Por: SentiLecto

O Pix, sistema de pagamento instantâneo arremessado pelo Banco Central do Brasil que permite transferências 24 horas por dia, está em forcita desde 16 de novembro. Apesar de ele já estar sendo muito utililizado — mais de 12,2 milhões de transações, que adicionaram R$ 9,3 bilhões, foram efetuadas nas primeiras duas semanas —, o modelo, que serve como opção ao DOC e ao TED, ainda gera dúvidas nos usuários. Então, listamos dez coisas que você precisa saber ao usar o Pix. Cheque:

Pix é um meio de pagamento eletrônico brasileiro oficialmente no dia 5 de outubro de 2020, com começo de funcionamento integral em 16 de novembro de 2020.

1) Não é possível cadastrar chaves iguais para contas diferentes: para usar o Pix, não é preciso cadastrar chaves eletrônicas. No entanto, isso facilita o recebimento de dinheiro já que, ao fazê-lo, não é preciso informar a terceiros dados sensíveis como nome, agência e conta, CPF, assim comoacontecee hoje em transferências normais. Com a chave instituída, que pode ser o número do celular ou um código aleatório, por exemplo, basta passar essa única informação ao pagador e já vai ser possível receber a quantia. Como a chave é uma espécie de «identidade» da conta, ela não pode ser repetida. Se você tem contas no Bradesco, Itaú e Santander, por exemplo, terá que optar por chaves diferentes em cada instituição. No primeiro banco, poderá cadastrar o CPF; no segundo, o telefone celular; e no terceiro, uma chave aleatória.

2) Abra o WhatsApp e comece uma conversa com o número cadastrado do BB1) Cadastre o telefone do Banco do Brasil na agenda de contatos do celular. O número é 4004-0001

Na quinta-feira 19 de novembro — O Pix já podia ser utilizado para fazer transferências e pagamentos 24 horas por dia e sete dias por semana. Também podia ser utilizado para pagamento de algumas taxas recolhidas pela União. Nos próximos meses, contas de luz, taxas de passaporte e até multas poderiam ser pagos com o Pix. Veja baixo o que já podia ser feito e o que estava sendo preparado. Os pagamentos e transferências instantâneos já estavam disponíveis pelo Pix. Eles podiam ser feitos a qualquer hora do dia e em qualquer dia dsem preço para pessoas física. A alternativa de agendar pagamentos também já estava disponível em algumas instituições que ofertavam o Pix. funcionava da mesma forma que uma transferência ou pagamento agendado atualmente. Viu isso? Água, luz, internet e telefone: seria possível pagar tudo com Pix. Veja como No aplicativo do banco, o cliente vai selecionar quanto tinha que transferir, para quem e em qual dia. Como o Pix ainda não funcionava na função crédito, o pagamento só seria realizado se o cliente tiver saldo suficiente na conta no momento da transferência Em caso do envio de recursos para uma conta errada, os usuários já podiam utilizar a função reembolso. Quem recebeu o dinheiro poderia verificar que houve uma transferência injustificada e usar essa função para devolver o dinheiro instantaneamente. Assim como em outros meios de pagamentos ou transferências, a iniciativa de devolver uma soma recebida indevidamente tinha que ser do recebedor e não de quem mandou. Leia mais: Pix entrava em forcita nesta segunda-feira, e EXTRA elucidava 20 dúvidas dos leitores Também já era possível fazer pagamentos para a União por meio do Pix. O Banco Central fechou um acordo com o Tesouro Nacional que calculava a utilização do PagTesouro para as operações. Em um primeiro momento, exclusivamente o IBGE e a Secretaria de Pesca e Aquicultura podiam receber esses pagamentos. No futuro, seria possível pagar taxas de passaporte, multas eleitorais, de tráfego e até matricula em concursos. A partir do primeiro semestre de 2021, seria possível realizar saques diretamente em estabelecimentos comerciais, sem a necessidade de uma agência ou caixa eletrônico. Na prática, funcionará da seguinte forma: um cliente faz uma compra em um mercadinho que totalizou R$ 100. Ele precisava sacar R$ 50 em espécie. Para isso, ele pagava com o Pix um valor de R$ 150, e mercadinho devolvia, como um “troco”, os R$ 50 que ele estava. A expectativa do Banco Central era que essa funcionalidade ajude os dois lados da transação: o consumidor, que não precisaria mais de um caixa eletrônico para sacar dinheiro em espécie, e o comerciante, que vai reduzi os gastos com a manipulação do dinheiro. Cheque ainda: Pix: vídeo mostrava tudo que você precisava saber sobre essa modalidade de pagamento O Banco Central fez um acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho para permitir que o recolhimento do FGTS e de contribuições sociais seja feito pelo Pix. A funcionalidade estaria disponível janeiro de 2021 com o lançamento do FGTS digital. Técnicos do Banco Central e da Agência Nacional de Energia Elétrica estavam trabalhando para disponibilizar o pagamento da conta de luz por Pix nos próximos meses. Anunciou-se o acordo em agosto e podia reduzi a tarifa porque os preços operacionais serão diminuídos. Veja também: Pix: vídeo explicava em detalhes novo sistema de pagamentos dos bancos Ainda não há detalhes de como um pagamento de aproximação seria feito, mas envolvia a tecnologia do NFC , já utilizada em alguns cartões de crédito, que conectava dois equipamentos próximos. Em 1 ano, a funcionalidade devia ser implementada. Atualmente, o Pix funcionaria só com recursos que estavam na conta do pagador, como um débito. Em 1 ano, o Banco Central pretendia implementar o Pix garantido funcionaria como um parcelamento em o cartão de crédito, em 2021. Viu isso? Pix era só o início: saiba quais mudanças irão ocorrer a partir do open banking O débito automático estava em estudo pelo Banco Central e devia ser arremessado em 2022. O Banco Central também estava desenvolvendo uma ferramenta para facilitar a compra de ativos, como imóveis e carros. A ideia era agilizar o processo, integrando o sistema da transferência da posse com a ordem do pagamento. Em conversas preliminares, o Banco Central já entrou em contato com outros países para disponibilizar essa função. No entanto, o processo ainda estava bastante no início e podia tardar para ser concretizado.

