Por: SentiLecto

– O diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, alegou nesta sexta-feira que a volatilidade cambial aborrece e está sendo estudada pela autoridade monetária, mas adaptam-se os instrumentos de os quais o BC dispõe que há entendimento de que não para atuação » para isso «. Ele, em live promovida pela XP Investimentos alegou: «Mas veremos como evolui nosso entendimento sobre o assunto e se há algo que possamos fazer pra atuar». Segundo Serra, os instrumentos do BC não são feitos para a autarquia atuar numa volatilidade como ela tem acontecido, numa janela intradiária ou de dois dias, por exemplo.

– Bruno Serra alegou nesta terça-feira que as reservas internacionais e a posição cambial líquida do BC próximas de máximas históricas em relação ao Produto Interno Bruto dão na autoridade monetária conforto para seguir atuando no mercado de cotação caso necessário, conforme texto de apresentação. Bruno Serra é o diretor de Política Monetária do Banco Central .Ainda de acordo com o documento, o diretor indicou que a incerteza em torno do tamanho do hiato do produto, bem como do ritmo de recuperação, segue acima do comum. Ainda que a «disparidade» entre setores da economia tem que ser qualidade deste ciclo, serra declarou.- As reservas internacionais e a posição cambial líquida do Banco Central próximas de máximas históricas em relação ao Produto Interno Bruto dão à autoridade monetária conforto para seguir atuando no mercado de ccotaçãocaso necessário, aassinalouo diretor de Política Monetária da autarquia, Bruno Serra. Faz 4 dias, por a concepção liquidez, as reservas cambiais estavam de dólares em o dia 20, segundo dado mais atualizado. Já a posição cambial líquida do BC –que desconta utilização das reservas em instrumentos como linhas com recompra, empréstimos em moeda estrangeira e swaps cambiais, entre outros– estava em 299,964 bilhões de dólares no último dia 10, conforme dado mais recente disponibilizado pelo BC. Veja gráfico da apresentação de Serra, divulgada nesta terça-feira: A autarquia não faz intervenções líquidas no mercado de cotação desde o início do mês, fase em que a volatilidade cambial foi alvo de discussões no mercado devido ao intenso vaivém nos custos do dólar. O estoque de swaps cambiais do BC no mercado é de 56,988 bilhões de dólares. A última oferta líquida de swaps cambiais tradicionais –cuja colocação equivale à venda de dólares no mercado futuro– oaconteceuem 19 de maio, com venda de 500 milhões de dólares nesses contratos. Desde então, o BC tem se restringido a fazer operações de rolagem de swaps. A mais recente liquidação de venda de dólar no mercado à vista aocorreuem 2 de julho, num total de 365 milhões de dólares. Faz 22 dias, o BC liquidou em o último recompra de 2,550 bilhões de dólares referentes a linhas de dólares. Sobre a volatilidade do real, Serra mencionou na apresentação ampliação de negociações com minicontratos de dólar futuro. Segundo ele, em outros mercados o crescimento de volume nos minicontratos costuma ampliar liquidez e diminuir spreads de compra e venda. «No mercado local de cotação vem acontecendo elevação coincidente da volatilidade da proporção dos minicontratos no volume total. Não necessariamente há relação de causalidade», declarou ele na apresentação. A volatilidade cambial reduziu nos últimos pregões, mas segue mais alta quando comparada a níveis vistos em outros mercados emergentes. Serra declarou ainda que o menor diferencial de juros brasileiro em relação a outros mercados «traz desafios para a política cambial» e adicionou que eventual ajuste futuro no grau de estímulo monetário «vai ser residual». A Selic –taxa básica de juros do país– está em 2,25% ao ano. O Comitê de Política Monetária do BC se reúne novamente nos dias 4 e 5 de agosto para reavaliar a política monetária. Ainda de acordo com o documento divulgado nesta terça, o diretor do BC indicou que a incerteza em torno do tamanho do hiato do produto, bem como do ritmo de recuperação, segue acima do comum. Ainda que a «disparidade» entre setores da economia tem que ser qualidade deste ciclo, serra declarou.- O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira que a autoridade monetária começou a ter figura um pouco mais clara sobre a volatilidade cambial, mas pontuou que quanto menos intervenção houver no mercado, melhor. Campos Neto declarou, em live promovida pelo Valor Econômico, que o BC começa a enxergar alguns elementos de volatilidade que consegue atribuir a novas maneiras de negociação, mencionando contratos menores e mais fundos automatizados. Alegou: «Mas isso não é suficiente para explicar 100%». Ele realçou que outros países do mundo adotaram dois espécies de medicamento em relação à volatilidade: atuação com oalternativasou intervenções em corredor. Ambos mostraram resultados que se os consideraram não satisfatórios. Campos Neto alegou que o BC segue investigando o assunto, e reiterou a crença de que a volatilidade tende a cair nas próximas semanas.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

Cities: Serra

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Instrumentos do BC não são adaptados pra atuar na volatilidade da cotação, declara diretor
>>>>>Proporção de reservas internacionais e posição cambial sobre PIB dá conforto para BC atuar no câmbio, diz Serra – July 21, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Reservas internacionais e posição cambial dão conforto para BC atuar no câmbio, diz Serra – July 21, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC começa a ver volatilidade cambial mais clara, mas quanto menos intervenção melhor, diz Campos Neto – (Extraoglobo-pt)

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