Por: SentiLecto

– Em sua primeira reunião com a delegação mista da reforma tributária, Paulo Guedes declarou nesta quarta-feira que o governo pretende trocar até 20 impostos por somente um Paulo Guedes é o ministro da Economia., mas não deu detalhes sobre a proposta. Guedes deu a declaração ao alegar que o plano da equipe econômica não é aumentar a carga tributária, que hoje chega a mais de 30% do Produto Interno Bruto . — Nós não vamos ampliar a carga tributária. Estamos num programa de simplificação e diminuição de impostos. A carga tributária pode ser a mesma, nos vamos trocar dez, 15, 20 impostos por um. Mais três por um. Por exemplo, inauguramos trocando agora dois, PIS/Cofins, por um. E assim, vamo seguir fazendo — declarou o ministro. Apesar da expectativa em torno do imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da CPMF, Guedes sinalizou que tem que evitar o tema no encontro com parlamentares. — Existem muitas questões sobre Renda Brasil, imposto sobre transações, temas que não são os temas que estão na nossa pauta de hoje — alegou Guedes. Parlamentares, no entanto, podem questionar o ministro e sua equipe técnica sobre qualquer assunto. O ministro defendeu a primeira etapa da proposta de reforma tributária do governo, que substiui na substituição do PIS/Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços , com alíquota de 12%. Segundo Guedes, a proposta pode ser acoplada com outros projetos em debate no Congresso. — Nosso primeiro passo é a CBS, a contribuição sobre bens e serviços. Isso terá que ser acoplado, formando então o IBS, que é o projeto que está aí na PEC 45 , que é o imposto sobre bens e serviços — alegou o ministro.

– Paulo Guedes participa na próxima quarta-feira de audiência pública na delegação mista da reforma tributária no Congresso Nacional. Paulo Guedes é o ministro da Economia. O ministro vai participar por videoconferência e a audiência vai ter começo às 10h. Mais cedo nesta sexta-feira, deputado Aguinaldo Ribeiro alegou que a discussão do assunto iniciaria para valer a partir da audiência com Guedes. Deputado Aguinaldo Ribeiro é o relator da reforma. Tramitam no Congresso Propostas de Emenda à Constituição mais aextensas que incluem tributos municipais e estaduais na simplificação dos impostos sobre o consumo, enquanto o Executivo aexibiuum projeto de lei que psugere como primeira etapa da reforma tributária, asomentea junção de PIS e Cofins num único imposto sobre valor agregado, a chamada Contribuição sobre Bens e Serviços .- Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que a equipe econômica ainda está redigindo as medidas finais do fase de ajudinha emergencial, após já ter anunciado a extensão do programa por mais dois meses, levando seu preço total a 254,4 bilhões de reais. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Paulo Guedes é o ministro da Economia. «Ainda há um ou dois meses pela frente de obstáculo pelo menos, mas já estamos voltando», alegou ele, em referência ao efeito da crise do coronavírus. Ao participar de delegação mista da reforma tributária, a ministro pontuou que vai estudar-se a reformulação de o ajudinha junto com o Congresso, dentro do chamado Renda Brasil. Sobre a reforma tributária, Guedes declarou que a almazinha do governo é «completamente construtivo» e de «suporte total» à versão mais aextensade um imposto sobre o consumo, após o envio de proposta pelo Executivo que mira a junção asomentedos tributos federais Pis e Cofins. «Nosso primeiro passo é exatamente a CBS, contribuição sobre bens e serviços, que é o IVA federal. Isso terá que ser acoplado aos IVAs estaduais formando então o IBS, que é o projeto que está na PEC 45», declarou. Segundo o ministro, vai haver reunião nesta tarde de técnicos do Ministério da Economia com secretários de Fazenda para discuti o acoplamento do IVA federal com os IVAs estaduais. — Paulo Guedes classificou como «maldade» e «ignorância» chamar o imposto sobre pagamentos eletrônicos que ele deseja implementar de «nova CPMF», o antigo imposto do cheque. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Parlamentares questionaram Guedes , em esta quarta-feira , sobre o tema, mas evitou entrar em detalhes sobre a proposta. — Sim, estamos estudando, temos falado sobre isso tempo completo, e as pessoas inadequadamente, por maldade, por ignorância, falam que isso é nova CPMF. Não tem problema, o tempo é o senhor da razão. Vamos seguindo em frente e lá na frente os senhores , avaliarão a base de incidência. Nós desejamo uma base extensa, mas não é o nosso tema aqui na hora — declarou o ministro, ao participar de audiência na delegação do Congresso que debate a reforma tributária. O governo pretende implementar um imposto sobre pagamentos eletrônicos, que teria alíquota de 0,2%, mas ainda não exibiu formalmente uma proposta. A ideia de Guedes é diminuir outros tributos como compensação. Um desses tributos que poderiam ser diminuídos é a contribuição patronal ao INSS, que pesa sobre a folha de pagamentos das companhias. — O imposto digital é uma coisa para nós conversarmos à frente, mas é claro que a economia está cada vez mais digital. Isso está sendo estudado na OCDE , nos países mais avançados — declarou o ministro. Guedes mencionou grandes companhias da economia digital, como o Google e a Netflix, para justificar a necessidade da tributação. — A Netflix, o Google, todo mundo vem aqui, o brasileiro utiliza o serviço, são belíssimas inovações tecnológicas, mas agora não conseguimos ainda tributar corretamente e isso é uma peça importante — adicionou. Mande acusações, informações, vídeos e imagens para o WhatsApp do Extra O ministro ainda ironizou a fala do relator da reforma tributária, o deputado Aguinaldo Ribeiro , que classificou como “medieval” o que ele considera uma “tentação de ampliação de carga tributária”. O deputado também se declarou contra a recriação de um novo imposto nos moldes da CPMF. — Até o deputado Aguinaldo cometeu um certo excesso porque ele propôs que a Netflix e a Google já existiam na idade média. Ele falou que o imposto digital é um imposto medieval. Então, parece que já existia tudo isso na Idade Média. Os bispos nas catedrais góticas, já utilizavam Netflix Waze. Os bispos são os padres. Netflix é google. Foi um exagero que ele cometeu — alegou Guedes. O próprio ministro reconheceu, porém, que um imposto sobre o valor agregado , base da unificação do PIS e da Cofins que ele mesmo sugeriu é do século passado: — Tanto isso é verdade que o setor de serviços está em polvorosa.

