Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Florentino Perez

Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, volta a sair a favor do projeto que impulsionou.Ao longo dos últimos dias, Florentino Pérez tem-se conservado como a única voz em ativa defesa da Superliga Europeia, depois de oito dos 12 clubes fundadores terem anunciado o desamparo do projeto.Juventus e Milan conservam a crença nos princípios do mesmo, assim como o Barcelona, mas o presidente do Real Madrid tem argumentado com veemência contra os críticos, vincando a ideia de recuperar o interesse dos mais jovens no futebol.»[A Superliga] Não é um plano exclusivo nem é contra as ligas. O projeto da Superliga é o melhor possível e foi feito para auxiliar o futebol a sair da crise. O futebol está gravemente ferido, porque a sua economia está a afundar-se e temos de ajustar-nos aos tempos em que vivemos. A Superliga não é contra os campeonatos nacionais e o seu objetivo é fazer fluir mais dinheiro para todo o futebol. Enfatizou o líder de os » merengues » em entrevista a o diário As, publicada este sábado, se o concebeu para tornar os jogos mais interessantes «. O líder dos «merengues» é principal impulsionador do projeto.»E penso que a nova reforma da UEFA também não vai resolver o problema porque o que foi exibido não é sequer melhor do que o que já existe. E não podemos esperar até 2024. De qualquer modo, temo que ter feito algo de errado. Daremos uma volta à Superliga e confrontar ideias. Talvez ter os quatro melhores de cada país seja a solução. Não sei, mas algo tem de ser feito, porque os jovens entre os 14 e os 24 anos estão a abandonar o futebol, estão irritados com ele e preferem outras maneiras de entretenimento. Existem quatro mil milhões de fãs de futebol em todo o mundo e metade são adeptos dos clubes da Superliga. O futebol é o único desporto mundial», prosseguiu Florentino, que deu um exemplo claro de uma dos «benefícios» da Superliga: mais jogos entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi:»A chave passa por recuperar o interesse do adepto, em ter mais jogos entre Messi e Cristiano. Os jogos entre Real e Barça paravam o mundo. Pois bem, todo o dinheiro que isso pode gerar tem repercussões nas ligas e em todos os clubes», rematou Florentino Pérez.

