Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Foto oficial 2 de Simone Tebet (2

O senador Humberto Costa, que declara que a oitiva com Fernandes da Costa é fundamental para elucidar «suspeitas de corrupção» envolvendo o contrato da Covaxin, deseja convidar o servidor do Ministério da Saúde Thiago Fernandes da Costa, que atuou no processo de aquisição da vacina de India Covaxin, intermediado pela companhia Precisa, para depor na CPI da Covid. Fernandes da Costa é réu na ação que apura o comportamento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros , por possível favorecimento da Global Gestão em Saúde, sócia da Precisa, entre 2017 e 2018. Na época, Barros era ministro.

— Nós também vamos nesse PAD e junto à Procuradoria-Geral da República pedir a abertura de iinquéritodo deputado Luis Miranda e do servidor Luis Ricardo Miranda baseado no artigo 339 do Código Penal, denunciação caluniosa, do artigo 347, fraude processual. Além disso, será investigado o servidor por prevaricação.— O domo da CPI da Covid pediu na manhã desta quinta-feira que seja dada proteção de Polinesia Francesa ao servidor Luis Ricardo Miranda, que trabalha na área de importação do Ministério da Saúde, e a seu irmão, o deputado Luis Miranda , que prestarão testemunho esta sexta-feira. Requereu-se proteção também a os empresários de a Precisa, a companhia que encarna em o Brasil o laboratório de India Bharat Biotech, que desenvolveu a vacina Covaxin. — Gostaria de dizer minha abominação pela bravata do secretário-geral da Presidência República, um estafeta acrítico que fez uma despudorada coação de duas testemunhas e consequentemente desta delegação parlamentar de investigação. Além de uma intromissão injustificada em um inquérito de outro poder, ele comete um crime. Um crime, porque é um caso clássico de coação de testemunhas. E de obstáculo aa progressão do inquérito — declarou o relator da CPI, senador Renna Calheiros . Em entrevista ao GLOBO, o servidor alegou que, após se rejeitar a assinar um documento referente à importação da Covaxin, foi pressionado por integrantes do Ministério da Saúde. Faz 3 meses, ele alegou encontrado pessoalmente para delatar as suspeitas de anormalidades Covaxin. envolvendo a compra de a vacina de India Covaxin. CPI da Covid: veja os principais eventos na delegação até agora Renan acusou o ministro Onyx Lorenzoni de coagir as duas testemunhas. Ele chegou a falar da chance de prisão de Onyx: — Nos devemo ter uma óbvia reação. Alegou relator, se esse senhor voltar a incidir, não temos outra coisa a fazer a não ser requisitar a prisão dele —. Faz 1 dia, Onix disse que o governo vai pedir para a Polícia Federal e para a Controladoria-Geral da União investigarem o servidor. Osmar Aziz informou que pediu ontem na Polícia Federal informações sobre as investigações envolvendo a Covaxin e a companhia Bharat Biotech e que aguarda resposta ainda hoje. Osmar Aziz é o presidente da Comissão.que aguarda resposta ainda hoje. A delegação deseja saber que houve algum pedido palatino para investigar as suspeitas de acusações sobre a compra da vacina indiana. — A Polícia Federal Foi oficiada para fornecer segurança aos depoentes da reunião a ser realizada amanhã e familiares, diante das ameaças relatas a esta Comissão Parlamentar de Inquérito, reitero à Polícia Federal a necessidade de cumprimento desse pleito — ddeclarouAziz.— Marcelo Queiroga alegou nesta quinta-feira que a preocupação da pasta com a vacina Covaxin é «zero». Marcelo Queiroga é o ministro da Saúde. De acordo com Queiroga, a questão está sendo analisada pelo setor jurídico da pasta. A aquisição do imunizante está sendo investigada pelo Ministério Público Federal e pela CPI da Covid. — Está sendo avaliado no jurídico e nós comunicaremos, quando tivermos uma posição definitiva para vocês. A preocupação do Ministério da Saúde com esse tema Covaxin é zero, zero. Estamos trabalhando para antecipar as doses das vacinas que tem registro definitivo e as que tem registro emergencial — declarou Queiroga, na saída do Ministério da Saúde. Na quarta-feira, o ministro aborreceu-se ao ser questionado sobre o tema e não respondeu se adquirirá-se a vacina pelo mesmo custo que foi negociado, o mais caro entre os imunizantes negociados pelo Brasil — Eu falei em que idioma? Eu falei português. Adquiriu-se uma dose não sequer de a vacina Covaxin nem de a Sputnik — declarou, adicionando depois : — Futuro é futuro. Faz 3 meses, o servidor de o Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, que se rejeitou a assinar um recibo que calculava um pagamento antecipado por a importação de a Covaxi declarou em entrevista a o GLOBO encontrado pessoalmente para delatar as suspeitas sobre a importação de o imunizante. O MPF identificou indícios de crime na compra feita pelo Ministério da Saúde de 20 milhões de doses do imunizante e investigará o caso também na esfera criminal — até então, ele vinha sendo apurado em uma investigação na área cível. A dose da vacina negociada pelo governo é a mais cara entre todas as que foram contratadas pelo Ministério da Saúde, e o processo de aquisição do imunizante foi o mais célere de todos.