2) É importante verificar o cadastro da instituição: não são só os bancos tradicionais que podem oferecer o Pix. Instituições financeiras e instituições de pagamento , incluindo fintechs, também podem ofertar o novo sistema de pagamentos aos seus clientes. Para algumas, as com mais de 500 mil contas de clientes ativas, a adesão é compulsória. Para as demais, é facultativa. No entanto, caso optem por oferecer o Pix, elas serão consideradas integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro e vão estar sujeitas a uma regulação mínima. Antes de fazer o seu cadastro e disponibilizar seus dados pessoais, tenha certeza de que a companhia está registrada no Banco Central para oferecer o serviço. A lista completa está disponível no site do BC: https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/pix/ListadeparticipantesdoPix.pdf

3) Sempre cheque os dados antes de mandar dinheiro: como o Pix é uma transferência instantânea, se vai depositar o dinheiro para o recebedor em cerca de dez segundos. Por isso, antes de concluir a operação, confirme se todos os dados estão corretos. Se a chave Pix for um telefone, por exemplo, e você errar um dígito, o dinheiro cairá para outra pessoa.

4) Nunca utilize aplicativos de terceiros: todo e qualquer pagamento com Pix, seja uma transferência ou uma conta por QR Code, tem que ser feito diretamente pelos canais oferecidos pela sua instituição bancária. Não utilize aplicativos de terceiros.

5) Nunca forneça a sua senha: para que façam uma transferência para a sua conta, só é necessário passar a chave Pix. Não informe a senha do internet banking, do cartão de crédito ou débito, nem a do aplicativo bancário. Esses dados são pessoais e não devem ser confiados a terceiros. Recorde-se que chave é diferente de senha: a chave pode ser comprartilhada, mas a senha jamais!

6) Jamais deixe o celular desbloqueado: use sempre uma senha para desbloqueio da tela de seu celular. Dessa maneira, se o aparelho cair na mão de estranhos, ninguém conseguirá acessar seus aplicativos bancários. Há bancos digitais que colocam a senha inicial do app como opcional. Para garantir a sua segurança, ative essa funcionalidade. Assim, só você poderá fazer movimentações na sua conta.

7) Não mande dinheiro com a conta zerada: como a transação Pix é automática, o dinheiro sai da conta no mesmo momento da transação. Se não tiver saldo, por isso é possível que o banco faça o desconto do seu cheque especial ou de alguma outra maneira de crédito vinculado à sua conta.Apesar de ser conveniente, essas alternativas de empréstimo cobram juros altíssimos que não valem a pena. Por isso, só execute transações Pix se você tiver dinheiro em conta no momento da operação.

8) Fique atencioso ao limite de operações gratuitas: o Pix é gratuito até a 30ª operação por mês para pessoas físicas. Portanto, cuidado para não se estimular com a novidade, fazer muitas movimentações e acabar pagando uma taxa sem necessidade. Fora isso, se precisar fazer uma transferência, é melhor optar pelo Pix em vez do TED ou do DOC, já que nesses dois últimos costuma ser cobrada uma taxa por transação.

10) Não leia QR Codes suspeitos: o Pix também pode ser utilizado para pagamentos por meio da leitura de QR Codes. É algo semelhante ao que fazemos para pagar boletos, ao ler códigos de barras. No entanto, fique atencioso: não leia QR Codes suspeitos. O pagamento deve ser feito diretamente do aplicativo do banco. Se o QR Code direcionar para outro app ou levar a algum download, desconfie! Pode ser que estejam tentando instalar algum vírus malicioso em seu aparelho.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Não confunda chave com senha ao utilizar o Pix; cheque essa e outras dicas para fazer transações com segurança
>>>>>Banco do Brasil lança Pix no WhatsApp; veja como funciona – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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