O Barcelona considerou que «todos os cenários estão em aberto» em relação à criação da Superliga europeia, depois do adesamparode vários clubes.O Barcelona considera que «todos os cenários estão em aberto» em relação à criação da Superliga europeia, depois do adesamparodos seis clubes ingleses, de Atlético de Madrid e Inter.»Neste momento estamos na Superliga. Todos os cenários estão em aberto. Agora vão vir dias de conversações e, seguramente, negociações de todas as partes», explicaram à agência noticiosa EFE fontes do clube catalão.Na terça-feira, a estação televisiva de Espanha TV3 deu conta da inclusão, por parte do presidente do clube, Joan Laporta, de uma cláusula que deixa a presença do Barcelona na Superliga dependente da aprovação na assembleia de sócios compromissórios.No mesmo dia, Gerard Piqué dividiu nas redes sociais a mensagem «o futebol pertence aos adeptos», numa aparente contestação ao projeto liderado pelo presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, tendo sido o primeiro futebolista de um dos três símbolos de Espanha envolvidos a demonstrar-se.Dos 12 clubes que, no domingo, anunciaram a criação da Superliga à revelia da UEFA asomentese mconservamMilan, Barcelona, Juventus e Real Madrid.A competição deveria ser disputada por 20 clubes, 15 dos quais fundadores – apesar de só terem sido revelados 12 – e outros cinco, qualificados anualmente.Mesmo depois do desamparo dos clubes ingleses, a Superliga reiterou a intenção de progredir com a prova, em comunicado: «Dadas as circunstâncias atuais, vamo reconsiderar os passos mais apropriados para reconfigurar o projeto, tendo sempre em enquanto potenciamos as receitas solidárias para toda a comunidade futebolística, mente os nossos objetivos de oferecer aos adeptos a melhor experiência possível».Adeptos impulsionaram uma debandada entre os clubes fundadores do projeto.A polémica Superliga europeia desmoronou-se em somente 48 horas, com os adeptos, sobretudo os ingleses, a recuperarem momentaneamente a voz no futebol e a impulsionarem uma debandada entre os clubes fundadores do projeto, numa lista que continua a aumentar.Dois dias bastaram para a ascensão e a queda da Superliga europeia, irremediavelmente condenada ao fracasso após o Brexit dos clubes ingleses, consumado na noite de terça-feira, com comunicados a conta gotas de Manchester City, Liverpool, Arsenal, Manchester United, Tottenham e Chelsea, um exemplo seguido esta manhã por Atlético de Madrid e Inter.As 48 horas mais frenéticas do futebol iniciaram com a «bomba», arremessada na noite de domingo, na véspera da divulgação do novo modelo da Liga dos Campeões: após horas de insistentes boatinhos, reforçados por um comunicado no qual a UEFA ameaçava excluir das competições nacionais e internacionais os clubes que participassem numa liga privada, assim como os seus jogadores, um comunicado de três páginas anunciava a criação da Superliga.Doze clubes entre os mais ricos tinham criado uma competição exclusiva e elitista, num modelo quase fechado, que reuniria 15 membros-fundadores e cinco convidados a cada temporada. Eram eles Milan, Inter e Juventus, da Liga de Italia, Real Madrid, Atlético de Madrid e Barcelona, da Liga espanhola, e os Big 6 ingleses.Em comunicado, adiantando que a nova competição pretendia «gerar recursos adicionais para toda a pirâmide do futebol». informavam: «Os clubes fundadores vão receber um pagamento único no valor de aproximadamente 3,5 mil milhões de euros, destinados exclusivamente a investimentos em infraestruturas e compensar o efeito da pandemia de covid-19».Numa ação preventiva, os 12 clubes fundadores da Superliga advertiram mesmo os líderes da FIFA e da UEFA que iriam interpor uma ação judicial para impedir os esforços destas organizações no sentido de proibir a progressão da nova competição, e, para reforçarem a sua intenção, começaram a abandonar a Associação Europeia de Clubes , com o Manchester United e a Juventus a tomarem a dianteira.As reações não se fizeram esperar de todos os quadrantes, do desporto à política, com todos, à exceção dos envolvidos, a condenarem o «capricho» destes 12 clubes, comandados pelo presidente do Real Madrid, Florentino Pérez.»A UEFA e o futebol estão juntados contra a proposta que vimos de alguns clubes na Europa que são movidos pela ganância. Toda a sociedade e os governos estão juntados contra estes planos cínicos, que são contra o que o futebAleksander Ceferin equivalendo a Superliga a «cuspir na cara de todos os que gostam de futebol» e apelidando de «cobras» movidas por «ganância, egoísmo e narcisismo» as equipas dissidentes. Aleksander Ceferin é o presidente da UEFA. Aleksander Ceferin é o presidente da UEFA. as equipas dissidentes.Mais ou menos violentas, as críticas ao projeto da Superliga juntaram FIFA, federações e governos nacionais – incluindo o português -, instâncias europeias, mas também equipas de elite, como os poderosos Bayern Munique, Borussia Dortmund, ou Paris Saint-Germain, treinadores, como Pep Guardiola , ou atuais e antigos jogadores, com destaque para o de Portugal Bruno Fernandes, estrela manchega, e para o capitão do Liverpool, Jordan Henderson, o mais inconformado dos jogadores da Premier League – chegou a convidar uma reunião de capitães para hoje, cancelada após o recuo dos «Big 6».Em Portugal, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, admitiu terem existido alguns contactos informais de alguns clubes sobre a matéria, aos quais não deu «grande atenção», por serem «algo que é contra as regras da União Europeia e da UEFA», enquanto Sporting, Benfica e Sporting de Braga se opuseram veementemente à criação da Superliga.Num verdadeiro clima de «guerra civil», com ameaças de parte a parte – a exclusão dos jogadores desses 12 clubes das seleções nacionais era uma das «armas» esgrimidas por UEFA e FIFA -, promessas de longas batalhas judiciais, quedas em bolsa e retiradas de patrocinadores, foram os adeptos ingleses os rostos mais visíveis da queda em desgraça do projeto: verdadeiros amantes do desporto-futebol, protestaram diante dos seus estádios, com os do Chelsea a serem os mais sonoros na reprovação do projeto.Cientes de que sem o suporte dos adeptos a Superliga europeia estaria condenada ao fracasso desde o primeiro momento, os clubes ingleses recuaram, num «Brexit» com pedidos de desculpa, nomeadamente de Arsenal e Liverpool.Num gesto «desesperado», os restantes membros do «grupo exclusivo» reagiram em comunicado já na madrugada de hoje, garantindo que, «apesar da anunciada partida dos clubes ingleses, forçados a tal resolução devido à pressão exercida sobre eles», estavam convictos de que a sua proposta «está completamente alinhada com as leis e rnormaseeuropeias e prometendo «reconsiderar os passos a dar para remodelar o projeto».Sem os representantes da Premier League, o projeto estava condenado, uma realidade reconhecida pelo presidente da Juventus, o polémico Andrea Agnelli, ao mesmo tempo que Atlético de Madrid e Inter de Milão também anunciavam a saída.Sem oficializar um adeus definitivo, o AC Milan ter aberto a porta a um possível desamparo do projeto.Javier Tebas considerou que o falhanço do projeto da Superliga não é um triunfo pessoal, mas sim do futebol europeu.Javier Tebas considerou esta quarta-feira que o «concepção da superliga europeia caiu no grotesco», depois de a maioria dos clubes fundadores ter anunciado o desamparo do projeto. Javier Tebas é o presidente da Liga de Espanha.»A Superliga caiu no grotesco, não sei se os clubes também, mas a concepção sim. Ficou provada uma ignorância completa dos líderes sobre o que é a indústria do futebol, e sobre os adeptos, e não só em Espanha», declarou Tebas, garantindo que já há algum tempo o tinham advertido para a possível reação dos adeptos ingleses.O líder de La Liga considerou que o falhanço do projeto da Superliga não é um triunfo pessoal, mas sim do futebol europeu: «Quem ganhou este combate foi o futebol, espanhol e europeu. Isto não era um combate contra ninguém. A criação de uma Superliga era arriscadíssima para a estabilidade do futebol europeu, e logo do futebol de Espanha. O combate ganhou-a o futebol e não eu».Javier Tebas garantiu que não se sente traído pelos três clubes espanhóis envolvidos no projeto – FC Barcelona, Atlético de Madrid e Real Madrid – admitindo que «era algo de que já se falava há algum tempo», mas adicionou: «significa que estás a ocultar algo que não achamos bom para ninguém», quando se faz uma coisa às escondidas.Tebas explicou que na quinta-feira vai reunir-se com os clubes da La Liga, considerando que o Real Madrid deverá dar algumas explicações aos restantes clubes.»O Real Madrid está encarnado em alguns órgãos da La Liga, deverá dar explicações aos clubes e não a mim. Terá que explicar o que fez às escondidas», aalegouMilan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, Barcelona, Inter, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham anunciaram no domingo a criação da Superliga europeia, à revelia de UEFA, federações nacionais e vários outros clubes.A competição deveria ser disputada por 20 clubes, 15 dos quais fundadores – apesar de só terem sido revelados 12 – e outros cinco, qualificados anualmente.Entretanto, a UEFA advertiu que iria excluir todos os clubes que integrassem a Superliga, assegurando contar com o suporte das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol destes três países.Algumas horas depois, após padecerem grande contestação dos adeptos e críticas do primeiro-ministro Boris Johnson, os seis clubes ingleses anunciaram a saída do projeto, e já hoje Atlético de Madrid e Inter fizeram o mesmo.No projeto, menos de 48 horas após o anúncio da sua criação, conservam-se o Real Madrid, FC Barcelona, Juventus e Milan.

