digital é um imposto medieval. Então, parece que já existia tudo isso na Idade Média. Os bispos nas catedrais góticas, já utilizavam Netflix Waze. Os bispos são os padres. Netflix é google. Foi um exagero que ele cometeu — alegou Guedes. O próprio ministro reconheceu, porém, que um imposto sobre o valor agregado , base da unificação do PIS e da Cofins que ele mesmo sugeriu é do século passado: — Tanto isso é verdade que o setor de serviços está em polvorosa.

– Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a 254,4 bilhões de reais. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Paulo Guedes é o ministro da Economia. «Ainda há um ou dois meses pela frente de obstáculo pelo menos, mas já estamos voltando», alegou ele, em referência ao efeito da crise do coronavírus. Ao participar de delegação mista da reforma tributária, a ministro pontuou que vai estudar-se a reformulação de o ajudinha junto com o Congresso, dentro do chamado Renda Brasil. Sobre a reforma tributária, Guedes declarou que a almazinha do governo é «completamente construtivo» e de «suporte total» à versão mais aextensade um imposto sobre o consumo, após o envio de proposta pelo Executivo que mira a junção asomentedos tributos federais Pis e Cofins. «Nosso primeiro passo é exatamente a CBS, contribuição sobre bens e serviços, que é o IVA federal. Isso terá que ser acoplado aos IVAs estaduais formando então o IBS, que é o projeto que está na PEC 45», declarou. Segundo o ministro, vai haver reunião nesta tarde de técnicos do Ministério da Economia com secretários de Fazenda para discuti o acoplamento do IVA federal com os IVAs estaduais. – Paulo Guedes participa na próxima quarta-feira de audiência pública na delegação mista da reforma tributária no Congresso Nacional. Paulo Guedes é o ministro da Economia. O ministro vai participar por videoconferência e a audiência vai ter começo às 10h. Mais cedo nesta sexta-feira, deputado Aguinaldo Ribeiro alegou que a discussão do assunto iniciaria para valer a partir da audiência com Guedes. Deputado Aguinaldo Ribeiro é o relator da reforma. Tramitam no Congresso Propostas de Emenda à Constituição mais aextensas que incluem tributos municipais e estaduais na simplificação dos impostos sobre o consumo, enquanto o Executivo aexibiuum projeto de lei que psugere como primeira etapa da reforma tributária, asomentea junção de PIS e Cofins num único imposto sobre valor agregado, a chamada Contribuição sobre Bens e Serviços .O presidente Jair Bolsonaro deu aval para Paulo Guedes testar a aceitação do novo imposto sobre pagamentos, nos moldes da antiga CPMF. Paulo Guedes é o ministro da Economia.

Na terça-feira 21 de julho – O ministro da Economia, Paulo Guedes, alegou que o governo apoia totalmente o acoplamento de impostos de proficiência estadual e municipal a um imposto sobre valor agregado , embora tenha mandado ao Congresso um projeto calculando somente a unificação de tributos federais sobre o consumo. Após entrega aos parlamentares da aguardada proposta do Executivo para o começo da reforma tributária, Guedes declarou que o projeto do governo não entrou em impostos de Estados e municípios em respeito à Federação e ao Congresso.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Guedes declara ser ‘maldade e ignorância’ chamar imposto sobre pagamentos de ‘nova CPMF’
>>>>>Ainda estamos redigindo as medidas finais do período de auxílio emergencial, diz Guedes – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Guedes participa de audiência na 4ª-feira em comissão da reforma tributária – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro dá sinal verde para Guedes testar ‘nova CPMF’, mas não apoiará publicamente o imposto – (Extraoglobo-pt)

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