Por: SentiLecto

– Rodrigo Maia, criticou nesta quarta-feira em conferência com investidores as relações do governo com o Congresso, que aprovaria a abertura deste crédito «em dois minutos», ao mesmo tempo que advertiu que ela não infectará o Parlamento no curto prazo. Rodrigo Maia, é o presidente da Câmara dos Deputados. Maia alegou ainda que, na terça-feira, Paulo Guedes cobrou do Legislativo a aprovação de uma Proposta de Emenda na Constituição para permitir o pagamento da ajudinha aprovada pelos parlamentares a informais durante a pandemia do coronavírus sem que sequer tivesse encaminhado tal proposta ao Congresso. Paulo Guedes é o ministro da Economia.Maia durante videoconferência promovida pelo Bradesco BBI declarou: «Na coletiva de ontem, o Paulo Guedes me cobrou uma PEC que ele não sabe nem qual é, porque ele não encaminhou para mim». O presidente da Câmara fez ainda a avaliação de que não é necessária uma mudança constitucional para permitir o pagamento da ajudinha aos informais. Para ele, com a suspensão das dificuldades impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, concedido em liminar pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o governo tem condições de editar uma medida provisória que abra crédito para o pagamento desta vantagem emergencial. Ele criticou ainda a demora do envio de alguns projetos pelo governo, como o que interrompe o contrato de trabalho, e declarou que algumas resoluções anunciadas pelo Executivo e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social não estão chegando a lugar nenhum. Maia também fez críticas ao modelo de assistência às cempresasaéreas psugeridopelo BNDES que, segundo ele, fvai fazercom que o banco de fomento se torne dproprietáriode todas as ecompanhiasdo setor no país. Alegou: «Acho que essa não é a intenção de um governo liberal».

– Rodrigo Maia alegou nesta sexta-feira que a agenda de reformas, principalmente a tributária, pode ser recomeçada se o governo garantir medidas de enfrentamento na crise do coronavírus no curto prazo que dêem previsbilidade na sociedade. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.o defender, em debate virtual organizado pelo Lide, grupo de empresários fundado pelo hoje governador de São Paulo, João Doria , que o governo prepare um pacote “horizontal” de medidas, envolvendo uma série de setores, Maia citou o adiamento de impostos e a questão dos aluguéis como pontos a serem atacados. O presidente da Câmara declarou: “Eu acho que o governo, se exibisse um pacote interligado e rápido, nos daria essa tranquilidade da previsibilidade, a gente poderia no momento seguinte já começar a debater”. Firmou.: “Se o governo nos desse essa previsibilidade, segunda-feira, eu lhe garanto, com isso coordenado, nós voltamos à pauta da reforma tributária, que já está na Câmara”,.Maia tem batido na tecla da defesa de medidas emergenciais de curto prazo, levando em conta os próximos dois, três meses, para depois se avaliar uma “segunda onda” de ações, tanto relacionadas à economia, quanto à saúde. Sobre eventual deferimento das votações municipais calculadas para outubro, advertiu que o assunto precisa ser tratado com “cuidado” e cogitou que há restrições constitucionais relacionadas à prorrogação de mandatos. Avaliou: “Não é uma questão simples”. “Cuidaremos dos dois meses, garantiremos reversibilidade, montaremos um planejamento para depois desse momento mais agudo”, defendeu. O deputado alegou que conserva conversas com líderes e declarou esperar que entre esta sexta e o sábado possa ter “sinal verde” para a Proposta de Emenda à Constituição que separa doaoverbaprincipal os gastos com o enfrentamento da crise do coronavírus. “Trabalharemos domingo, segunda, para ter um texto consensual rápido, para que a gente possa votar com rapidez.” Maia também declarou esperar que o governo mande na segunda-feira sua proposta de suspensão dos contratos de trabalho que inclua a liberação do seguro-desemprego. O assunto foi objeto de polêmica e reações negativas no começo desta semana. O Executivo chegou a editar medida provisória sobre o assunto, com a suspensão dos salários, mas não calculava o seguro-desemprego, levando o presidente Jair Bolsonaro revogar o equipamento. – Rodrigo Maia declarou nesta sexta-feira que a linha de crédito emergencial para pequenas e médias companhias anunciada pelo governo federal é «tímida» e «não resolve nada». Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados. Em teleconferência com mais de 1.000 empresários do Grupo de Líderes Empresariais , Maia declarou o governo precisa ter um esforço maior para atender a vários setores. Roberto Campos Neto anunciou nesta sexta-feira a medida para que as companhias consigam quitar suas folhas de pagamento durante dois meses. Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central. Ao todo, a linha de crédito vai ser de R$ 40 bilhões, durante dois meses. Desse total, 85% serão subvencionados pelo Tesouro Nacional. A subvenção era uma procura dos bancos privados para instituírem essa linha de crédito. — Acho que essa do financiamento, que eu não acho ruim, porque, pela informação que eu tenho, a taxa de captação é a mesma do empréstimo. uma escassez, um prazo para pagar, a garantia majoritária do governo, ainda é tímida, R$ 20 bilhões por mês, não resolverá nada — alegou Maia.Ao ser questionado sobre a relação entre os poderes, Maia declarou que o governo está frear e não conseguiu elaborar agilmente medidas para lutar a pandemia do coronavírus. Se o governo federal já tivesse focado em medidas contra o desemprego, ele argumenta que postergado o pagamento de impostos e exibido uma solução para pagamento de aluguéis, não haveria conflito. Maia sublinhou que o país deveria «estar juntado sob a coordenação do presidente»: — Se o governo tivesse garantido uma previsibilidade nos próximos dois meses, não aconteceria esse conflito nas redes sociais entre liberar ou não liberar . A Itália testou, liberou e se arrependeu. Ainda que todos os governos impactados pela pandemia estão despejando dinheiro na economia, maia declarou , uma ação empreendida em cenário de «combate». Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra – As medidas do governo para enfrentamento ao coronavírus adicionam de 4,8% a 5% do Produto Interno Bruto , num desvio transitório do foco do governo, que permanece sendo de reformas para retomada do crescimento, defendeu o ministro da Economia, Paulo Guedes, na noite deste sábado. Ele, ao participar de mesa redonda virtual com executivos da XP declarou: «Aí nós desestabilizaremos as expectativas,, se nós fizermos um programa colossal de emergenciais sem sinalizar as estruturantes aí inicia o juro a subir, começa a inflação a subir e isso nós não podemos permitir». Segundo Guedes, passado esse fase de três, quatro meses, o país vai precisar destravar investimentos e aprovar projetos e reformas no Congresso com esse objetivo. Ele pontuou que, por conta dos gastos com o surto do Covid-19, o Brasil vai ter déficit primário «extraordinário» este ano. Mas o ministro alegou que o Brasil vai arcar depressa com essa conta. Guedes declarou: «Pagaremos em um ano as despesas do coronavírus». «Nós vamos vendendo, faremos como fizemos no ano passado», adicionou ele, recordando de iniciativas levadas a cabo em 2019, como a venda de reservas internacionais pelo Banco Central e a venda de ativos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social . Ao especificar os efeitos fiscais de iniciativas já anunciadas, o ministro alegou que o programa voltado aos autônomos e informais, de concessão de um vale de 600 reais por três meses, vai ter um preço de cerca de 50 bilhões de reais. Já a complementação do salário para os trabalhadores formais que tiverem jornada e remuneração diminuídas –ação que ainda está sendo concluída pela
equipe econômica– terá um efeito em torno de 45 bilhões de reais a 50 bilhões de reais, declarou. O ministro também afastou a chance de saída da governo, alegando que isso é «conversa fiada total».

