Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hélio Negão e Jair Bolsonaro

Para conter insatisfações de aliados do Centrão, o presidente Jair Bolsonaro avalia fazer o que chamou de uma «pequena reforma ministerial», que envolveria uma troca na Casa Civil e a recriação do Ministério do Trabalho. Bolsonaro convidou o senador Ciro Nogueira para assumir a Casa Civil. A relação do presidente com os partidos do centrão ganhou força após o primeiro ano de mandato. Na campanha, Bolsonaro e seus aliados criticavam os parlamentares, a quem chamavam de «assaltantes». No governo, os partidos passaram a fiadores das políticas do presidente e ganharam espaço em todos os escalões da República.

— Estamos trabalhando, inclusive, uma pequena mudança ministerial, que deve acontecer na segunda-feira, para ser mais preciso, para a gente continuar aqui gerenciar o Brasil — disse Bolsonaro em entrevista à Joven Pan Itapetininga.

Na terça-feira 06 de julho Omar Aziz fez um pedido ao presidente Jair Bolsonaro para que diga se ele realmente recebeu os documentos sobre a compra da vacina Covaxin durante o encontro com o deputado Luis Miranda e seu irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda. Omar Aziz é o presidente da CPI. Segundo Aziz, só o presidente podia elucidar a dúvida da sociedade de Brasil.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Na política brasileira centrão refere-se a um conjunto de partidos políticos que não têm uma orientação ideológica específica e tem como objetivo assegurar uma proximidade ao poder executivo de modo que este lhes garanta benefícios e lhes permita distribuir privilégios por meio de redes clientelistas.

Com a presença de parlamentares do Centrão numa convenção do PSL, o general Augusto Heleno chamou de “assaltantes” os políticos do grupo, que na época decidiu apoiar Geraldo Alckmin à Presidência: “Se gberrarpega Centrão, não fica um meu irmão”.

Faz 3 anos, em a véspera de o segundo turno de as votações Bolsonaro alegou que não negociaria posições com o centrão : » O que fiz durante uma campanha declarando que não aceitaria o » toma lá dá cá «, fiz baseado em a Constituição «.

Governo dá ao PP altas posições no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas e no Fundo Nacional e Desenvolvimento da Educação , que também abriga mencionado do PL. PSD leva a presidência da Funasa. Se o mencionou como líder de o governo Bolsonaro em a Câmara, o deputado Ricardo Barros, que trocou o major Vitor Hugo com o objetivode melhorara relaçãodo Planalto com o Congresso.

Mencionou-se O juiz Kassio Nunes Marques a o STF com o suporte de líderes de o Centrão, como Ciro Nogueira de Flávio Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro , e também de senadores comoElmanoFérrer .

Bolsonaro aumentou o espaço do Centrão ao selecionar o senador Jorginho Mello e o deputado Eros Biondini como vice-líderes no Congresso.

Em meio às evotaçõespara a Câmara e para o Senado, o presidente Jair Bolsonaro liberou R$ 3 bilhões em emendas parlamentares. Utilizaram-se os recursos para conseguir suporte a os candidatos governistas.

Se designou O deputado João Roma ministro de a Cidadania. Indicado pelo Centrão, é próximo do presidente de seu partido, Marcos Pereira, e do presidente do DEM, ACM Neto.

O deputado Arthur Lira , liderança do Centrão, foi eleito presidente da Câmara contra o candidato de Rodrigo Maia, com suporte do Planalto.

