Por: SentiLecto

O governo estadual divulgou, na tarde desta sexta-feira, a 14ª atualização do Mapa de Risco da Covid-19, que avalia a influência da enfermidade em território fluminense, levando em conta número de novos casos, internações e leitos de UTI disponíveis. O estudo deduziu que houve melhora no cenário da pandemia em quase todas as regiões, com exceção da Região Metropolitana I , que se conservou em bandeira vermelha , Região Metropolitana II, que continuou em bandeira amarela , e da Região Serrana, que ficou na bandeira laranja . No geral, a nota técnica alega que o estado do Rio de Janeiro recuou da bandeira vermelha para a bandeira laranja.

A nota técnica compara a semana epidemiológica 52 com a 50 . De acordo com o documento, as regiões Centro-Sul e Noroeste foram as que tiveram os melhores resultados: saindo da bandeira vermelha direto para a amarela . A Baía de Ilha Grande, que antes estava na bandeira vermelha, evoluiu para a bandeira laranja . As regiões Norte, Médio Paraíba e Baixada Litorânea saíram da bandeira laranja para a amarela.

A situação, no entanto, segue delicada. Sobretudo na capital e nos municípios da Baixada. Se considera a taxa de testes positivos de acordo com o próprio estudo, para Covid-19 em a Região Metropolitana I alta. O tempo calculado para esgotamento dos leitos de terapia intensiva para a enfermidade, assim como até a profissão das enfermarias, também são considerados altos. A profissão de leitos de UTI acende um alerta maior ainda: Se a considera bastante alta. Nas regiões Serrana e da Baía de Ilha Grande, os cientistas deduziram que houve ampliação bastante alta de mortes por síndrome respiratória grave .

De maneira geral, o Mapa de Risco assinala que o Rio de Janeiro exibiu uma diminuição do número de óbitos e de casos de internações por síndrome respiratória aguda grave na comparação da semana epidemiológica 52 comparada com a 50. As taxas de profissão de leitos de UTI no estado também caíram.

Nesta sexta-feira, o estado do Rio registrou 152 mortes e 669 novos casos de Covid-19. Desde março, começo da pandemia, já são 494.796 contagiados e 28.592 vidas perdidas para a enfermidade. A média móvel de óbitos, que chegou a estar em alta durante 15 dias, exibe estabilidade no contágio.

Por outro lado, os dados de mortes e casos por Covid-19 são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. O Ministério da Saúde de os veículos de a mídia instituiu a partir de inconsistências em os dados exibidos a iniciativa.Neste domingo, foram registrados 36 novos óbitos, além de mais 947 casos confirmados de Covid-19 no Rio. Se os atualizaram em as 17h de este domingo, os dados são da Secretaria Estadual de Saúde e.Na quinta-feira 31 de dezembro o estado do Rio de Janeiro registrou mais 224 mortes em decorrência da Covid-19 e 2.114 novos casos da enfermidade, segundo boletim divulgado pelo Governo do Estado nesta quarta-feira, dia 30. Com esses dados, o Rio exibia queda de 19% na média móvel.

As primeiras doses das vacinas contra a Covid-19, que começaram a ser distribuídas no começo da semana, já chegaram aos 92 municípios do RJ. Até a noite desta quinta-feira, 64 cidades já tinham registrado 46.176 imunizados contra o novo coronavírus em território fluminense. Esse número deve ampliar ainda nesta sexta-feira.

Realizou-se o balanço de acordo com a SES, por meio de busca ativa, a partir da gerência de Imunização da Vigilância Epidemiológica da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, junto em as coordenações de imunização de os 92 municípios de o Estado.Nesta quinta-feira, alguns municípios ainda não tinham mandado seus dados.

O Ministério Público do Rio, que esteve em diversos locais do estado onde houve vacinação, nesta sexta-feira, declarou ter recebido relatos de culpados por várias unidades de que o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações , do Ministério da Saúde, considerado indispensável para o controle da campanha, encontrava-se inoperante. Se o problema não for solucionado, de acordo com o MPRJ, que o órgão alegou que poderá dificultar o controle da campanha já nos próximos períodos, quando maiores volumes de doses deverão ser aplicadas a novos grupos, o registro dos vacinados com a primeira dose ainda está sendo feito manualmente até que o sistema passe a funcionar efetivamente.

Nesta primeira etapa, estão sendo vacinados trabalhadores da linha de frente no tratamento de pacientes com coronavírus, idosos residentes em instituições de longa continuidade , pessoas com deficiência a partir de 18 anos de idade, habitantes de Residências Inclusivas e população indígena vivendo em terras indígenas.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Covid-19: Nota técnica do governo conserva capital e Baixada em classificação de risco alto para contágio; compreenda
>>>>>Covid-19: Rio registra 36 novas mortes e mais 947 casos nas últimas 24 horas – (Extraoglobo-pt)

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