Na quarta-feira 29 de julho – O ministro da Economia, Paulo Guedes, reiterou plano da equipe econômica de criação de uma nova base tributária extensa, adicionando que, se a ideia prosperar, será possível diminuir e suprimi outros impostos. «Não vamos ampliar os impostos, podíamo redistribuir, instituir uma base extensa nova. Se você criar uma base ampla nova e tributar um pouco ali, você pode então reduzir o Imposto de Renda, eliminar alguns IPI, pode até reduzir cinco, seis, sete, oito, dez impostos se você tiver base ampla onde você crie ali uma nova incidência para pessoas que não pagam», afirmou. Em falava àoijornalismoapós participar no Palácio do Planalto da primeira reunião técnica para ddebaterpontos do texto da reforma tributária, o ministro defendeu que essa base aextensaconseguiria abarcar tanto a economia paralela e informal quanto segmentos novos que estão surgindo na economia digital que não são tributados. Membros da equipe econômica já sinalizaram estudar um imposto sobre transações, que seria criado nos moldes da extinta CPMF, para bancar a desoneração da folha –um plano antigo de Guedes para impulsionar a geração de empregos. Nesta quarta-feira, ele alegou que o projeto de lei de autoria do Executivo já encaminhado nrepresenta somente um primeiro passo. O ministro declarou estar bastante confiante numa reforma extensa «como desejava a PEC » que já tramitava no Congresso. Após a proposta de junção de PIS e Cofins mandada pela equipe econômica, ele alegou que o governo trataria de assuntos como impostos seletivos, imposto sobre a renda e desoneração da folha. Sobre a reunião, Guedes avaliou que a manhã foi produtiva e que governo e parlamentares estavam ficando «na mesma página» em relação aos princípios da reforma. Ao lado do ministro, o relator da PEC 45 na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro , declarou que as audiências públicas sobre a reforma tributária deverão ser reiniciadas e que há conversas em curso para Guedes participar da primeira audiência. Também participaram da reunião o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e o secretário especial da Receita Federal, José Tostes.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>’Vamos trocar dez, 15, 20 impostos por um’, declara Guedes em delegação da reforma tributária
>>>>>Guedes participa de audiência na 4ª-feira em comissão da reforma tributária – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ainda estamos redigindo as medidas finais do período de auxílio emergencial, diz Guedes – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>Guedes diz ser ‘maldade e ignorância’ chamar imposto sobre pagamentos de ‘nova CPMF’ – August 05, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Bolsonaro dá sinal verde para Guedes testar ‘nova CPMF’, mas não apoiará publicamente o imposto – (Extraoglobo-pt)

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