Por: SentiLecto

— Os planos de saúde deverão cobrir a execução de testes sorológicos para detecção do novo coronavírus. Editou-se a medida por meio de determinação de a Agência Nacional de Saúde Suplementar, publicada em esta segunda-feira em o Diário Oficial da União e já está em forcita. Desse modo, os beneficiários de planos ambulatorial, hospitalar ou de referência que tenham exibido sintomas de síndrome gripal aguda, como tosse, coriza, dor de garganta e sensação de febre ou tenham sido diagnosticados com Síndrome Respiratória Aguda Grave , podem realizar o teste sem preços extras mediante pedido médico. O teste sorológico identifica a presença de anticorpos no sangue dos pacientes que foram expostos ao vírus em algum momento. Como avalia a resposta do organismo para lutar o Sars-CoV-2, se menciona o exame a partir do oitavo dia desde o aparecimento de os sintomas. Desde março, no começo da pandemia, os planos de saúde já eram obrigados a cobrir outros testes para diagnóstico da Covid-19, como o RT-PCR, que identifica o material genético do vírus em amostras de mucosa do nariz e da garganta. Além desse, outros seis exames também estão incluídos no Rol de Procedimentos Obrigatórios. Mas, Faz 14 dias, segundo relatório divulgado por a ANS obstáculos para execução de teste de detecção ou tratamento de o Covid-19 encarnaram mais de um terço de as 4.700 queixas recebidas por a agência relativas sobre o coronavírus, de março até 15 de junho. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O boletim da reguladora ainda que os planos de saúde registraram, mostrou , em maio, a menor utilização por seus beneficiários desde o começo da série histórica começada em 2016. A suspensão de cirurgias e exames eletivos por conta da pandemia do coronavírus fez o desembolso das operadoras frente ao valor recebido de mensalidades cair de 76% abril para 66% no mês passado. Segundo o balanço do consórcio de veículos de jornalismo formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, o Brasil registrou 57.658 mortes por coronavírus até a noite deste domingo. No total, houve 1.345.254 de notificações da infecção no país.

Ao mesmo tempo em que mudou para o interior, a epidemia ganhou velocidade e passou a se espalhar em ritmo recorde, chegando a 89% das cidades do país. Na semana concluída em 20 de junho foi registrado o recorde de 217.065 novas infecções, uma ampliação de 22% em relação à aprévia– jogando por terra uma expectativa das autoridades de um possível ppatamardevido à uma estabilização nas grandes cidades.Somente 9,6% dos municípios do país têm leitos de UTI, e o número cai para somente 421 cidades quando se trata de unidades de terapia intensiva concomitantemente com equipamentos importantes para o cuidado hospitalar de alta complexidade, de acordo com estudo da Fundação Oswaldo Cruz com dados de fevereiro.

Na quarta-feira 10 de junho — A Agência Nacional de Saúde Suplementar autorizou a retomada de cirurgias e outros procedimentos eletivos, aqueles que não eram de urgência e emergência. Eles estavam suspensos desde 25 de março, como medida de enfrentamento à pandemia do coronavírus. Tomou-se a resolução que recomeçava os prazos máximos, para que os convênios autorizem os procedimentos, em reunião de a diretoria de a entidade realizada em esta terça-feira. Em nota, a ANS informou que os procedimentos eletivos deviam ser realizados conforme indicação do profissional de saúde. caberia aos planos justificarem a impossibilidade de atender aos prazos, exibindo documentos que provem situação epidemiológica, disponibilidade de leitos e medidas restritivas. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O item se o aprovou por unanimidade e embasado em nota técnica do órgão. Tomou-se a resolução, segundo a ANS, tendo o paciente como maior interessado. Faz 3 meses, a recomendação para que os usuários de planos de saúde protelassem consultas, exames e cirurgias que não fossem de urgência ou emergência foi feita por a ANS. O objetivo liberar leitos para pacientes do novo coronavírus, assim como evitar a contaminação das pessoas durante idas às unidades de saúde. O diretor-superintendente da agência chegou a realçar, na época, que a medida contribuiria para a adoção das medidas de isolamento social. O diretor-superintendente da agência é rogério Scarabel. A ANS já havia informado que, durante a pandemia, flexibilizaria os prazos para a execução de procedimentos eletivos pelas operadoras. O descumprimento de prazos de atendimento era um dos itens que podiam levar a agência a interromper a venda de planos de saúde. Para Breno Monteiro, presidente da CNSaúde, que congregava os prestadores de serviços, a suspensão dos prazos feita pela ANS havia se mostrado infrutífera: — Cirurgias e tratamentos que precisavam ser feitos deixaram de ser realizados. Naturalmente, nos estados que perderam o controle da contaminação, os leitos foram todos ocupados, sem precisar de normativos. A suspensão só levou ao atraso nos tratamentos e obstáculo financeiros pelas instituições, que, com taxas de profissão diminuídas, têm enfrentado obstáculo. Para Monteiro, a restrição poderia ter sido retirada há dez dias, quando a CNSaúde e outras entidades encaminharam estudos mostrando que tratamentos eletivos têm baixa demanda por UTIs: apenas um em cada dez, e por prazo médio inferior a dois dias.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Planos de saúde deverão cobrir testes sorológicos de Covid-19 a partir desta segunda
>>>>>Brasil profundo se torna epicentro da Covid-19 e capitais podem sofrer ‘tsunami’ em efeito bumerangue – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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