Na segunda-feira 23 de março – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , alegou que deve ser exibida entre esta segunda e a terça-feira uma Proposta de Emenda à Constituição para separar o Orçamento do governo os gastos com o enfrentamento da crise cprovocadapelo novo coronavírus. Em entrevista à CNN, Maia defendeu a medida como uma fmaneirade facilitar e aacelerara alocação de recursos emergenciais. Mais cedo, em discussão virtual com o BTG Pactual, Maia alegou que a medida irá estabelecer um regime extraordinário de contratações para o momento de crise por conta do novo coronavírus, separado do Orçamento principal.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Maia critica relação do governo com Congresso e declara que Guedes cobrou PEC que sequer mandou
>>>>>Reformas podem ser retomadas se governo der previsibilidade para crise do coronavírus, diz Maia – March 27, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Maia diz que MP que suspende contrato de trabalho é ‘capenga’ e precisa ser ‘retificada’ – March 23, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Governo quer permitir redução de salário e jornada de trabalho em até 50% por vírus – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Nova MP criou pânico na sociedade, diz Maia, que propoe PEC de contratações para crise – March 23, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Governo publica MP de apoio a setor aéreo e concessionários – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Governo avalia suspensão temporária de contratos de trabalho para evitar demissões – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Maia diz que não há espaço para aprovação de estado de sítio – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Maia volta a defender “orçamento de guerra” para enfrentar crise por coronavírus – March 23, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Bolsonaro recua e diz que irá revogar artigo da MP 927 que permitia suspensão de contrato e salário – March 23, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Ministério Público: ‘extrema preocupação’ com proposta de suspensão de contratos de trabalho – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Maia diz que ajuda a empresas anunciada pelo governo é ‘tímida’ e ‘não vai resolver nada’ – March 27, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>Medidas para coronavírus somam até 5% do PIB, mas governo volta às reformas depois, diz Guedes – (Extraoglobo-pt)

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