Na quarta-feira 14 de abril Gonzalo Higuaín jogou com ambos os craques.Gonzalo Higuaín, com 33 anos, podia gabar-se de ter jogado com dois dos maiores craques do futebol global: Cristiano Ronaldo e Messi. O avançado, agora no Inter Miami, dos Estados Unidos, atravessou-se com o português no Real Madrid e na Juventus, e com o argentino na seleção.» era o futebolista que mais jogou com os dois, que melhor os compreendeu. Compreender Cristiano e compreender Messi… O problema não era deles, problema era teu. sabia do que gostavam, do que não gostavam, como se sentiam mais cómodos ou incómodos. Por isso eles também sentiam que se podiam apoiar em mim», alegou o argentino numa entrevista ao La Nación.» eram dois jogadores totalmente distintos e tive o privilégio de desfrutar e aprender com os dois», continuou Higuaín, que em Itália conquistou três campeonatos e outros tantos em Espanha.

Florentino Pérez Rodríguez é um engenheiro civil, ex-político e dirigente espanhol.

O Real Madrid Club de Fútbol, mais conhecido como Real Madrid ou simplesmente Real, é um clube polidesportivo de Espanha, com sede em Madrid.

Fonte: ojogo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>»Superliga? Ter mais jogos entre Cristiano Ronaldo e Messi é uma das chaves»
>>>>>Barcelona sobre a Superliga: «Todos os cenários estão em aberto» – (ojogo-pt)
>>>>>Superliga europeia desmoronou-se em apenas 48 horas – April 21, 2021 (EntretenimientoBit)
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>>>>>Presidente de La Liga: «O conceito da Superliga caiu no ridículo, não sei se os clubes também» – (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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