Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – 2012 Giro di italia cup

Adam Hansen vai dedicar-se ao triatlo de longa distância. O australiano Adam Hansen, que completou 20 grandes Voltas consecutivas, ainda hoje um recorde, sempre na Lotto, tendo como pontos altos um triunfo em etapa na «corsa rosa» de 2013 e outra na Vuelta de 2014, despediu-se este domingo do ciclismo profissional, aos 39 anos, ao concluir o Giro, a 29. ª grande Volta completada da carreira, para se dedicar ao triatlo de longa distância.A resolução, anunciada no começo do mês, chega após uma carreira nas grandes Voltas que iniciou em 2007, tendo abandonado o primeiro Giro da carreira e ficado em 89.º na Volta a Espanha.Faz 9 anos, que vive em a República Checa também apoia a equipa como engenheiro tendo escrito » software » de logística para a equipa belga, anunciou a intenção de concentrar o esforço esportivo em o triatlo de longa distância mais alto nível, deixando o pelotão WorldTour ao cabo de 13 anos a o, mais tarde entre agosto de 2011 em o Tour eO australiano e.»Último dia no pelotão profissional para o Adam Hansen, que conclui a carreira de ciclista na corrida que mais ama. Fomos colegas de equipa desde há seis anos, e colegas de ofício desde 2009. O meu respeito por ti é grande. Tudo de bom no mundo do triatlo», escreveu o belga Thomas de Gendt, outro expert em escapadas e seu colega de equipa na Lotto Soudal, na rede social Twitter.Faz 12 anos, o campeão australiano de fundo há muitos anos envolvido com a Associação de Ciclistas Profissionais, concluiu hoje a carreira com um 117.º lugar final no Giro, tendo revelado no começo de outubro, ao Cycling News, que a primeira prova no triatlo de longa distância vai ser em Portugal.»Vou fazer o «Ironman» Portugal em 7 de novembro, para me voltar a habituar [em 2019, disputou uma prova nos Estados Unidos], por isso, depois do Giro, tenho basicamente duas semanas para correr e nadar. Posso até vir a fazer algumas corridas [de ciclismo], mas não vou levar isso a sério», explicou então.A 103.ª edição da Volta a Itália em bicicleta concluiu com o triunfo do britânico Tao Geoghegan Hart , após a finalização do contrarrelógio individual da 21.ª etapa, em Milão.

Mauro Vegni anunciou consequências para os ciclistas depois de se terem oposto a correr a etapa completa.Mauro Vegni advertiu esta sexta-feira que vai haver consequências para os ciclistas, depois destes terem queixar-se e pedido para que a 19. Mauro Vegni é o diretor italiano.ª etapa fosse encurtada.»Não aceitamos a oferta dos ciclistas, nós é que padecemo. Isto ocorreu porque os ciclistas não se exibiram na saída. Alguém vai pagar por isso», declarou Vegni em declarações à RAI.O diretor de corrida desmentiu que a conversa para encurtar a etapa tivesse iniciado ontem e assinalou ao ciclista da Lotto Soudal, Adam Hansen, deixando ainda um aviso aos ciclistas: «Isto não acabou. Concluiremos a corrida e alguém pagará, quando chegarmos a Milão».O diretor do Giro recordou ainda que o traçado da etapa já era conhecido há um ano e que também se sabia que ao haver corrida em outubro se deveria correr com baixas temperaturas.»O que ocorreu hoje estraga o nosso trabalho. Toda a gente sabe que o Giro ia acontecer em outubro e hoje estavam 13 ºC. Escutai muitos ciclistas e muitos não estiveram de acordo. Já sabem como iniciou isto, uns poucos não desejaram correr e desejavam descansar mais», concluiu.

Na sexta-feira 16 de outubro o ciclista Thomas de Gendt acusou a organização da Volta a Itália de «esconder coisas» sobre a possível infeção por covid-19 no plantel e o diretor da prova assegurou que os protocolos sanitários estavam a ser satisfeitos.Mauro Vegni assegurou o respeito pelo protocolo sanitário da corrida, devido na pandemia de covid-19 Mauro Vegni é o diretor da Volta a Itália. e contestou as críticas do ciclista de Belgica Thomas de Gendt, apelando a uma «bolha de tranquilidade».»Respeito os corredores e os seus medos, porque, tínhamo que ter bastante cuidado, quando se tratava da saúde. Mas, como organizadores, somos cautelosos todos os dias e empenhamos todas as nossas forças nisso. Os esportista deviam comportar-se da mesma forma e isso auxiliaria a instituir uma bolha de tranquilidade», alegou Vegni.As declarações do diretor do Giro, que era liderado pelo português João Almeida , aconteceram depois de o corredor da Lotto Soudal ter declarado que a organização » escondia coisas» e que o pelotão estava a começar a sentir-se em perigo.»Falei com o culpado da equipa e declarou que o Thomas de Gendt teria que ter cuidado com o que declarava. Declarar que podíamo ter manipulado os resultados era bastante grave. A saúde internacional estava em jogo», referiu Vegni.O culpado reiterou a intenção de levar a prova até ao fim, em Milão, em 25 de outubro, apesar dos receios e do abandono de duas equipas, casos da Jumbo-Visma e da Mitchelton-Scott.»Não percebia porque teríamos que acabar o Giro. O Giro tinha que continuar, com certeza. Antes da partida sabíamos que o vírus nos iria agredi, mas a única coisa a fazer era seguir o nosso percurso e conservar a cabeça levantada», vincou.Ainda que os 17 casos de infeção pelo novo coronavírus anunciados entre polícias aconteceu numa prova paralela à corsa rosa, que é eradisputada por bicicletas elétricas., vegni explicou além deste caso, na quinta-feira, a equipa norte-americana Education First, do de Portugal Ruben Guerreiro, pediu que a prova fosse dada como deduzida na segunda-feira, segundo dia de descanso.Os 11 testes positivos em quatro equipas, além de outro staff, incluindo polícias que não estavam dentro da bolha, mas acompanhavam a prova, bem como «o fase de incubação de sintomas ou positivos» foram os principais motivos evocados pela formação norte-americana, que já venceu várias etapas, uma com Ruben Guerreiro, que liderava a classificação da montanha.»Para a saúde de ciclistas, staff, e comunidades através das quais vamos correndo, recomendávamo que o Giro seja concluído antecipadamente. acreditávamo que seria melhor ocorrer de maneira sistemática do que uma desistência caótica, equipa a equipa. O segundo dia de descanso parecia um final natural para a corrida, podendo dizer ganhadores e uma prova bem-sucedida», podia ler-se na missiva.Em resposta a este pedido, numa carta a que a Eurosport teve acesso, o presidente da União Ciclista Internacional , David Lappartient, destacou as medidas colocadas em prática para minimizar os impactos da pandemia de covid-19 por parte do organizador, com testes rápidos prometidos para serem implementados entre quinta-feira e hoje.O pelotão do Giro enfrentava os 192 quilómetros da 13.ª etapa, entre Cervia e Monselice.

O Giro d’Italia é uma competição ciclista por etapas de três semanas de duração, disputada no mês de maio em Itália com um percurso diferente a cada ano.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United States, Portugal, Czech Republic

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Despede-se do ciclismo profissional após 29 grandes Voltas
>>>>>Diretor do Giro deixa aviso aos ciclistas: «Quando chegarmos a Milão alguém vai pagar» – (ojogo-pt)

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