Por: SentiLecto

– O presidente Jair Bolsonaro não descartou nesta terça-feira uma nova prorrogação da ajudinha emergencial,- assistência paga pelo governo federal aos vulneráveis até o final do ano como maneira de enfrentamento ao novo coronavírus Questionado em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada a respeito da chance de prorrogação da ajudinha emergencial, que se o estendeu já uma vez, o presidente respondeu: «Pergunta para o vírus… A gente se prepara para tudo, mas deve esperar certas coisas ocorrer… esperamos que não seja necessário», declarou o presidente em um vídeo editado publicado nas redes sociais. «Espero que não seja necessário porque é sinal que a economia pegará e não vamo ter novos confinamentos no Brasil», adicionou. «A gente espera que não seja necessário e que o vírus esteja realmente de partida no Brasil, tá okay?», emendou. Nos primeiros meses da pandemia, o governo custeou uma ajudinha no valor de 600 reais mensais para os chamados vulneráveis. Faz 2 meses, diminuiu se o valor para 300 reais. Publicamente, o presidente sempre tem advertido para o efeito da assistência nas contas públicas de Brasil e que um dia esse apoio vai ter que acabar.

– Sem exibi quaisquer provas das alegações, o presidente Jair Bolsonaro alegou nesta sexta-feira a apoiadores que foi «roubado demais» na disputa ao Palácio do Planalto em 2018, mas foi eleito porque, em sua versão, teve «muito voto». «Alguns falam que eu fui eleito nesse sistema. Fui eleito porque tive muito voto. Fui roubado demais, quem reclamou que foi votar no 13, tinha problema. Mas reclamou muita gente que foi votar no 17», declarou ele, em declarações no final da tarde no Palácio da Alvorada transmitidas pelas redes sociais. Em março deste ano, Bolsonaro declarou ter «provas» de que a votação de 2018 foi fraudada –até hoje não as exibiu publicamente, entretanto. Nas declarações desta sexta, mais uma vez, o presidente não apresentou qualquer evidência que fundamentasse as alegações que fez. Na conversa com os apoiadores, o presidente voltou a arremessar suspeitas sobre o sistema de urna eletrônica de eleição, após ter havido um atraso na totalização dos votos do primeiro turno das votações municipais no último domingo. Contudo, segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral , Luís Roberto Barroso, a demora teve relação com a falta de testes em um supercomputador que faz a apuração dos votos, sem qualquer relação com fraudes ou ameaça ao resultado das urnas. Desde 1996, o Brasil adota o voto em urna eletrônica e nunca registrou qualquer episódio consistente de anormalidade no processo eleitoral. Faz 2 meses, o plenário de o Supremo Tribunal Federal disse inconstitucional a impressão de um comprovante de eleição por a urna eletrônica, conforme calculava a minirreforma eleitoral de 2015, em setembro. Apesar disso, Bolsonaro declarou a apoiadores esperar «resolver isso aí» e alegou que pretende articular com o Congresso a aprovação de uma proposta que garanta o voto impresso para as votações de 2022. Uma vez que vai ser candidato à reeleição, ele já ddeclaroupor mais de., também sem exibi evidências de descrença da população na urna eletrônica alegou: «Ninguém acredita nesse voto eletrônico e temo que atender a vontade popular e ponto final». «Tenho certeza que o Parlamento resolverá, isso é para ser tratado no começo do ano que vem, trataremos deste tema aí, a gente terá o suporte lá, acho que a maioria deseja isso também. Não podemos ter mais votações complicadas em 2022», reforçou.- Questionado nas redes sociais sobre alta no custo dos alimentos por seus apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro culpou nesta segunda-feira a pandemia de Covid-19 e declarou as medidas de distanciamento social desajustaram o mercado. «Diminuem-se os custos na lei da oferta e demanda, e não com tabelamentos. Não se esqueça da pandemia, do fique em casa, etc. Tudo isso desajustou o mercado, mas não tivemos desabastecimento. Estamos fazendo o possível na busca da normalidade», escreveu Bolsonaro ao responder um apoiador. Depois de vários questionamentos em uma publicação –na qual o presidente publicou um vídeo, em inglês, defendendo o agronegócio brasileiro– Bolsonaro mostrou contrariedade com algumas pessoas alegando que os produtores brasileiros vendiam os produtos mais caro no exterior que no Brasil. «Os custos no exterior são bastante superiores aos praticados aqui. Não se pode iniciar uma crítica com falácias ou mentiras», declarou. Em sua tradicional conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada nesta manhã, Bolsonaro voltou ao tema. «Pessoal tem reclamado do custo dos alimentos. Tem subido sim além do normal, a gente lamenta isso daí. Também é uma consequência do fique em casa. Quase quebraram a economia», alegou. «Aquela política do fique em casa e a economia a gente vê depois está tendo reflexo agora.» Bolsonaro já repetiu várias vezes elogios aos produtores rurais que, segundo ele, não teriam respeitado a idéia do «fique em casa» e teriam continuado produzindo durante a pandemia. Na semana passada, chegou a declarar que os produtores não teriam sido «frouxos» de aderirem ao distanciamento social. «Pessoal parece que esqueceu o fase da pandemia, que nos endividamos em mais de 700 bilhões de reais, e passa a criticar o agronegócio que devia vender aqui para dentro e não para fora. Olha a soja toda tem que ser exportada, não tem como consumir aqui dentro toda», declarou. «E eu sou da livre iniciativa, da oferta e da demanda. E o mercado é que declara se venderá aqui ou lá fora.» A inflação para outubro, que fechou em 0,86% no IPCA, foi a mais alta para o mês nos últimos 18 anos. No acumulado de 12 meses, chegou a 3,92%. De acordo com o IBGE, alimentos e bebidas foram os principais culpados, com tomate, frutas, batata de Inglaterra registrando as maiores ampliações e adicionando-se ao arroz e ao óleo de soja, que tiveram altas menos intensas que no mês anterior, mas continuaram subindo. – Após prometer desde a semana passada que iria revelar quais países estariam importando madeira ilegal brasileira, o presidente Jair Bolsonaro utilizou nesta quinta-feira sua transmissão pelas redes sociais para fazer denúncias genéricas contra importadores ilegais do insumo de Brasil, que envolveriam companhias europeias nessas operações. Na live semanal, Bolsonaro declarou ter «nomes de companhias» que importam madeira ilegal, sem identificar nenhuma delas. Ao contrário do esperado, evidenciou logo no começo da transmissão que não iria acusar países. A transmissão foi feita ao lado do ministro da Justiça, André Mendonça, e do superintendente da Polícia Federal em Amazonas, delegado Alexandre Saraiva. «A gente não acusará nenhum país aqui de cometer um crime ou ser conivente com um crime, mas companhias poderiam estar nos auxiliando a lutar esse ilícito que interessa para nós qualquer assistência nesse sentido», declarou ele, logo no começo da transmissão, em um tom bem diferente do que vinha adotando nas últimas falas sobre o tema. Na terça-feira, no começo do seu discurso na Cúpula dos Brics –grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul–, Bolsonaro alegou que nos próximos dias iria revelar quais países estariam importando madeira ilegal da Amazônia e contribuindo para o desmatamento da floresta. Ele, na ocasião declarou: «Então vamo revelar nos próximos dias o nome dos países que importam essa madeira ilegal nossa, através da enormidade que é a região Amazônica, porque aí sim vamo estar mostrando que esses países, muitos desses que nos criticam, em parte têm responsabilidade nessa questão». Apesar da fala mais moderada, Bolsonaro fez durante a transmissão citação a dois países de maneira genérica. Mencionou o Reino Unido, que vai acolher em novembro do próximo ano a domo do clima da ONU, ao alegar que há um projeto em debate por lá que torna ilegal a utilização de comodities por parte de companhias que importam material de países que realizam desmatamento. «Então é um grande jogo econômico que existe entre alguns países do mundo, em especial, para nos atingir porque nós somos realmente uma potência no agronegócio, nas commodities que vem do campo, e eles desejam exatamente reduzi a concorrência nossa, com toda certeza facilitando outros comércios ou até mesmo o comércio interno desses commodities», declarou. «É um cartão de visita que a Inglaterra está exibindo, isso vai ser feito política em cima disso com o objetivo, em grande parte, de atingir o Brasil», reforçou. Em outro momento, o presidente indicou a França ao declarar que o país é concorrente do Brasil na questão dos commodities. , numa referência à resistência do país europeu de chancelar o acordo ntre os os dois blocos econômicos. declarou: «O grande problema nosso, para a gente progredir no acordo União Europeia e Mercosul, é exatamente na França».»Estamos fazendo o possível, mas a França, em defesa própria, nos atrapalha no tocante a isso aí», realçou. As autoridades pediram persistência dos países importadores de madeira ilegal de Brasil para atuar em conjunto com o governo brasileiro na identificação dessas mercadorias comercializadas a custos abaixo do mercado. Realçaram que, com a tecnologia atual, já é possível identificar a origem da madeira exportada do Brasil e assim verificar se ela é ilegal ou não. O ministro da Justiça declarou: «Não adianta nós ficarmos lutando aqui se os outros países não lutam a receptação desse material».

