Por: SentiLecto

– O Índice Geral de Preços-Mercado agilizou a alta a 2,74% em agosto depois de subir 2,23% em julho, refletindo um salto nos custos ao produtor, de acordo com dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas nesta sexta-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters era de progressão de 2,55% no mês. BRIGP=ECI> Os custos no atacado padeceram a pressão da alta de 6,93% das Matérias-Primas Brutas e o Índice de Preços ao Produtor Amplo , que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos custos no atacado, passou a subir 3,74% em agosto, depois de alta de 3,0% no mês anterior. Segundo André Braz, coordenador dos índices de custos do FGV Ibre componente das Matérias-Primas Brutas, respondeu sozinho por quase %30 do resultado do IPA após registrar salto de %10,82 em agosto. Coordenador dos índices de custos do FGV Ibre é o item minério de ferro. Faz 1 mês, o Índice de Preços a o Consumidor, com peso de %30 sobre o índice geral, registrou alta de %0,48, de %0,49 em julho. A principal contribuição para essa leitura partiu do grupo Transportes, que retardou a progressão de 1,45% para 0,87%, refletindo os custos da gasolina, que passaram de alta de 4,45% em julho para 2,66% em agosto. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Custo de Construção, por sua vez, retardou a alta a %0,82, de %0,84. Usa-se O Igp-m como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

– A prévia da inflação de Brasil retardou em agosto com forte queda dos custos de educação, o que compensou a pressão da gasolina, permanecendo abaixo do piso da meta do governo. Faz 1 mês, o Índice Nacional de Preços a o Consumidor Amplo-15 registrou progressão de %0,23, abaixo da alta de %0,30 em julho e em linha com a expectativa em pesquisa de a Reuters de alta de %0,24. Os dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram ainda que, nos 12 meses até agosto, o IPCA-15 acumulou alta de 2,28%, de 2,13% em julho e abaixo do esperado em pesquisa da Reuters com analistas de 2,34%. Apesar da aceleração da alta em 12 meses, o índice permanece abaixo do piso da meta de inflação para este ano — 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, medida pelo IPCA. Faz 1 mês, a principal pressão de baixa sobre o IPCA-15 veio de a queda de %3,27 em os custos de Educação, de recuo de %0,07 em julho, como consequência ainda de a pandemia de coronavírus. Segundo o IBGE, com a suspensão das aulas presenciais por causa da pandemia, várias instituições de ensino concederam descontos nas mensalidades, o que entrou no cálculo do índice de agosto. Dentro desse grupo, os custos dos cursos regulares recuaram 4,01%, sendo que se registrou a maior queda em a pré-escola, seguida por os cursos de pós-graduação, de educação de jovens e adultos e de ensino superior. Apesar de ter diminuído o progressão para 0,75% em agosto de 1,11% no mês anterior, na outra ponta, a maior pressão de alta veio de Transportes. Os custos dos combustíveis subiram 2,31%, com destaque para a alta de 2,63% da gasolina. O óleo diesel progrediu 3,58% e o gás veicular subiu 0,47%. Por outro lado, os custos do etanol caíram 0,28%. Também tiveram destaques as altas dos custos de Artigos de residência , Habitação e Alimentação e bebidas . Faz 1 mês, este último voltou a subir após recuo de %0,13 devido principalmente a a ampliação de as carnes, leite longa vida e frutas. O nível baixo de inflação conserva o espaço para as medidas de estímulo monetário, depois de o Banco Central ter diminuído a taxa básica de juros Selic à nova mínima de 2% ao ano. A autoridade monetária conservou a porta aberta para novos ajustes à frente, mas pontuou que, se vierem, eles serão ainda mais graduais e vão depender da situação das contas públicas. Os economistas consultados na pesquisa Focus mais recente do BC assinalam que a inflação deve concluir este ano a 1,71%, com a economia encolhendo 5,46%.

Na quinta-feira 30 de julho – O Índice Geral de Preços-Mercado passou a subir 2,23% em julho, contra alta de 1,56% em junho, diante da forte alta nos custos do atacado e da gasolina no varejo, informou a Fundação Getulio Vargas . A expectativa em pesquisa da Reuters era de progressão de 2,12% no mês BRIGP=ECI>. Os dados da FGV mostraram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo , que respondia por 60% do índice geral e apurava a variação dos custos no atacado, Faz 1 mês, agilizou a alta a %3,0, de %2,25 em o mês anterior. Um salto de 6,35% nas Matérias-Primas Brutas — que haviam subido 2,57% no mês anterior — foi o destaque para essa leitura, com os itens soja em grão, minério de ferro e bovinos oferecendo a maior pressão nos custos. Faz 2 meses, o Índice de Preços a o Consumidor, com peso de %30 sobre o índice geral, passou,. Entre os subsetores do IPC, o grupo Transportes deu a maior contribuição para o resultado, agilizando a alta a 1,45% em julho, ante ganho de 0,21% no fase anterior. Esse resultado partiu principalmente da conduta dos custos da gasolina, que passaram a subir 4,45% em julho após progressão de 0,40% na última leitura. Faz 2 meses, o Índice Nacional de Custo de Construção, por sua vez, subiu %0,84, ante alta de %0,32. O IGP-M era usado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>IGP-M agiliza alta a 2,74% em agosto com pressão dos custos ao produtor, declara FGV
>>>>>Queda em educação compensa gasolina e IPCA-15 desacelera em agosto – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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3 IGP-M 355 25 ORGANIZATION 4 O Igp-m: 1, O IGP-M era utilizado como referência para a correção de valores de contratos como os de aluguel de imóveis: 1, (tacit) ele/ela (referent: O Igp-m): 2
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