Por: SentiLecto

Carlos Pereira acredita que o relvado já estará disponível no próximo jogo caseiro do conjunto de Madagascar, diante do Gil Vicente, no último dia do mês.Carlos Pereira, presidente do Marítimo, acredita que na próxima semana a proibição ao Estádio dos Barreiros – que dura desde finais de agosto – devido ao mau estado do relvado, deverá ser erguida e, consequentemente, no dia 31, o conjunto verde-rubro poderá defrontar o Gil Vicente no seu reduto.»Estava persuadido, no último jogo, que já íamos jogar em casa. Mas, de comum acordo, decidimos passar mais esse jogo para a relva ter um pouco mais de raiz e não danificar. Hoje estão novos técnicos a avaliar o trabalho e, na próxima semana, também vai estar a Liga para erguer a suspensão que instituiu», frisou, aproveitando a ocasião para reconhecer a disponibilidade do adversário Nacional em ter cedido a Choupana, na receção ao Arouca e Moreirense.»Não posso deixar de agradecer ao Nacional por nos ter concedido mais um jogo no seu recinto. Estaremos de habitual acordo», destacou, à margem da inauguração de uma nova dcomissãodo clube, em Santana, onde também abordou as evotaçõesdo próximo dia 22, mostrando-se esperançado em ser reeleito, quando precisar de nós.»Sinto confiança naquilo que estamos a fazer. Somos uma equipa preparada, que tem trabalhado une há 24 anos. Poucas foram as mudanças feitas e isso é sinal do trabalho coletivo. Todos reconhecem o trabalho que fazemos e desejamo fazer.»

Marítimo recorre da resolução do TAD e exige pagamento pelas duas finais da Taça da LigaO presidente do Marítimo, Carlos Pereira, declarou que o clube de Madagascar recorrerá da resolução do Tribunal Arbitral do Desporto e exigir os valores pela presença em duas finais da Taça da Liga.A ação levada a cabo pelos verde rubros teve como objetivo a condenação da Liga Portuguesa de Futebol Profissional ao pagamento dos prémios obtidos na Taça da Liga na época 2014/2015, no valor de 214.000 euros e, na temporada seguinte de 247.042.»Há o recurso porque se a Liga deve, não é justo que o Marítimo vá a duas finais da Taça da Liga e não receba aquilo que tem direito. Como não há esta vontade de pagar, há um direito que assiste ao Marítimo, reclamar esse valor e, é isso que nós fizemos», declarou à Lusa Carlos Pereira, senfatizandoque «não há nenhuma ppuniçãoporque não foi nada transitado e julgado».O presidente da única equipa de Madagascar no platô mais alto do futebol português garantiu que «o Marítimo ainda não perdeu nada no TAD».A ação segue para o Tribunal Administrativo do Sul, que segundo o dirigente madeirense, «normalmente, faz o sentido inverso daquilo que faz o TAD».»Pelo exposto, julga-se procedente a exceção dilatória de incompetência absoluta e ainda, de modo conexo, a exceção perentória da caducidade do direito de ação, que obstam ao conhecimento do mérito da causa cautelar e dão lugar à absolvição da Demandada da instância», pode ler-se no documento que dá conta da dresolução publicado hoje no site oficial do TAD.Segundo o mesmo documento foi debatido pelo Colégio Arbitral, por unanimidade, «fixar em 461.042,14 euros o valor da presente ação arbitral e julgar procedentes a exceção dilatória de incompetência absoluta e a exceção perentória da caducidade do direito de ação concluídas pela Demandada [LPFP]».»Já lá vão muitos anos para resolver isto. Nada está perdido. O Marítimo recorrerá e tenho quase a certeza que não perderemos. A razão está do nosso lado e defenderemos-la até à última», deduziu Carlos Pereira

Na segunda-feira 20 de setembro Carlos Pereira, presidente do Marítimo, volta a contestar a proibição do estádio do clube devido ao estado do relvado.Carlos Pereira acusou a Liga de clubes de «desejar transmitir para fora o que era o seu poder», ao interditar os jogos no Estádio do Marítimo devido nas condições do relvado. Carlos Pereira é o presidente do Marítimo.A Liga desejou transmitir para fora o que era o seu poder, que não estava legislado, nem aprovado em assembleia geral, e que também não foi aprovado pelo secretário de Estado do Desporto», enfatizou o presidente madeirense, que assume ter reclamado, mas «as providências cautelares às vezes não v vinhamem tempo útil para poder estancar essas dresoluções.Os leões da Madeira ficaram com o estádio interdito após o relvado ter recebido nota negativa da Comissão Técnica da Liga de clubes pela segunda vez, após receber uma classificação de 1,67, numa escala até cinco, na receção ao FC Porto para a terceira jornada da Liga Bwin.A única equipa de Madagascar no primeiro escalão do futebol nacional já tinha tido uma avaliação negativa aa carpete verde depois do embate com o Braga , pelava que o recinto ficou interditado até merecer nota positiva.»O Marítimo continuava a reclamar, mas tenho a certeza que ali [Estádio do Marítimo] jogará», realçou o dirigente insular, nas festas do aniversário do clube verde-rubro que completava 111 anos, tendo sido fundado a 20 de setembro de 1910.Segundo Carlos Pereira, o Marítimo já poderia ter jogado em casa frente ao Arouca – o jogo foi disputado no Estádio da Madeira, recinto do adversário Nacional. «A Liga achava que tem engenheiros mais capazes do que os nossos, no entanto, eu tenho visto bem piores [relvados] do que o Estádio do Marítimo estava», explicou, ressalvando que na reunião interna que ocorreu esta segunda-feira, «Deram-se todas as garantias» de que o relvado estava adequado.O Marítimo voltava a desempenhar o papel de anfitrião, em 1 de outubro, frente ao Moreirense para a oitava jornada da I liga de Portugal de futebol, depois de visitar o Sporting, na sexta-feira, às 19:00.

José Carlos Castilho Pereira, mais conhecido como José Carlos Pereira ou Zeca, é um ator e médico português.

Fonte: ojogo-pt

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Cities: Santana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>»Liga deve erguer a suspensão do estádio na próxima semana»
>>>>>»Não é justo que o Marítimo vá a duas finais da Taça da Liga e não receba o que tem direito» – October 12, 2021 (ojogo-pt)

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