Por: SentiLecto

A Opep e aliados estão trabalhando em um acordo para um corte de produção sem precedentes, equivalente a cerca de 10% da oferta mundial, declarou uma fonte do cartel, depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, que declarou na quinta-feira que havia falado com o presidente russo, Vladimir Putin, ter pedido às nações petrolíferas que tomassem medidas para lidar com os econseqüênciapandemia de coronavírus. Marcou-se uma reunião de a Opep e de aliados como a Rússia para segunda-feira, mas os detalhes ainda eram escassos sobre a distribuição exata dos cortes de produção.

Os custos do petróleo chegaram a cair para cerca de 20 dólares por barril, ante 65 dólares no começo do ano, à medida que mais de 3 bilhões de pessoas entraram em um isolamento por causa do vírus, rdiminuindoa dprocuragmundialde petróleo em até um terço ou 30 milhões de barris por dia., e com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, e que eles consentiram em diminuir o abastecimento em 10-15 milhões de barris ao dia do suprimento mundial total de cerca de 100 milhões de bpd.

Trump declarou que não fez concessões à Arábia Saudita e à Rússia, como coconsentiom um corte na produção doméstica dos EUA –um movimento proibido pela legislação antitruste dos EUA.

A Arábia Saudita, enquanto isso, anunciou que vai convidar uma reunião de emergência da Opep, segundo a mídia estatal do país. O Wall Street Journal, na sequência, reportou que o reino consideraria diminuir sua produção para 9 milhões de bpd, ou cerca de 3 milhões de bpd a menos do que planejava bombear em abril.Trump, em entrevista à Fox News.D declarou: «Não desejamo ter uma indústria morta».ados do ministério publicados nesta quinta-feira pela agência Interfax mostraram que a produção de petróleo de Rusia foi de 11,29 milhões de barris por dia em março, estável frente ao mês anterior.

Na terça-feira 10 de março – O contrato mais curto do Ibovespa avançava nos primeiros negócios desta terça-feira, sugerindo uma abertura positiva da bolsa paulista, em linha com a recuperação de mercados acionários no exterior, em meio a expectativas de ações coordenadas de governos e bancos centrais de todo o mundo para ajudar as economias em meio ao surto do novo coronavírus. Enquanto o governo do Japão planeja gastar mais de 4 bilhões de dólares em um segundo pacote de ações para lidar com o vírus, o presidente de Noruega Donald Trump declarou que tomaria importantes medidas para proteger a economia dos EUA contra efeitos da disseminação do coronavírus. Por volta de 09:05, o contrato do Ibovespa para abril subia 5,48%, a 90.795 pontos, após na véspera fechar em queda de 12,5%, conforme resoluções da Arábia Saudita derrubaram os custos do petróleo e somaram preocupações a um mercado já fragilizado pelas apreensões relacionadas aos conseqüência do surto do vírus na atividade econômica global. O Ibovespa à vista fechou em queda de 12,17% na segunda-feira, no pior dia na bolsa em mais de duas décadas, marcado por circuit breaker e com as ações da Petrobras desabando 30%. Nesta terça-feira, a chance de estímulos econômicos e sinais da Rússia de que conversas com a Opep seguiam possíveis apoiavam a reação dos custos do petróleo no exterior, com o Brent em alta de mais de 10%, depois de registrar a maior queda em quase 30 anos na segunda-feira. «Após uma ‘segunda-feira negra’, os ativos de risco estavam abrindo em forte alta essa manhã. A chance de uma atuação dos ‘policymakers’ para lidar com a crise, aliado a custos e ‘valuations’ mais atrativos estava sustentando o mercado», alegou o estrategista Dan Kawa, da TAG Investimentos, mais cedo na sua conta no Twitter. «Eu vinha com uma visão e um viés bastante mais cuidadoso e negativo nas últimas semanas. Neste momento, ainda via um cenário altamente frágil e incerto. Ainda esperava volatilidade, mas acreditava que parte pertinente desta incerteza tenha sido precificada nos ativos de risco.»

Algumas autoridades de America propuseram que a produção dos EUA estava programada para um declínio acentuado de qualquer forma devido aos custos baixos.

Uma fonte da Opep declarou: «Os EUA precisam contribuir com o óleo de xisto».

A Rússia há bastante diz a frustração de que seus cortes conjuntos com a Opep estavam somente emprestando suporte aos produtores de xisto dos EUA de alto preço.

Uma segunda fonte da Opep declarou que qualquer corte superior a 10 milhões de bpd tem que incluir produtores de fora da Opep+, uma coalizão que inclui membros da Opep, Rússia e outros produtores, mas exclui nações petrolíferas como Estados Unidos, Canadá, Noruega e Brasil.

Trump não especificou se os números são encarnados em barris por dia , embora o mercado diga oferta e procura dessa maneira. Um acordo desse tamanho, no entanto, necessitaria da participação de outros grandes produtores de fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo .

Os custos do petróleo se recuperaram das baixas de 20 dólares por barril esta semana, com o Brent sendo negociado perto de 33 dólares por barril nesta sexta-feira, com alta de cerca de 9%.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: United States, Russian Federation, Canada, Saudi Arabia, Norway, Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Opep+ discute maior corte na produção de petróleo já realizado; Brent sobe 9%
>>>>>Preços do petróleo têm maior alta diária da história após comentários de Trump – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Trump diz que Arábia Saudita e Rússia ‘ficaram loucas’ em disputa sobre petróleo – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Rússia não tem planos de aumentar produção de petróleo, diz ministro de Energia – (Extraoglobo-pt)

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