Por: SentiLecto

Vítor Ferreira reconhece força da Seleção Nacional, mas conserva abordagem cuidadosa sobre uma eventual candidatura ao título europeu de sub-21.Vítor Ferreira apelou à concentração competitiva da seleção pde Portugalde sub-21 para o encontro de quarta-feira frente à Suíça, visando a entrada na ronda eliminatória do campeonato da Europa da categoria.»É bastante importante termos em mente que ainda não passámos. Há que entrar neste jogo da mesma maneira que nos dois primeiros. A Suíça é outra grande seleção e nenhum jogo neste torneio será fácil. Vamo entrar de maneira séria e com muita atitude, esperando que a nossa característica venha ao de cima», assinalou o médio, em entrevista à agência Lusa.Líderes isolados do Grupo D, com seis pontos, graças aas vitórias sobre Croácia e Inglaterra , os lusos defrontam a Suíça na quarta-feira, às 18h00 locais , no Estádio Stozice, em Ljubljana, com arbitragem do sueco Glenn Nyberg.»Neste momento, somos candidatos a ganhar o próximo jogo. Mais tarde, vamo ver. Primeiro, devemo passar a Suíça para chegar àofperíodoa esuprimi A partir daí, vamo ver jogo a jogo. Somos uma seleção forte, com certeza. Não o negaremos, mas também existem outras», ressalvou Vítor Ferreira, de 21 anos, conhecido no futebol por Vitinha.Se a Croácia não derrotar a Inglaterra à mesma hora, um empate garante aovtriunfona «poule» e a entrada naoppróximofperíodo que também poderá ser confirmada com uma derrota por um golo frente aos helvéticos, exceto 1-0 ou 2-1, ou em Koper, também na Eslovénia.»Não sei o que falhou nas outras seleções, mas na nossa sei que acertámos na atitude e na forma como entrámos sérios e demos o máximo nos 90 minutos de cada jogo. Depois sobressaiu a qualidade que cada um destes jogadores tem. Tudo isso veio à tona e fez com que ganhássemos os dois jogos», explicou o médio dos ingleses do Wolverhampton.Instado a lembrar a vitória de domingo sobre os ingleses, com golos de Dany Mota e de Francisco Trincão, de grande penalidade, na segunda parte, Vítor Ferreira enfatizou uma «grande demonstração de característica e de futebol, principalmente na segunda parte».»Fizemos uma primeira parte melhor do que a Inglaterra, ainda por cima com algumas chances, mas sem aquilo que pretendíamos na totalidade. Tentámos corrigir isso na segunda parte e, felizmente, conseguimos. Tivemos mais bola e essa posse foi fértil, porque fizemos os dois golos. Fica um triunfo categórico sobre a Inglaterra», valorizou.Titular nas duas primeiras jornadas, o médio formado no FC Porto e cedido ao conjunto orientado pelo de Portugal Nuno Espírito Santo destaca a diversidade de alternativas de Portugal em vários setores do terreno, que permite «colocar sempre a fasquia sempre bastante alta».»Temos jogadores bastante dotados tecnicamente e também desportistas velozes, pelo que conseguimos um bocado destes dois mundos. Somos uma seleção bastante completa, mesmo na almazinha de grupo e tudo o mais. Há que continuar nesta senda», admitiu Vítor Ferreira, a extrair vantagens competitivos associados à primeira época no estrangeiro.Essa panóplia habitual de vivências entre «quem está fora há mais tempo e aqueles que já estiveram fora e estão em Portugal de novo» tem-se unificado em prol de uma «grande seleção», com vários campeões europeus de sub-17, em 2016, e sub-19, em 2018.»Eu não fui, mas falei com quem foi. Se o passa, penso que passado e pertence aos museus. Aquilo que ganharam só poderá ficar maior agora se ganharem este Europeu. Não estão concentrados no que ganharam, mas no que podem ganhar. Mais importante do que alegar o grupo que temos, é continuar a mostrá-lo dentro de campo»,deduziuu.

