Por: SentiLecto

Em meio à onda de casos de Covid-19 provocada pela variante Ômicron, a rede educacional do Rio de Janeiro se divide sobre o rregressoàs aulas presenciais, inicialmente planejado para ocaconteceros primeiros dias de fevereiro na maioria das cidades.

Faz 11 meses, a Uerj anunciou em esta o deferimento de o regresso de os aulas presenciais para 15 de fevereiro. Faz 23 dias, a UFRJ já tinha comunicado que as atividades administrativas, de ensino, pesquisa e extensão voltariam em a modalidade remota até o dia 31 de este mês, plano que está conservado.Na rede estadual, o início do ano letivo, que ocorrerá de forma presencial, segue marcado para o próximo dia 7. O mesmo acontecerá na capital e nos municípios de Niterói e Duque de Caxias. São Gonçalo também recomeçará as aulas no dia 7, mas de maneira híbrida. Já Nova Iguaçu aguarda a atualização do mapa de risco da pandemia elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde para bater o martelo sobre o tema.

Enquanto isso, circula entre secretários de Educação um documento atribuído ao Conselho Nacional de Educação , órgão colegiado que integra o Ministério da Educação , que reforça o protagonismo do ensino presencial, mas pontua que, nos locais onde o contágio da Covid-19 for considerado aumentado pelas autoridades sanitárias, os gestores locais têm autonomia para protelar a volta às aulas ou mconservaro ensino remoto, até que a transmissão do vírus e a situação da rede hospitalar se regularizem.

A nota de esclarecimento, que teria sido assinada pela presidente do conselho, Maria Helena Guimarães de Castro, ainda não foi divulgada oficialmente. “O regresso presencial às aulas e atividades educacionais dtem que sera prioridade do país em relação à educação nacional de todos os níveis, considerando os déficits de aprendizado constatados desde o ano de 2020. No entanto, é absolutamente necessário adotar providências, ainda que provisória e de curto prazo, para garantir a segurança das comunidades escolares, alunos, professores e funcionários, suas famílias e do conjunto da sociedade inclusiva”, declara o texto.

Válido para todos os níveis de a educação , bem como para ambas as redes privada e pública , experts posicionamento de o CNE leram como dúbio o suposto e gestores , despertando reações diversas.

Para alguns, ele municia aqueles que se opõem à volta às aulas presenciais neste momento; para outros, adensa a pressão política que incorre sobre os dirigentes locais para reabrir as escolas, apesar da Ômicron.Secretário municipal de Educação da capital, Renan Ferreirinha garante que a nota, caso se confirme, não vai afetar os planos da cidade.

— No Rio, estamos preparados e nos planejamos bastante nos últimos meses. A gente tem uma prioridade clara, que é o funcionamento da escola. É a última coisa a fechar e a primeira a reabrir. Se tanto, precisamos debater do que temo que abrir mão, enquanto sociedade, para que as escolas continuem abertas, embora eu não creia que o encerramento seja o percurso neste momento — pontua.

Para Ferreirinha, o documento tampouco assegura o apoio necessário para os gestores que decidirão entre a abertura e o encerramento nos próximos dias:

— A nota enaltece bastante a presencialidade, mas deixa pontas soltas para quem precisa de mais suporte para tomar essa resolução .

O suposto esclarecimento do CNE também não deve modificar o programa dos demais municípios, declara o Professor Osório, presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Rio de Janeiro . Para ele, a retomada do ensino presencial vai ter um papel de conscientização a respeito das medidas de prevenção ao contágio.

— Acho que não mudará em nada. Claro que pode haver uma mudança determinada pelas autoridades sanitárias, mas, na maioria dos municípios, elas se posicionaram em defesa do ensino presencial este ano. Mais de 90% das cidades do Rio de Janeiro reabrirão as escolas no dia 2 ou no dia 7 de fevereiro — informa.

— A maioria das crianças e adolescentes que devem regressar à escola está hoje aglomerada em algum lugar. O nosso papel é ensiná-las a tomar todos os cuidados.

Outro fator que contribui para a volta ao ensino presencial, adiciona Osório, é a atuação de outros órgãos a favor da reabertura das escolas:

— Temos uma pressão do Ministério Público pelo regresso presencial de todos os estudantes. Os gestores estão ficando preocupados.

A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro conserva o seu plano original, mas declara que, “não regresso às atividades pedagógicas presenciais, a secretaria está preparada para o ensino remoto”, caso haja alguma orientação do.

No ensino superior, a Universidade Federal do Rio de Janeiro também ratificou o intuito de recomeçar as aulas presenciais no fim de janeiro, após protelar-las nocomeçoo do mês devido à disparada da Ômicron. Em nota divulgada nesta quarta-feira, a UFRJ considerou que “os boletins epidemiológicos emitidos pelo estado e pela cidade do Rio de Janeiro têm mencionado uma baixa ocorrência de quadros graves e internações pela Covid-19, apesar das altas taxas de transmissão da variante Ômicron”.

Faz 10 meses, em a rede particular, a PUC-Rio também ratificou seu plano.Em nota, a instituição informa que «vai permanecer monitorando as questões de saúde pública e vai adotar as medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias. Ajustes eventuais serão imediatamente comunicados aos estudantes e professores».

A respeito do posicionamento do CNE, que se o confirmou ainda não oficialmente, a Associação Brasileira de Educação Infantil do Rio de Janeiro declara que apoia integralmente a nota. “Em consonância com o órgão , a Asbrei considera necessárias as atividades de aprendizado presenciais pela segurança e manutenção da saúde da comunidade escolar. Reconheceu-se a educação básica como serviço e atividade imprescindíveis, devido em a conscientização de que foi um erro afastar por um fase tão longo os estudantes de o ambiente escolar «, declara comunicado assinado por Frederico Venturini, vice-presidente de a Asbrei.Para a educadora Lea Cutz, presidente do Fórum Estadual de Educação do Rio de Janeiro, a suposta nota do CNE peca ao não estabelecer aos gestores uma diretriz clara nem garantir recursos num momento decisivo para a educação brasileira.

— A nota fica em cima do muro. Indica as questões sanitárias, mas reforça que o que ficou combinado foi presencial, presencial e presencial. Por isso também é impositiva. Um olho na ferradura, outro no gado. “Não posso deixar de falar disso, mas…”. Não podemos declarar que a questão sanitária é o que mais importa — destaca Cutz, se a redigiu de o jeito que .

— Não podemos negar o déficit educacional que tivemos nos últimos anos, mas é fato que as crianças estão vulneráveis agora. A rede pública de educação do Rio ainda não tem as condições necessárias para atender ao ensino presencial da forma correta, com a estrutura correta. Não podemos apostar na morte — alega a educadora.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

Cities: Niteroi, Duque De Caxias

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Apesar da Ômicron, Rio vai recomeçar ensino presencial
>>>>>Covid-19: Com Ômicron, instituições de ensino do Rio se dividem sobre retorno presencial; veja os calendários – January 26, 2022 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Covid-19: Espera por leito no Rio pode ultrapassar dois dias; em todo estado mais de 200 aguardam vaga – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Com aumento de casos de Covid-19, Uerj adia retorno das atividades persenciais – January 24, 2022 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Com aumento de casos de Covid-19, Uerj adia retorno das atividades presenciais – January 24, 2022 (EntretenimientoBit)

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