Por: SentiLecto

A questão veio durante a Live da Máquina do Esporte desta segunda-feira com Guilherme Buso, diretor de comunicação da Liga Nacional de Basquete . O que a live dos sertanejos ensina para o mercado desportivo?

Buso vai dar mais detalhes sobre o case que fez do NBB a única liga que é talento da produção de mídia no Brasil. Em tempos de pandemia, a entidade tem conseguido gerar conteúdo para entreter o torcedor, conservar os patrocinadores em evidência e, assim, depender menos da mídia.

Nós dois fomos rápidos em declarar exatamente o contrário. O êxito que os artistas têm tido com a transmissão de shows ao vivo por streaming mostra algo que o esporte sabe bastante bem como funciona há, pelo menos, quase 60 anos. Limitar o acontecimento ao vivo somente para o público presente a ele é uma tremenda falta de visão.

Entre os assuntos relacionados estiveram streaming, novas maneiras de se comunicar com o público, geração de receitas e, claro, os efeitos da atual pandemia do coronavírus nessa relação. As lives estão sendo apresentadas sempre às segundas-feiras nos canais digitais da Máquina. A entrevista com Bruno Maia pode ser assistida no YouTube e no Facebook.

O esporte padece, agora, exatamente por não conseguir fazer o seu espetáculo ocorrer. Diferentemente do artista, que pode tocar sua música de dentro de casa ou da garagem e alcançar milhões de pessoas, o desportista precisa do palco para poder atuar.

E é exatamente esse o aprendizado que o esporte passou para a música. Há uma fonte de receita poderosíssima bastante além do direito autoral sobre a música, do patrocínio às turnês pelo mundo ou da bilheteria da arena lotada para um só show.

Não houve nenhuma inovação no que fizeram Jorge e Mateus no final de semana. A diferença é que, diferentemente do que ocorre com o esporte, praticamente não havia nenhuma concorrência.

A reinvenção do esporte nos próximos meses passa exatamente pelo processo inverso. Com a falta de eventos para serem realizados, como fazer para atrair o torcedor, reter sua atenção e gerar negócios?

Até agora, o vocábulo «criatividade» teve utilização recorrente para diversos gestores. Temo que olhar e repensar o que fazíamos com a produção de conteúdo, que quase sempre é baseada no acontecimento ao vivo. É, basicamente, fazer o processo inverso ao do e-Sports, que iniciou no digital e migrou para o encontro presencial.

Os desportistas são, hoje, os grandes protagonistas. Já passou da hora de eles começarem a trabalhar para promover suas marcas e de seus parceiros. Nesta semana, Cristiano Ronaldo arremessou um desafio de abdominais em parceria com a Nike. Por que a Juventus não consegue utilizar também a imagem do seu astro? Está na hora de as entidades buscarem mais os seus desportistas. E fazê-los gerar negócio para além do dia em queacontecee oacontecimentoo.

Fonte: maquinadoesporte-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Análise: Música descobriu força da transmissão
>>>>>Live: Guilherme Buso, do NBB, é o convidado desta segunda-feira – April 06, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Em meio à pandemia, NBB criará fundo de apoio a árbitros da liga – April 03, 2020 (maquinadoesporte-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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