Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Daniel Soranz

A cidade do Rio tem que aplicar a dose de reforço em toda a população adulta, atualmente elegível para a nova injeção, até julho do ano que vem, segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. A previsão difere das datas projetadas pelo Ministério da Saúde, que calcula concluir o novo ciclo de imunização até maio do ano que vem.

Daniel Ricardo Soranz Pinto é um médico sanitarista e pesquisador brasileiro.

A definição de saúde tem implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e enfermidade.

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Baseia-se a estimativa de o governo federal em a pausa mínima entre a segunda dose e a dose de reforço estabelecido por a pasta, de cinco meses. De acordo com Soranz, a projeção da prefeitura, mais conservadora do que a do ministério, se deve ao atraso de muitas pessoas para tomar a vacina ao longo da campanha.

— Tem gente que tomou a primeira dose hoje. No sábado , 1800 pessoas tomaram a primeira dose. Essas pessoas tomarão a segunda dose no meio de dezembro. A terceira dose só chega cinco meses depois. Nossa previsão leva em conta esses atrasos, e também o fato de que não dá para diminuir mais o prazo entre a segunda dose e a dose de reforço, senão ela deixa de ser uma dose eficiente — explica o secretário.

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Segundo o vacinômetro virtual da prefeitura, a maior lacuna proporcional da segunda dose atualmente é do público de 12 a 17 anos, no qual ainda há 357.197 pessoas só com a primeira dose e 31.075 sem imunização alguma. Em segundo lugar, vem o grupo de 18 e 19 anos, dos quais 35.846 estão sem a segunda dose.

São públicos que se vacinaram mais recentemente, e que tiveram a data da segunda dose adiantada, com a diminuição da pausa da vacina da Pfizer, amplamente utilizada nessas faixas etárias, de três meses para 21 dias. Ocorre que a adesão à mudança não foi unânime, seja por falta de informação — há quem ainda siga a data da segunda dose marcada na caderneta —, seja por resistência.

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— Sabemos que em grupos de colégios há pessoas comentando que não desejam adiantar a segunda dose dos adolescentes — alega Soranz, que defende a antecipação. Embora estudos internacionais mencionem que a pausa ideal da vacina da Pfizer é de dois meses, o prazo de 21 dias, adotado pelo Rio e preconizado pelo Ministério da Saúde, é a pausa norma da bula da imunobiológico.

A nota mandada pela SES aos municípios nesta quarta-feira também diminui a janela entre a primeira e a segunda doses da vacina da Pfizer para 21 dias, um programa já adotado anteriormente por outros municípios, como o próprio Rio de Janeiro. A medida visa a «otimizar e favorecer a completude dos esquemas já começados em todo o estado».

Faz 9 dias, a cidade de o Rio registrou em o último sábado, dia 13, o menor número de internações por Covid-19 desde o começo de a pandemia, em o domingo 14 de novembro. eram 41 pacientes internados, o que encarnava 0,7% dos leitos, conforme informou o secretário municipal de saúde, Daniel Soranz.

Ainda de acordo com Soranz, aproximadamente 4 milhões de pessoas têm que receber uma dose de reforço no Rio. Além das idades já admiradas no calendário divulgado pela prefeitura nesta quinta-feira, a Secretaria municipal de Saúde já projeta dar o reforço a pessoas entre 50 e 54 anos a partir de janeiro. Ainda não há previsões, porém, para as demais faixas etárias.

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— A gente, a princípio, tratará como prioritário o grupo de 55 a 59 anos, que teve um calendário especial por idade. Esse público vai poder tomar a vacina com uma pausa menor, de três meses após a segunda dose . É um grupo que tem maior obstáculo para produzir anticorpos para a Covid-19 e também é o grupo que mais registra internações — alega Soranz.

No reforço, a prefeitura vai privilegiar a «mistura de vacinas», esquema conhecido por experts como vacinação heteróloga. A medida visa a promover uma maior resposta imunológica do organismo, como propõem estudos internacionais.

Quem tomou a vacina da AstraZeneca ou CoronaVac nas duas primeiras aplicações terá que tomar, de preferência, o imunizante da Pfizer. E quem tomou a vacina da Pfizer terá que receber o reforço de AstraZeneca. Soranz pontua, porém, que quem preferir tomar uma dose da mesma marca das demais aplicações vai poder fazê-lo.

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A nota, assinada pelo Subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde, Mário Sergio Ribeiro, também pede que os municípios não rrejeitema aplicação da vacina a pessoas com deficiência, idosos e acamados, nem especifiquem datas para a repescagem de vacinação desses grupos, «de modo a que possam ser cadmiradoscom a imunização a qualquer tempo e em qualquer posto de vacinação, haja vista tratar-se de grupo de maior vulnerabilidade às fomaneirasraves da Covid-19».Covid-19: Prefeitura do Rio vai instituir ambulatório para pacientes com sequelasCovid-19: Idade de internados caiu após reforço de vacinação para idosos

A vacina da Janssen, que o Rio vai receber nas próximas semanas, também pode ser utilizada para o reforço das demais vacinas. Uma remessa de aproximadamente 220 mil doses do imunizante tem que chegar na cidade até o começo de janeiro, segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Segundo Soranz, cerca de 170 mil pessoas que tomaram a vacina da Janssen em junho aguardam para tomar uma nova dose do mesmo imunizante, que se o vai aplicar em o Rio a título de injeção de reforço.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Covid-19: Rio calcula concluir aplicação do reforço na população adulta em julho de 2022
>>>>>Cidades do Rio recebem vacina para a dose de reforço em todos os adultos; calendário da capital deve ser divulgado nesta quinta-feira – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Covid-19: Rio aguarda envio de doses da Janssen para definir datas do reforço de quem tomou dose única – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Covid-19: Tire suas dúvidas sobre a aplicação da dose de reforço na cidade do Rio – (Extraoglobo-pt)

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