Por: SentiLecto

– Embora o maior produtor e exportador mundial da commodity ainda ande para colher um recorde de 131,79 milhões de toneladas, conforme pesquisa realizada pela Reuters, a falta de chuvas em diversas regiões brasileiras diminuiu o potencial produtivo da colheita de soja 2020/21. Faz 2 meses, de acordo com avaliações de 13 analistas, a projeção para a safra recuou ante a média de 132,25 milhões de toneladas, devido em as possíveis perdas de produtividade.A área semeada, no entanto, pode poderá aumentar para 38,43 milhões de hectares, considerando o alto platô de custos da oleaginosa. Na comparação com a última sondagem da Reuters, a estimativa de plantio progrediu 320 mil hectares. Caso as chuvas calculadas para dezembro se confirmem, com reavaliações para cima e para baixo nas projeções dos analistas consultados, a nova estimativa de produção ainda encarna uma máxima histórica, principalmente. «Houve atraso no plantio, mas nesse momento temos cerca de 88% da área semeada no Brasil… o Sul ficou mais seco, mas têm que vir novas chuvas que possibilitarão um salto. O atraso… não atrapalhará nem a entrega dos contratos feitos «, declarou o coordenador de Grãos da Datagro, Flávio Roberto de França Júnior. A Datagro é uma das consultorias que aposta em uma projeção mais otimista para a produção, considerando ampliação de área, custos médios acima do norma e rentabilidade bruta positiva. Por outro lado, parte do mercado acredita que a produção de soja pode estar «mais para 130 milhões de toneladas do que para 135 milhões de toneladas», como calcula a estatal Conab, alegou a AgRural. «Estamos inquietados com várias áreas em alguns Estados, especialmente de Mato Grosso e do Paraná, ainda mais depois do tempo mais seco registrado da semana passada para cá… Mas esta ainda é uma safra completamente em aberto, até porque foi plantada mais tarde que o normal, o que joga o período decisivo de definição da produtividade um pouco mais para frente também», explicou a analista da AgRural Daniele Siqueira. Segundo ela, as condições climáticas entre dezembro e janeiro são cruciais para a performance final da cultura no Brasil. CLIMA O meteorologista da Somar Celso Oliveira declarou que à medida que o verão se aproxima a chuva se intensifica e deve se edisseminarmais pelo Brasil. Então, dezembro vai ser o mês mais chuvoso desde a instalação da soja. «Mas o que foi instalado mais precocemente e com variedade com ciclo mais curto perdeu o potencial produtivo sem volta. Já as áreas instaladas entre o fim de outubro e novembro ainda têm condições de produzir bem», estimou. O agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antônio dos Santos, adicionou que como grande parte da soja está agora entrando em período de florescimento e enchimento de grãos, essas chuvas calculadas para os próximos 30 dias vão poder, sim, auxiliar bastante no desenvolvimento da planta, recuperando partes das perdas.