Na terça-feira 10 de novembro – O presidente Jair Bolsonaro alegou que é preciso enfrentar a pandemia do novo coronavírus de «peito aberto» e que o Brasil tem de deixar de ser «um país de maricas», numa referência pejorativa ao receio com a Covid-19, que já matou mais de 162 mil e contagiou 5,67 milhões de pessoas. «Tudo agora era pandemia. Lamento os mortos, lamentação. Todos nós vamos falecer um dia, aqui todo mundo vai falecer um dia… Não adianta escapar disso, da realidade. devia deixar de ser um país de maricas, pô», declarou o presidente, em cerimônia no Palácio do Planalto, para adicionar em seguida: » olhava que prato repleto para o jornalismo, prato repleto para a urubuzada que estava ali atrás.» Em acontecimento de lançamento da retomada do Turismo, Bolsonaro declarou que a pandemia foi «superdimensionada» e criticou quem começou a amedrontar o povo com a chance de uma segunda onda da enfermidade. O presidente pediu assistência para arrumar o Brasil e realçou que a ajudinha emergencial –assistência paga durante a pandemia– acaba em dezembro. «Como ficavam os 40 milhões que perderam tudo?», questionou.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

Cities: Alvorada

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Bolsonaro não descarta nova prorrogação da ajudinha emergencial
>>>>>Sem apresentar provas, Bolsonaro diz que foi ‘roubado demais’ na eleição de 2018 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro culpa pandemia por desajuste no mercado e alta dos preços dos alimentos – November 23, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Bolsonaro diz que moradores do campo não foram ‘frouxos’ durante pandemia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Após prometer denunciar países, Bolsonaro faz acusação genérica a importadores de madeira ilegal – (Extraoglobo-pt)

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