Por: SentiLecto

Os pequenos empresários não estão conseguindo obter empréstimos no mercado em meio à crise do novo coronavírus. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae, com parceria da Fundação Getúlio Vargas, mostrou que a demanda por crédito ampliou entre 7 de abril e 5 de maio, no entanto, somente 14% dos empreendedores tiveram o empréstimo aprovado, têm seus pedidos em análise, enquanto 58% tiveram o pedido negado e 28%.

A pesquisa escutou 10.384 microempreendedores individuais e proprietários de micro e pequenas companhias de todo o país e mostrou que 88% das buscas por empréstimos foram em instituições bancárias. Já entre os que procuraram em fontes opções, parentes e amigos são a fonte de empréstimos mais citada, seguidos de instituições de microcrédito e negociação de dívidas com provedores .

A primeira alternativa foi pelos bancos públicos , seguidos dos bancos privados e cooperativas de crédito . Entretanto, avaliando a taxa de êxito desses pedidos, o estudo do Sebrae mostrou que as cooperativas de crédito lideram na concessão de empréstimos e, na sequência, aparecem os bancos privados e os bancos públicos .

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Na sua vez, – O governo aposta em uma parceria entre a Caixa Econômica Federal e as operadoras de maquininhas de cartão para fazer com que o novo crédito a micro e pequenas companhias chegue às cempresasque precisam doaaajudinha As operações serão feitas no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte , sancionado nesta terça-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, com três vetos. O pacote calcula aportes de R$ 15,9 bilhões da União para reforçar as garantias aos empréstimos. O pacto entre Caixa e as operadoras das maquininhas seria detalhado na norma do programa, que deve ser estabelecido por decreto, que ainda precisa ser editado. Segundo um técnico da equipe econômica, outras instituições financeiras poderão participar se desejarem, mas a Caixa vai sair na frente. A utilização das maquininhas de cartão como «ponte» para garantir que o dinheiro seja emprestado é uma maneira de fazer o recurso chegar também a empresários que estão fora do sistema financeiro. Algumas operadoras permitem que a companhia gerenciar os recursos recebidos pelas máquinas por meio de uma conta digital própria, que seria utilizada para fazer as operações. A norma também vai calcular que entre 70% e 75% do crédito seja destinado às micro ecompanhias com faturamento anual de até R$ 360 mil, e o restante, às pequenas ecompanhias que têm ganhos anuais de até R$ 4,8 milhões. Além de aprovar a norma, o governo vai precisar editar uma medida provisória para autorizar ao Tesouro a aportar os R$ 15,9 bilhões no Fundo de Garantia de Operações , gerenciar pelo Banco do Brasil. Esses recursos serão usados para cobrir até 85% da operação em caso de inadimplência. A linha permite tomar empréstimo de até 30% do faturamento anual, com escassez de oito meses e prazo de pagamento de até 36 meses. A taxa máxima de juros equivale a taxa Selic, mais 1,25% ao ano . Se a esboçou para auxiliar o segmento durante a crise com a pandemia de o novo coronavírus, a modalidade vai ter vigência de três meses e. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra Bolsonaro sancionou a lei com vetos, que foram negociados anteriormente com o Congresso, explicou uma fonte da área econômica. A escassez foi um dos trechos vetados, mas se a vai restabelecer em a norma. O texto calculava isenção de juros nesse fase, o que poderia prejudicar a habilidade dos bancos em executar o programa. A parceria com as maquinhas de cartão vai ser uma espécie de casamento, realçou a fonte, e terá que permanecer depois da crise. O crédito vai ser para as companhias, mas as maquininhas serão uma espécie de ponte. Os recebíveis poderão ser oferecidos como garantia do crédito. A ideia é utilizar contas digitais para quem não tem conta em banco.

Na sexta-feira 24 de abril – O presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória abrindo crédito extraordinário no valor de 25,720 bilhões de reais em favor do Ministério da Cidadania para o programa de amparo aos beneficiários da ajudinha emergencial no valor de 600 reais. Se publicou A MP, também assinada por o ministro de a Economia, Paulo Guedes, em o começo de a noite em edição extra de o Diário Oficial da União. A vantagem, aprovada pela Congresso Nacional e sancionada por Bolsonaro, era destinada a trabalhadores informais, autônomos e vulneráveis que estavam em situação de vulnerabilidade em razão dos efeitos econômicos advindos da pandemia do coronavírus. Tornar-se, apesar de já estar em forcita, a MP precisava ser aprovada pelo Congresso para lei.