– O plantio de soja seguiu forte na região do Matopiba na última semana, auxiliando a aumentar a taxa de semeadura no Brasil, que atingiu 87% da área semeada. Após um atraso inicial devido à ianormalidadedas chuvas, o plantio aprogrediuseis pontos percentuais na última semana, eigualandose ao índice do mesmo pfasedo ano passado. «Com os trabalhos virtualmente concluídos no Centro-Oeste e já nos talhões finais no Sudeste, Paraná e Rondônia, a semeadura agora segue concentrada no Matopiba, que tem ritmo mais forte que o da média histórica devido à boa umidade na região…», declarou a AgRural em nota. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde o plantio continua atrasado por conta da anormalidade das chuvas, também registraram progressões na última semana. Comentou: «O regresso A semana passada marcou ela bastante bem-vindo de as chuvas a o Rio Grande do Sul». Outras importantes áreas produtoras voltaram a inquietar, notou a consultoria. «No resto do país, porémFaz 1 mês,, a combinação de tempo seco e temperaturas em elevação voltou a predominar de novembro. Isso acendeu novamente o sinal amarelo em algumas áreas com umidade do solo mais ajustada, especialmente em Mato Grosso e no Paraná», declarou. De acordo com a AgRural, «a preocupação com esse fase mais seco só não é maior porque, como o plantio foi feito com atraso, quando o efeito do clima desfavorável sobre o potencial produtivo é menor, a maior parte das lavouras ainda está em fase vegetativo ou no começo do período reprodutivo do que na formação de vagens e enchimento de grãos». Por ora, a AgRural conserva sua estimativa a produção de soja brasileira em recorde de 132,2 milhões de toneladas, com base em linhas de tendência de produtividade, que serão trocadas por estimativas com resultados do campo a partir de dezembro. «Embora a colheita 2020/21 tenha problemas gerados pela extrema anormalidade das chuvas no plantio e desenvolvimento inicial, cortes na estimativa de produtividade durante o período vegetativo da colheita não são recomendados.» MILHO A consultoria informou que o Brasil plantou 94% das áreas com milho primeira colheita, deve cooperar para um novo corte na projeção de colheita, enquanto o clima seco anteriormente no Rio Grande. Alegou: «Apesar do regresso das chuvas ao Rio Grande do Sul, o Estado já tem perdas de produtividade consolidadas e tem que passar por um terceiro corte na estimativa de colheita que a AgRural vai divulgar no começo de dezembro». Faz 2 meses, devido a cortes em os três Estados do Sul, a AgRural estimou a produção de o centro-sul brasileira em 20,7 milhões de toneladas, contra 21,9 milhões em outubro e 19,7 milhões de toneladas em a colheita 2019-20, em novembro. – Se estimou a colheita de soja brasileira 2020-21 em recorde de 133,9 milhões de toneladas, cerca de 400 mil toneladas acima da projeção de o mês anterior, com uma reavaliação de a área semeada em o maior produtor e exportador mundial de a oleaginosa, de acordo com previsão de a consultoria StoneX divulgada em esta terça-feira. A StoneX em relatório explicou: «O crescimento estimulou essa produção maior de a área semeada , de 180 mil hectares , frente a novembro , com o total nacional alcançando 38,3 milhões de hectares». A ampliação na projeção acontece apesar de problemas decorrentes da anormalidade climática em alguns Estados, que levaram a consultoria a diminuir a produtividade média para 3,49 toneladas por hectare. A StoneX mencionou revisão nas perspectivas para o Mato Grosso, com o rendimento esperado caindo de 3,48 para 3,45 toneladas por hectare. «De qualquer maneira, o mês de dezembro será determinante para o resultado final. A perspectiva de uma colheita recorde deve se consolidar», alegou, caso a norma de chuvas se mostre mais regular e em bons volumes. Novamente, a StoneX revisou para a cima a colheita velha para 124,53 milhões de toneladas. Contudo espera-se que os estoques finais fiquem ainda mais baixos, em 310 mil toneladas, resultado do ajuste para cima nas exportações para 83 milhões de toneladas em 2020. A StoneX ainda calculou a produção milho brasileira em recorde de 109,34 milhões de toneladas em 2020/21, versus 111,1 milhões de toneladas na previsão do mês anterior, com uma projeção menor para a primeira colheita, vista agora em 25,3 milhões de toneladas, devido ao tempo seco no Rio Grande do Sul. Mesmo com o atraso no plantio da soja gerando dúvidas sobre a habilidade de realizar a semeadura da colheita de inverno 2020/21 dentro da janela ideal, espera-se uma área de milho 8,5% maior do que a observada neste ano, segundo revisão da StoneX. «As perspectivas de uma forte procura, tanto interna como externa pelo grão, e os aumentados custos da commodity continuam sustentando as expectativas para um forte crescimento na área, apesar das preocupações com potenciais questões climáticas», alegou. O grupo ampliou levemente sua estimativa de produção de inverno, em 41 mil toneladas, para 82,4 milhões de toneladas do cereal, reflexo da elevação marginal nas áreas semeadas em Tocantins e no Pará. – O faturamento da indústria de defensivos agrícolas no Brasil tem que ter diminuição de 11,8% em 2020, adicionando 11,994 bilhões de dólares, projetou nesta terça-feira o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal , a partir de levantamento encomendado à consultoria especializada. Faz 1 mês, a projeção ficou em linha com a divulgada em o começo, conforme reportagem de a Reuters. Em nota o presidente do Sindiveg, Julio Borges Garcia declarou: «A intensa desvalorização do real frente ao dólar neste ano tem sido um importante desafio para a indústria de defensivos agrícolas, que tem a maior parte dos seus preços na importação de insumos e matérias-primas». «Devido à grande variação cambial, não foi possível fazer o repasse integral doaaampliaçãodos cpreços, aadicionouo dirigente. Por outro lado, a área tratada está maior em 2020 pelo aumento de diversas culturas: 3,4% na soja, 4% no milho e 3% no algodão. Outro motivo fundamental está ligado aa ampliação da pressão dos desafios fitossanitários nas lavouras, especialmente insetos , fungos e plantas daninhas resistentes , adicionou o Sindiveg. Com isso, a área tratada com defensivos agrícolas deve aumentar em torno de 6,5% até o fim de 2020, estima o sindicado.

Na sexta-feira 27 de novembro SÃO PAULO – A indústria produtora de aço do Brasil voltou a melhorar suas perspectivas para este ano, apostando agora em um crescimento modesto nas vendas no país e expansão de 5,3% em 2021, segundo dados da entidade que encarna as siderúrgicas divulgados nesta sexta-feira.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil, Argentina

Cities: Parana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Safra de soja 2020/21 vai ser recorde no Brasil, mas perde potencial após seca, assinalam analistas
>>>>>Plantio de soja ganha ritmo no Matopiba; clima preocupa em MT e PR, diz AgRural – (Extraoglobo-pt)
>>>>>StoneX eleva previsão de safra de soja do Brasil e reduz estimativa para milho – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Faturamento em dólares do setor de defensivos agrícolas no Brasil cairá 11,8% no ano – (Extraoglobo-pt)

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