Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Wikcionário

A cidade do Rio bateu recorde de notificações de casos de síndrome gripal entre menores de 12 anos no começo de janeiro, pouco após a chegada da variante Ômicron, que provocou uma explosão de diagnósticos de Covid-19 no município. Faz 12 dias, correspondente a o fase de 9 a 15 de janeiro, o Rio registrou 3.234 casos de síndrome gripal em esse público, o maior número já contabilizado em uma semana de toda a pandemia, segundo dados compilados por a Secretaria municipal de Saúde, em a segunda semana epidemiológica de 2022. O total é 3,7 vezes maior do que o recorde anterior, registrado na semana epidemiológica 33 de 2021 , durante o pico da variante Delta .

A definição de saúde tem implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e enfermidade.

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A fonte das informações é o sistema eSUS Notifica, do Ministério da Saúde, utilizado para o registro de casos de síndrome gripal, recebam eles a confirmação de Covid-19 ou não. A recente explosão de casos registrados entre menores de 12 anos decorre, tal como nas outras faixas etárias, da Covid-19, pontua o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, embora os cálculos da prefeitura incluam também os episódios que não tiveram diagnóstico positivo para a enfermidade — dando margem à suspeita de infecção por outro patógeno, como o vírus influenza, que provocou uma epidemia no município em dezembro —.— Podemos considerar que quase todos esses casos são de Covid-19. É o que vemos pelas análises do nosso mapa viral, que assinalam uma grande diminuição de diagnósticos de influenza no Rio em janeiro — declara ele.

Na sua vez, dos que aguardam por uma transferência, 32 estão em Centros Regionais de Emergência , sendo oito na Barra da Tijuca, sete no Leblon, seis em Campo Grande, seis no Centro e outas cinco pessoas na unidade da Ilha do Governador.Pandemia: Pelo segundo dia consecutivo, estado tem mais de 200 pessoas em fila de espera por leito

Na segunda-feira 17 de janeiro em meio à nova onda de casos de Covid-19 provocada pela variante Ômicron, a cidade do Rio t tem na manhã desta segunda-feira, 506 internados com a denfermidadena rede pública, m mostravao painel Covid-19 da prefeitura. Em relação aos leitos de enfermaria, que correspondiam a 59% das atuais hospitalizações, o número era o maior desde o pico da variante Delta, considerada mais severa do que a Ômicron.

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O mapa viral é feito por meio da análise de material genético coletado de pacientes com síndrome respiratória aguda grave , que consiste no agravamento dos casos de síndrome gripal. Das 43 amostras analisadas neste mês que tiveram um patógeno causador identificado, 34 assinalaram a presença do vírus da Covid-19, o SARS-Cov-2, e somente quatro continham a influenza.

Em janeiro, como mostrou o G1, o número de crianças com até 9 anos diagnosticadas com Covid-19 já se aproxima do dobro dos casos registrados em 2020 e 2021 adicionados. A quantidade de infecções reais é possivelmente maior, já que muitos casos são assintomáticos e nem todos têm confimação por teste.

Segundo dados divulgados em novo boletim epidemiológico da prefeitura, atualizados na última quinta-feira, o número de casos conhecidos de Covid-19 entre menores de 12 anos registrados em janeiro já corresponde a 53% do total de ocorrências informadas em 2021 inteiro. Foram 5.997 casos em 20 dias, contra 11.342 em todo o ano passado.

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Apesar do recorde, as crianças não foram o grupo que registrou a maior alta de casos de síndrome gripal no Rio em 2022. Por ordem de número de notificações, a faixa de 0 a 12 anos aparece nos gráficos da prefeitura em quarto lugar; o grupo de 20 a 39 anos foi o que teve uma curva mais íngreme.

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Se a acompanhou a explosão de ocorrências de síndrome gripal entre crianças também de uma ampliação em os casos graves, embora não de a mesma proporção. Registrou-se o novo pico de infecções conhecidas em a semana epidemiológica 2 de 2022, quando , o Rio adicionou 14 novas internações entre menores de 12 anos; na semana anterior, foram 19, platô similar ao recorde de hospitalizações de 2021 .

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— Nós, adultos, flexibilizamos nossos comportamentos porque estamos vacinados. As crianças estão flexibilizando junto sem estarem vacinadas. Isso vale para as pessoas vacinadas, mesmo que a Ômicron esteja se mostrando menos grave. Vemos isso claramente nos dados do Rio: pessoas não vacinadas mesmo que na maioria das vezes a enfermidade não tenha curso grave, adoecem, sim. Crianças têm menos chances de desenvolver casos graves, mas não é risco zero. Por isso reforçamos sempre que as famílias têm que continuar conservando os demais cuidados além da vacina, como a utilização correta das máscaras — pontua o expert.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Covid-19: Casos de síndrome gripal entre crianças estouram no Rio; novo pico é quase 4 vezes maior que lembre anterior
>>>>>Covid-19: No Rio, Ômicron chega a 100% das amostras analisadas em tempo recorde – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Covid-19: Espera por leito no Rio pode ultrapassar dois dias; em todo estado mais de 200 aguardam vaga – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Covid-19: Decisão do Rio de não impor novas restrições se choca com decreto de Cláudio Castro – (Extraoglobo-pt)

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