Seleção de Portugal começou a preparar o encontro com a Suíça com todos os jogadores disponíveis.A seleção de Portugal de sub-21 treinou esta segunda-feira sem restrições em Kodeljevo, no começo da preparação do encontro frente à Suíça, da terceira e última jornada do Grupo D do Campeonato da Europa da categoria.Durante o fase de 15 minutos abertos à comunicação social, a equipa das quinas realizou exercícios de aquecimento, com os titulares daovtriunfode domingo sobre a Inglaterra , os suplentes e o trio de guarda-redes separados em grupos distintos.À imagem de outros treinos na zona leste de Ljubljana, o preparo de Portugal não passou despercebido à comunidade local, com algumas dezenas de populares presentes nas imediações do Estádio de Atletismo e Futebol de Kodeljevo para observar os jogadores.se satisfez o distanciamento social nem sempre face a o atual contexto pandémico, em um país que já vacinou %10 de os 2,1 milhões de moradores e começou a desconfinar apesar da recente subida de o número de casos de infeção por o novo coronavírus . há um mês, apesar da recente subida do número de casos de infeção pelo novo coronavírus.Portugal voltará a treinar em Kodeljevo na terça-feira, às 16:00 locais , uma hora após a videoconferência de ijornalismode antevisão, feita por Rui Jorge e um adesportistaa dnomear no Estádio Stozice, em Ljubljana, palco do desafio com a Suíça.Os lusos lideram o grupo D, com seis pontos, graças aas vitórias sobre Croácia e Inglaterra , e defrontam os helvéticos, com os mesmos três pontos dos de Croacia, na quarta-feira, às 18:00 locais , com arbitragem do sueco Glenn Nyberg.Finalistas vencidos em 1994 e 2015, os lusos estão à distância de um empate para vencerem a «poule» e assegurarem uma vaga naoppróximofperíodo que também poderá ser confirmada com uma derrota por um golo frente aos helvéticos, exceto 1-0 ou 2-1, ou se a Croácia não derrotar os ingleses à mesma hora, em Koper, também na Eslovénia.A primeira fase do Europeu de sub-21 decorre até quarta-feira e apura os dois primeiros colocados de cada um dos quatro grupos para a ronda eliminatória , destinada às oito melhores seleções, a decorrer entre 31 de maio e 06 de junho, igualmente na Hungria e Eslovénia, países coorganizadores da prova.Portugal começou na quinta-feira a oitava presença num período final do Europeu de sub-21 com uma vitória frente à Croácia, graças ao golo solitário de Fábio VieiraTiago Tomás descartou este sábado o cenário de uumhhipotéticovbenefícioaanímicode Portugal no embate de domingo com a Inglaterra, em Ljubljana, da segunda jornada do Grupo D do Campeonato da Europa de sub-21.»Sinceramente, acho que [a derrota inglesa com a Suíça] não muda nada no jogo. Seria uma partida em que ambas as seleções desejariam vencer, mesmo que tivesse ganho ou empatado. Acho que não será diferente. Vai ser, na mesma, um teste bastante difícil para nós e vamo tentar ultrapassá-lo», vincou o avançado, em entrevista à Lusa.Finalista vencida em 1994 e 2015, a equipa das quinas defronta a seleção dos «três leões», ganhadora em 1982 e 1984, no domingo, às 21h00 locais , no Estádio Stozice, na capital deslovaca com arbitragem do francês François Letexier.»É uma seleção com muita característica individual e jogadores capazes de decidir jogos, tal como nós. Nesse aspeto, são duas equipas bastante fortes. Vai ser um jogo bastante equilibrado, mas vamo entrar para vencer e mostrar a nossa característica», assinalou Tiago Tomás, sobre um duelo entre dois dos países mais titulados no futebol de formação na última década.Portugal começou na quinta-feira a oitava presença num período final do Europeu de sub-21 com uma vitória frente à Croácia, graças ao golo solitário de Fábio Vieira, que permitiu aos lusos juniremse na liderança da «poule» à Suíça, que suassombrou Inglaterra, também por 1-0.»Foi difícil superar um bloco baixo da Croácia e faltou ser mais eficazes na conclusão, mas, de modo geral, fizemos um bom jogo e merecemos o resultado. Falta de pontaria? Temos jogadores com característica nesse momento do jogo. Infelizmente, não fomos tão contentes nesse aspeto, mas esperamos ser mais eficazes nos próximos jogos», quis.Os lusos podem assegurar já uma das duas vagas disponíveis para a ronda eliminatória , destinada às oito melhores seleções, easo vençam os ingleses e a Suíça, ntre 31 de maio e 06 de junho, c não perca perante a Croácia.»Acima de tudo, desejamo provar a nossa característica. Sabemos que a temos e é também por isso que jogamos futebol e fazemos isto por paixão. O resto vem por consequência disso. A ida àoppróximofperíodo Se não ganharmos estes dois jogos, de nada vale estarmos a pensar nisso. Desejamo é ganhar o próximo», reforçou Tiago Tomás.Do lote de candidatos, Portugal fugiu aos percalços sentidos por Inglaterra, Países Baixos , Itália e França , no começo do período de grupos do torneio de «esperanças».»Nesta espécie de provas todas as seleções são bastante fortes. Temos visto algumas surpresas rostito àquilo que as pessoas achavam que iam ser os resultados mais óbvios. Penso que isso prova a característica de todas as seleções que aqui estão. Não podemos estar mais focados numa ou noutra e temos de nos preparar bem para qualquer uma», frisou.A noite de quinta-feira foi especial para Tiago Tomás, de 18 anos, ao efetuar a estreia absoluta no escalão de sub-21 e liderar o eixo ofensivo do conjunto de Rui Jorge, revelando «bastante orgulho» por «mais uma etapa numa curta carreira» de futebolista.»Foi um pequeno choque, porque ainda por cima temos diferentes maneira de jogar, mas consegui ajustar-me bem e fiz um bom jogo, tal como os meus colegas. Foi fácil [a integração] e estou contente aqui. Vê-se que é um grupo que está aberto à entrada de novos jogadores. É malta tranquila e que gosta de se dar bem com todos», enalteceu.Faz 2 anos, chamou se o dianteiro a o Europeu de sub-21 com somente 21 internacionalizações em as seleções mais jovens, três de as quais, e tenciona «agarrar esta chance» para expor a versatilidade atacante apreciada por Rui Jorge.»É uma das minhas qualidades. Sou um jogador que dá tudo em campo e poderá ter sido isso que o «mister» tentou trazer para o grupo, além da minha habilidade de buscar a profundidade. Deu-me confiança para fazer o meu jogo e estar tranquilo em campo. A chamada não chegou mais cedo por escolha do «mister», mas devemo respeitar», notou.Ciente de que «ainda tem bastante mais para dar», Tiago Tomás congratula-se com os seis golos em 31 jogos na primeira época completa pela equipa sénior do Sporting, líder isolado da I Liga, que justifica com trabalho e foco nos objetivos pessoais a longo prazo.»Tive que ter o cuidado de trabalhar bastante a parte física, que é o maior choque na passagem do futebol de formação para o profissional. Outra coisa que teve mais efeito foi a celeridade de pensamento e o menor tempo para pensar o jogo. Vamo-nos habituando com o tempo e a nossa característica auxilia a superar esses problemas», deduziu.O selecionador de Inglaterra de futebol de sub-21 antecipou este sábado o embate com Portugal, no domingo, em Ljubljana, da segunda jornada do Grupo D do Campeonato da Europa da categoria, como o «maior teste de todos».»O próximo jogo é sempre o mais importante, mas, isso amplia, quando estás num torneio desta dimensão. Se é importante para mim? É para os sub-21 inglesescairão sem combater», dividiu Aidy Boothroyd, em videoconferência de jornalismo.Vencedora em 1982 e 1984, a seleção dos «três leões» defronta a equipa das «quinas», finalista vencida em 1994 e 2015, no domingo, às 21:00 locais , no Estádio Stozice, na capital deslovaca com arbitragem do francês François Letexier.Enquanto Portugal tenta capitalizar a vitória sobre a Croácia, a Inglaterra procura recuperar do desaire admirável com a Suíça e pode apurar-se caso vença os ingleses e os helvéticos, já para a ronda eliminatória não percam com os croatas.»Viemos cá com um plano de vencer dois dos três encontros, idealmente três, algo que já não vai ocorrer. Contudo, ainda estamos no percurso certo e temos de nos assegurar que vamo estar recuperados e preparados para o próximo jogo», assinalou Aidy Boothroyd.Movidos pelas conquistas do Mundial de sub-20 e do Europeu de sub-19 em 2017, os ingleses chegaram ao Campeonato da Europa de sub-21 com o regulamento de favoritos, embora o golo do suíço Dan Nodye na quinta-feira tenha auxiliado a refrear expectativas.»Foi um jogo dececionante por vários motivos. Somos uma equipa que se orgulha de um futebol imaginativo e da quantidade de golos. É importante não ficarmos de mau humor e a pensar nas coisas, mas também há que extrair aprendizagens desta situação», vincou.A derrota frente à Suíça deixou a Inglaterra «um pouco irritada» e o treinador fez questão de «lembrar os jogadores sobre o quão é importante manter o estilo de jogo tradicional», visível numa qualificação invicta, com 28 pontos em 30 possíveis, e 34 golos marcados.»Tivemos um percalço no percurso, mas, se fosse fácil, não valeria a pena. Esta situação faz parte do crescimento dos nossos jogadores. A chance está aí e todos sabem do protagonismo do momento. Se estamos cá para ganhar jogos, devemo marcar», apelou.Aidy Boothroyd reconhece que Portugal exibe «pontos fortes que podem trazer problemas» à Inglaterra, desde logo pela hsuposiçãode variar a estrutura «entre o 4-3-3 e o 4-4-2 losango», além da presença de «jogadores mesplêndidoscom a bola nos pés».»O Dany Mota e o Francisco Trincão são bastante bons atacantes e boa parte da equipa alinha no Wolverhampton. Estamos bem atenciosos a essa característica», deduziu, mostrando-se «afortunado por trabalhar com os melhores jogadores da Europa e do mundo».Depois de ter contabilizado somente um remate à baliza diante da Suíça, o selecionador ide Inglaterrajá tinha prometido uma estratégia mais ofensiva frente a Portugal, que ivai incluira estreia absoluta do dianteiro Noni Madueke, de 19 anos, no escalão de esperanças.»Estou bastante contente e estimulado pelo meu primeiro jogo neste nível. Tive que assistir à última partida no banco desde o minuto zero até aos 90, mas espero que amanhã [domingo] possa mostra o que sei fazer», quis o futebolista dos holandeses do PSV Eindhoven.

Na quinta-feira 11 de março pedrava Martins destacava sonho de ser técnico na Premier League e realçava aprendizagem com Carlos QueirozPedro Martins, treinador do Olympiacos, falou ao «Telegraph» pelava aproximar do jogo com o Arsenal para os oitavos de final da Liga Europa e realçou a vontade de um dia rumar a Inglaterra. » era a almazinha do futebol. era algo que desejava provar no futuro. O futebol puro era em Inglaterra. gostava de treinar lá», atalhava.se o questionou carlos Queiroz, por o trabalho em o Manchester United, era sempre uma figura mediaticamente rvante e Pedro Martins sobre este e quanto em a geração de treinadores de Portugal mais recente.»»Ele mudou a metodologia do treino em Portugal. O modo de treinar depois do Carlos Queiroz foi diferente. Desenvolvemos bastante. Eu amava futebol, estava sempre a estudar e podia perceber que o antes e o depois de Queiroz foi um grande passo. Passou para o treino a maneira como via o jogo. Se focavam os exercícios em o jogo. Antes disso, em Portugal, preparavas-te fisicamente e só depois de um ou dois dias é que passavas para o futebol. Com Queiroz integrámos todo o processo do jogo no treino: físico, tático e técnico. Tudo foi colocado nas mesmas sessões e todos acreditavam no que ele estava a fazer», assegurava, com fascínio.»Ferguson percebeu tudo isto e Queiroz foi muito importante para mudar os treinos e metodologias. Alguns treinadores agora preferiam diferentes técnicas, mas nós temos a integração de tudo no nosso processo. Ele auxiliou a desenvolver a nossa filosofia», concluiu.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Slovenia, Portugal, Croatia, United Kingdom

Cities: Porto, Ljubljana, Koper

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>»Não sei o que falhou nas outras seleções, mas sei que nós acertámos na atitude»
>>>>>Europeu de sub-21: Portugal sem limitações e alvo de curiosidade – (ojogo-pt)
>>>>>Tiago Tomás liderou eixo ofensivo dos sub-21: «Foi um pequeno choque» – (ojogo-pt)
>>>>>Euro sub-21: Treinador inglês vê jogo com Portugal como «maior teste de todos» – (ojogo-pt)

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