Ainda que a maioria dos proprietários de pequenas companhias assinalou uma queda na receita mensal, a pesquisa mostrou , enquanto 4% não perceberam mudança de faturamento, somente 2% conseguiram registrar ampliação de receita no fase e 5% não desejaram responder. Na média, o faturamento dos pequenos negócios foi 60% menor do que no fase pré-crise.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, essa conduta pode ter diversas razões, entre elas: as aumentadas taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras, o excesso de burocracia ou a falta de garantias por parte das pequenas companhias:

— Por essa razão, o Sebrae está trabalhando para aumentar o volume de instituições parceiras para a operação do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas . Já contamos com 12 organizações, entre bancos públicos e privados, cooperativas de crédito e agências de fomento.

– Adolfo Sachsida alegou nesta segunda-feira que, caso o programa de crédito para micro e pequenas companhias não funcione, «sem dúvida absoluta» outro programa deverá vir no lugar dada a urgência em atender esse público. Adolfo Sachsida é o secretário de Política Econômica. «Realmente boa parte delas está sendo obrigada a passar dois, três meses fechada. Se nós não mandarmo crédito agora, na hora que chegar o momento da recomeçada o que vai ocorrer? Não tem nem companhia nem emprego», alegou ele. Ao participar de live promovida pela Nova Futura Investimentos, Sachsida declarou que o Pronampe tem que sair nesta semana. O programa , que já aprovou o programa que , ainda não foi sancionado por o presidente Jair Bolsonaro. Ele calcula um aporte de 15,9 bilhões de reais do Tesouro no Fundo de Garantia de Operações , gerenciar pelo Banco do Brasil. Com isso, as primeiras perdas com inadimplência serão cobertas pela União até um determinado limite, possibilitando a concessão de empréstimos a juros mais baixos. Sachsida voltou a declarar que, dentre as prioridades para a retomada, está a revisão de programas sociais, já que o país sairá da crise com um grande contingente de pessoas em situação de vulnerabilidade. E diss: «Brasil tem característica de vários que não têm tido êxito, vamos rediscuti-los e focar onde eles realmente dão resultado.. Completam a lista de prioridades a implementação de políticas de emprego mais eficientes, uma nova lei de falências e adoção de estruturas melhoradas no mercado de crédito, mercado de capitais e mercado de garantias. Os pequenos empresários não estão conseguindo obter empréstimos no mercado em meio à crise do novo coronavírus. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae, com parceria da Fundação Getúlio Vargas, mostrou que a demanda por crédito ampliou entre 7 de abril e 5 de maio, no entanto, somente 14% dos empreendedores tiveram o empréstimo aprovado, têm seus pedidos em análise, enquanto 58% tiveram o pedido negado e 28%.

Outros experts assinalam que o medo de calote dos bancos em meio a crise está frear o crédito.

— Notamos um enorme obstáculo, pelas companhias, em obterem crédito bancário a valores razoáveis. Os bancos parecem não estar bastante dispostos a dar crédito para empresários — avalia Eduardo Gonzaga Oliveira de Natal, professor e tributarista, sócio do escritório de advocacia Natal & Manssur.

Na última segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte , com 85% dos recursos garantidos pela União. No entanto, foram vetados dois itens importantes na avaliação dos experts: o que estabelecia escassez de oito meses para começo dos pagamentos e a prorrogação por mais 180 dias dos prazos para pagamento de parcelamentos da Receita Federal e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O Congresso pode rever esses dois vetos, mas a medida já está valendo.

Experts assinalam que as carências oferecidas não serão o suficiente para auxiliar os pequenos empresários.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Countries: Brazil

Cities: Natal

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Somente 14% dos pequenos negócios que buscaram crédito durante pandemia conseguiram, assinala pesquisa
>>>>>Caixa vai fazer parceria com maquininhas de cartão para fazer crédito chegar a microempresa – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Se Pronampe não funcionar, outro programa para micro e pequenas empresas tem que vir, diz Sachsida – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Apenas 14% dos pequenos negócios que buscaram crédito durante pandemia conseguiram – May 20, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Em ofício a Bolsonaro, confederação de municípios apoia veto a reajustes para servidores – (Extraoglobo-pt)

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