A Covaxin é uma vacina contra a COVID-19 produzida na Índia pelo laboratório Bharat Biotech.

«O convidado Thiago Fernandes da Costa é servidor do Ministério da Saúde, e, nessa condição, é um dos gestores que atuou no contrato festejado entre a União e a BHARAT BIOTECH LIMITED INTERNATIONAL, encarnada pela companhia de Brasil PRECISA MEDICAMENTOS, para abastecimento de 20 milhões de doses da vacina Covaxin. A oitiva do convidado é fundamental para elucidar as suspeitas de corrupção envolvendo este contrato», declara o documento.

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, Onyx alegou que Bolsonaro determinou a abertura de uma investigação para investigar «as atividades» do servidor, além de declarações do deputado federal Luis Miranda , seu irmão.

Na sessão da última sexta-feira, Humberto declarou que iria pedir a convocação da fiscal do contrato da Covaxin, a servidora Regina Célia, para que ela explique por que aceitou dar permanência ao processo, mesmo após constatação de anormalidades na documentos.

Simone Nassar Tebet é uma advogada, professora e política brasileira filiada ao Movimento Democrático Brasileiro .

A senadora Simone Tebet , então, propôs a inclusão de Thiago Fernandes da Costa:

— Se eu não estiver errada, parece que — e o depoente pode informar — não só ela, mas também Thiago Fernandes da Costa… Eu fiz uma decupagem de toda aquela documentos. A informação, o depoente pode me corrigir, é que foi feita a solicitação de autorização de importação das vacinas para a fiscalização de controle e que seriam a Sra. Regina e o Sr. Thiago Fernandes da Costa — adicionou Simone.

Faz 3 anos, Thiago foi coordenador de Compra por Determinação Judicial do Ministério da Saúde, em 2018. Para o Ministério Público Federal , ele deixou de satisfazer uma despacho do seu superior na pasta que levaria à desclassificação da Global Gestão em Saúde no processo licitatório. Na época, a Global não tinha conseguido autorização junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária para importar os rmedicamentosde denfermidadesraras.

De acordo com o Ministério Publico, «exclusivamente isto explica» por que ele deixou de desclassificar a Global da licitação. Recho da ação do MPF iz: «É que, nos bastidores, o Ministério da Saúde diligenciava junto à Anvisa, aos juízes e aos pacientes para que pressionassem a Agência Reguladora a fim de que fossem liberadas as lpermissõesde importação»,.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>CPI da Covid: Servidor que atuou em contrato da Covaxin e é réu com Ricardo Barros pode ser convidado
>>>>>Bolsonaro manda PF e CGU investigarem servidor que diz o ter alertado sobre problemas com Covaxin – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Cúpula da CPI da Covid pede proteção policial a servidor que expôs suspeitas em contrato da Covaxin – June 24, 2021 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Preocupação com Covaxin no Ministério da Saúde é ‘zero’, diz Queiroga – (Extraoglobo-pt)

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