– A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal , negou o pedido do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e do deputado Rui Falcão para que a Corte determinasse que Arthur Lira analise um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro exibido por eles em maio de 2020. Arthur Lira é o presidente da Câmara dos Deputados. Leia: Insatisfação no Centrão levou Bolsonaro a planejar troca na Casa Civil com Ciro Nogueira De acordo com a ministra, «a imposição do imediato processamento da acusação para apuração de responsabilidade do Presidente da República, pelo Poder Judiciário, macularia o princípio da separação dos poderes». «E para atendimento deste princípio garantidor da eficiência do sistema de freios e contrapesos é que a jurisprudência deste Supremo Tribunal consolidou-se no sentido de se estabelecer, na matéria, a autocontenção do exercício jurisdicional constitucional», argumentou Cármen Lúcia. No mandado de segurança, os petistas argumentavam que Lira estaria se omitindo das suas responsabilidades ao não examinar ou encaminhar internamente a abaixo-assinado de impeachment por crimes de responsabilidade. O pedido de 2020 teve 159 assinaturas. Terceira via: Tucanos reagem à pchancede PSDB abrir mão de candidatura a pse aexibiupresidente O pedido de impeachment cmencionadopor os petistas em a Câmara em a esteira de a participação de o presidente em ato com faixas pedindo o fencerramentode o Congresso e de o STF, além da volta de o Ato Institucional nº5, o mais duro de a ditadura, em frente a o quartel-general de o Exército.s atos antidemocráticos redundaram até em investigação no STF. «O presidente da Câmara dos Deputados promove desvio de propósito nítido, no exercício passivo de atribuições cogentes vinculadas a funções de performance obrigatória. Trata-se, portanto, da atitude afrontosa aas características da posição que ocupa, além de constituir um rematado abuso de poder, ensejador do presente mandado de segurança», afirmam.— Caso seja confirmada a ida do senador Ciro Nogueira para a Casa Civil, ele vai ser o quarto ocupante da posição em pouco mais de dois anos e meio de governo do presidente Jair Bolsonaro. Desde que instituiu, atual titular da pasta, Luiz Eduardo Ramos ficou menos de quatro meses na posição, menor duração durante o governo Bolsonaro e uma das menores -se o ministério. Os antecessores de Ramos, Onyx Lorenzoni e Walter Braga Netto, ficaram pouco mais de um ano no cargo cada um: 413 e 405 dias, respectivamente. Onyx foi o primeiro titular da Casa Civil, após organizar a campanha de Bolsonaro. Faz 5 meses, de o ano passado, insatisfeito com a performance de ele, Bolsonaro deslocou Onyx para o Ministério da Cidadania, em fevereiro. Compreenda: Sob pressão, Bolsonaro convida Ciro Nogueira para Casa Civil e avalia recriar ministério do Trabalho Seu substituto foi Braga Netto, na época ainda um general da ativa do Exército, que chegou ao governo com a experiência de ter comandado a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Faz 4 meses, de este ano, houve uma nova troca de cadeiras, em março, e deslocou-se Braga Netto para a Defesa, para trocar Fernando Azevedo e Silva, exonerado por falta de alinhamento com Bolsonaro. Enquanto isso, Ramos, que estava na Secretaria de Governo, foi para a Casa Civil. Em 1992, Bolsonaro já é o segundo presidente com mais trocas na pasta, ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva ,, desde que a Casa Civil ganhou o nome atual que também teve quatro ministros, e atrás de Dilma Rousseff , que teve seis — com a diferença de que Lula ficou oito anos no governo e Dilma, seis. Considerando a média de dias que cada ministro ficou na Casa Civil, Bolsonaro só fica atrás de Itamar Franco : são 310 dias contra 273. No caso de Itamar, no entanto, houve uma particularidade: o primeiro titular da pasta Henrique Hargreaves, afastou-se da posição por uma acusação de corrupção, mas regressou depois. A pessoa que ficou mais tempo na posição foi justamente Dilma, que comandou a pasta entre 2005 e 2010, no governo Lula. Já o governo com maior estabilidade no cargo foi o de Fernando Henrique Cardoso , que teve um ministro para cada um de seus dois mandatos, de quatro anos cada: Clóvis Carvalho e Pedro Parente. Michel Temer também teve somente um ministro da Casa Civil, após assumir o mandato com o impeachment de Dilma Rousseff. Foi Eliseu Padilha, um dos mais próximos aliados de Temer. A pessoa que ficou menos tempo no cargo foi o ex-presidente Lula, nomeado ministro por Dilma em meio a crise que culminou no impeachment do petista. A designação de Lula na pasta foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal um dia após a cerimônia de posse. Leia mais: Fiel escudeiro de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni pode ocupar seu quarto ministério no governo A chegada de Ciro Nogueira ao Palácio do Planalto, se confirmada, encarnará uma mudança de perfil: depois de dois generais, o posto seria ocupado não só por uma político, mas por um dos principais líderes do Centrão, que já apoiou diversos outros governos. O objetivo é justamente melhorar a articulação com o Congresso e especificamente com o Senado, que atualmente não tem nenhuma representante no ministério. Outro mudança no costume é que a maioria dos ex-ministros da Casa Civil eram pessoas próximas dos presidentes, em geral filiadas ao mesmo partido ou mesmo amigos pessoais.

Bolsonaro mencionou a deputada Flávia Arruda para a Secretaria de Governo, em mais um triunfo para o Centrão.

Homem de confiança de Bolsonaro, Ramos pode ficar com a Secretaria-Geral da Presidência, atualmente comandada por Onyx Lorenzoni, conforme mostrou o colunista Lauro Jardim. O presidente deseja conservar Onyx no governo, mas ainda não há um local definido e outras mudanças podem acontecer.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>De alvo de críticas na campanha a aliado do governo: o Centrão e sua relação com Bolsonaro
>>>>>Bolsonaro afirma que fará ