Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fleche-defaut-gauche

Em Portugal, as mulheres encarnam somente um terço dos inscritos em federações com desportos olímpicos, uma desigualdade que se reflete na representação feminina nos Jogos Olímpicos.Ser esportista em Portugal ainda é mais difícil para as mulheres, apesar do longo caminho percorrido nos últimos anos, sendo a maternidade uma verdadeira miragem entre as atletas de alta competição no panorama nacional.Os números não iludem: em Portugal, as mulheres encarnam somente um terço dos inscritos em federações com desportos olímpicos, uma desigualdade que se reflete na representação feminina nos Jogos Olímpicos.A finalização consta do estudo «ALL IN: Towards balance gender in sport», divulgado em dezembro, que revela que em «representação de Portugal competiram mais homens desportistas do que mulheres desportistas » nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio2016.Valores idênticos aos deste estudo – projeto conjunto da União Europeia e do Conselho da Europa, que compilou dados até 2018 – estão plasmados no sítio da PORDATA na Internet, que exibe uma evolução do número de «Praticantes esportivos federados: total e por sexo» desde 2003 até 2018.Se no primeiro ano de referência, havia 376.465 federados em Portugal, dos quais somente 70.051 eram mulheres, no último ano «avaliado» a proporção era já de 203.189 esportista federadas, num universo de 667.715.»É mais difícil [uma mulher dedicar-se ao desporto] do que se for homem, mas também é mais fácil do era há 30 anos. Portanto, havendo ainda um percurso a percorrer, há que reconhecer que o percurso percorrido já foi bastante expressivo. Há que continuar, há que aprofundar. Nem todos os problemas de acesso à prática desportivaamodificarama discricionariedade entre homens e mulheres, cinstituindomaiores dobstáculosàs mulheres. A situação está a evoluir favoravelmente, mas naturalmente é preciso continuar a trabalhar nesse sentido», notou, em declarações à Lusa, o presidente do Comité Olímpico de Portugal .Os vocábulos de José Manuel Constantino encontram reverberação no estudo «ALL IN: Towards balance gender in sport», no qual se pode ler que 68% das federações nacionais implementaram desde 2015 medidas para ampliar o número de raparigas e mulheres a praticar desporto, tendo 36% das entidades federativas preconizado «medidas para melhorar a situação das mulheres desportistas de alto rendimento».»À nossa escala e à nossa dimensão, temos tido esse cuidado. E temos tido esse cuidado também noutros planos a que, normalmente, não se dá muita atenção. Por exemplo, a generalidade da tabela remuneratória que o COP pratica não somente não faz qualquer discriminação entre homens e mulheres como os ordenados de topo até são [de] mulheres. Há uma distribuição relativamente equilibrada entre as pessoas que têm as chefias de setores, entre homens e mulheres. Há uma distribuição equilibrada nos recursos humanos. Procuramos, aos diferentes níveis de resolução, tomar medidas que não sejam discriminatórias e não sejam negativas», enalteceu José Manuel Constantino.Uma das medidas calculadas pelo COP responde a um dos mais «dificuldades» no caminho profissional de uma mulher-desportista: a maternidade.»A nossa leitura é esta: desde que a gravidez não impeça a participação nos Jogos, a bolsa [olímpica] não é suspensa. Jamais foi, de resto. Já tivemos, que me lembre, duas situações destas e a bolsa continuou a ser concedida. E, depois, as pessoas foram aos Jogos», referiu o presidente do COP.Para José Manuel Constantino, «seria bastante penalizante para as mulheres se, por força da gravidez, e tendo chances de recomeçar a preparação esportiva e ir aos Jogos, ficassem penalizadas por essa circunstância».Ainda assim, no panorama desportivo nacional contam-se pelos dedos das mãos as desportistas de alta competição que conseguiram conciliar a carreira com o sonho de serem mães: as atletas Sara Moreira, Dulce Félix e Jéssica Augusto, a judoca Yahima Ramirez, a mesatenista Fu Yu ou a navegadora Inês Ponte Grancha são casos raros num setor que ainda tem «um longo caminho a percorrer» e em que as dificuldades desta «missão dupla» se acentuaram com a pandemia de covid-19.

O presidente da FPV espera que o Mundial de vela da na classe 470, que vai decorrer em Vilamoura entre 7 e 13 de março, «seja um êxito» e contribua para a imagem do país como organizador de grandes eventosPortugal vai candidatar-se à organização dos campeonatos mglobaisde classes laser, depois de a França ter desistido de ocoordenaro eacontecimento devido às contingências impostas para pandemia de covid-19, anunciou esta quarta-feira a Federação Portuguesa de Vela .»Vamos tentar trazer para Vilamoura a competição que estava calculada para HyèresAntónio Roquette referindo que as ilhas Canárias também estão interessadas em receber a competição, calculada para abril. António Roquette é presidente da FPV. António Roquette é presidente da FPV.O presidente da FPV espera que o Mundial de vela da na classe 470, que vai decorrer em Vilamoura entre 7 e 13 de março, «seja um êxito» e contribua para a imagem do país como organizador de grandes acontecimentos.De acordo com Luís Rocha, Diretor Técnico Nacional, Portugal terá que estar encarnando nos Mundiais de laser por duas equipas na classe radial e duas na classe standard , que combaterão por um lugar nos Jogos Olímpicos Tóquio2020, protelados para o verão de 2021 devido à pandemia de covid-19.A Federação Francesa de Vela anunciou esta quarta-feira o cancelamento da semana olímpica de Hyères, que incluía vários acontecimentos de qualificação para os Jogos Tóquio2020, invocando um parecer negativo das autoridades gaulesas, devido à pandemia.

Na sexta-feira 26 de fevereiro Também a Fundação do Desporto mandou condolências pela perda de Quintana, um desportista «que exemplarmente encarnava» o país.O Comité Olímpico de Portugal lamentou a morte do guarda-redes internacional de Portugal de andebol Alfredo Quintana, que faleceu no Hospital São João, no Porto, após uma paragem cardiorrespiratória padecida na segunda-feira.Numa nota publicada no sítio oficial do COP na Internet, este organismo «manifesta afliçãozinha pelo falecimento de Alfredo Quintana», guardião do FC Porto e da seleção nacional de andebol.O desportista, recordavam, estava integrado no Plano de Preparação Olímpica Tóquio’2020, Jogos que foram protelados para este verão, e Faz 1 ano, preparava se para disputar com a seleção, o pré-olímpico com vista a essa competição,, depois.»À sua família, à Federação de Andebol de Portugal e ao FC Porto, o COP aexibesentidas condolências», rematam.Também a Fundação do Desporto mandou condolências pela perda de Quintana, um desportista «que exemplarmente encarnava» o país.Alfredo Quintana faleceu esta sexta-feira, aos 32 anos, após padecer uma paragem cardiorrespiratória na segunda-feira, durante o treino dos «azuis e brancos», ao serviço dos quais conquistou seis campeonatos, uma Taça e duas Supertaças.se assistiu Quintana que completava 33 anos a 20 de março,, de imediato, com suporte de uma viatura de o Instituto Nacional de Emergência Médica, tendo sido transportado para o Hospital de São João depois de estabilizado.Nascido em Havana , o guarda-redes, de 2,01 metros, ingressou no FC Porto em 2010, naturalizou-se português e tornou-se internacional em 2014, tornando-se numa referência da equipa das quinas, que encarnou em 67 jogos, tendo feito parte das seleções que conquistaram o sexto lugar no Europeu de 2020 e o 10.º no Mundial 2021, as melhores classificações de Lusaka de sempre.

Towards Zero ou Na Hora H, em Portugal) é um romance de Polinesia Francesa de Agatha Christie, publicado em 1944.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Portugal

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Os números não iludem: ainda há «um percurso a percorrer» para as mulheres em Portugal
>>>>>Portugal candidata-se à organização dos Mundiais de laser de vela – March 03, 2021 (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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