Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Arco Triunfal da Rua Augusta, Plaza del Comercio, Lisboa, Portugal, 2012-05-12, DD 02

Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo assumiu deferimento da prova como «inevitável».Faz 11 meses, o presidente de a Federação Portuguesa de Ciclismo assumiu como » inevitável » o deferimento de a Volta a o Algarve, face a o » momento crítico » provocado por a pandemia de covid-19.Delmino Pereira, em declarações à agência Lusa, depois de a estrutura a que preside ter anunciado o adeferimentoda primeira prova do calendário velocipédico nacional e a única a integrar o calendário ProSeries da União Ciclista Internacional .P alegou: «Este é um momento crítico e também desejamo ser solidários com tudo o que se está a passar em Portugal».ortugal tem registado uma ampliação do número diário de infeções pelo coronavírus responsável pela pandemia de covid-19, tendo contabilizado, na quarta-feira, 14.647 novos casos e um número recorde de mortes .»A evolução da pandemia não nos permite olhar para o acontecimento com o equilíbrio que deve ter. Estamos a falar de um acontecimento que se realiza na via pública, uma corrida, uma celebração, que tem uma relação bastante especial com as pessoas, com o povo. Dentro de um certo equilíbrio é possível coordenar-se ciclismo e o desporto deve ocorrer, mas com o índice da pandemia em Portugal, e fora de Portugal, não é possível continuarmos e é uma questão de sabedoria e respeito para com as vítimas e a situação», explicou o líder federativo.A menos de um mês do arranque da prova de Algeria, a organização já contava com a presença de 25 equipas, 14 das quais do WorldTour, o principal escalão internacional, e de várias estrelas, como o britânico Chris Froome ou o de Italia Vincenzo Nibali .»Nós tínhamos a corrida coordenada, praticamente pronta para ir para a rua, mas a evolução da pandemia tem sido bastante grave e não tivemos outra opção. Tivemos mesmo que tomar esta resolução. Acho que é um momento de observação e, depois de escutarmo várias entidades, julgamos que foi a resolução mais judiciosa», prosseguiu Delmino Pereira.O presidente da FPC considera que o deferimento aconteceu atempadamente, a um mês da data calculada para a quinta e última etapa.»Tivemos de progredir na altura certa, a Volta acabaria daqui a um mês, a 21 de fevereiro, e as equipas têm de ser informadas. Esta resolução foi cogitada, difícil, mas para a qual não tínhamos opção», reconheceu.Faz 8 meses, a organização progrediu entre 5 e 9 de maio para a execução de a 47.ª edição da Volta ao Algarve, aguardando a concordância dos parceiros da prova e da UCI.»Pensamos que sim [vai ser viável realizar a prova em maio], mas, neste momento, todo o calendário velocipédico e esportivo está a ser reorganizado. Posicionámos a Volta ao Algarve, que é um acontecimento «âncora», já informámos a UCI, mas vai ter de ser confirmado, porque todo o programa esportivo vai ser modificado a nível global», enfatizou.Delmino Pereira lamentou que a possível data não permita reunir um pelotão tão forte como em fevereiro, assegurando, mesmo assim, um aumentando nível qualitativo.»Não, essa é uma circunstância que não vai ser igual, porque todo o ciclismo muda. Mas é uma data que nos garante uma boa participação e conserva o traço, o alinhamento e o renome internacional que a prova atingiu», rematou.Faz 11 meses, a prova de Algeria foi uma de as últimas competições disputadas antes de a interrupção devido em a pandemia de covid-19, entre 20 e 24 de fevereiro, tendo sido conquistada por o prodígio belga Remco Evenpoel, em 2020.

Prova passa de fevereiro para maio: execução fica agora agendada para o fase entre os dias 5 e 9 desse mês.protelou-se A Volta a o Algarve , informou esta quinta-feira a Federação Portuguesa de Ciclismo, considerando a resolução » inevitável, dada a evolução de a situação pandémica em Portugal «.»A FPC informou todos os parceiros e as equipas inscritas de que a corrida não vai poder realizar-se na data calculada, 17 a 21 de fevereiro. A FPC é organizadora da Volta ao Algarve. O deferimento é uma resolução difícil, mas que se tornou inevitável, dada a evolução da situação pandémica em Portugal», pode ler-se numa nota publicada no site do organismo federativo.A organização da Volta ao Algarve declara estar «consciente de que estavam instituídas lícitas expectativas de execução de um excelente espetáculo esportivo», mas compreende que «o contexto geral do país impõe um deferimento que sinalize o compromisso da FPC com a defesa da saúde pública e a motivação de oferecer aos adeptos uma corrida de grande característica, noutro momento do ano».»Começaram-se imediatamente diligências no sentido de realizar a 47.ª Volta ao Algarve na próxima primavera. Embora a recalendarização dependa da consensualização com as equipas e com os parceiros envolvidos no acontecimento, a nova data calculada é o fase de 5 a 9 de maio , tendo também de ser aceite pela União Ciclista Internacional», deduz o comunicado.

Na quarta-feira 06 de janeiro a 47.ª edição da Volta ao Algarve terá um número recorde de participação de formações do escalão máximo do ciclismo.A 47.ª edição da Volta ao Algarve vai ser disputada por 25 equipas, 14 das quais do WorldTeam, um número recorde de participação de formações do escalão máximo do ciclismo, anunciou a organização.Em comunicado, a Federação Portuguesa de Ciclismo referia que a escolha do pelotão para a prova, a única da categoria UCI ProSeries a disputar-se em Portugal, «baseou-se em critérios de característica esportiva, pertinência das equipas para o ciclismo nacional e representatividade dos principais mercados emissores de turismo para o Algarve».A prova, que se realiza entre 17 e 21 de fevereiro, contará com as 12 equipas do WorldTeam que participaram na edição de 2020 – Astana, Bora-hangrohe, Cofidis, Deceuninck-QuickStep, Groupama, INEOS, Intermarché-Wanty-Gobert, Israel Start-Up Nation, Lotto Soudal, Team DSM, Trek-Segafredo e UAE Emirates – às quais se junema Jumbo-Visma e a Movistar.Ainda que convidarão as nove equipas continentais portuguesas, a organização mencionava e garantia ter convidado duas ProTeams, o segundo nível internacional, com forte ligação ao ciclismo de Portugal: a espanhola Caja Rural e a norte-americana Rally Cycling.O caminho da prova seria divulgado em breve, mas deveria conservar as qualidades habituais, com etapas para sprinters, trepadores e contrarrelogistas.

Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país soberano unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte.

Fonte: ojogo-pt

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Countries: Portugal

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Volta ao Algarve protelada: «É um momento crítico e desejamo ser solidários»
>>>>>Volta ao Algarve adiada devido à situação da pandemia em Portugal – January 21, 2021 (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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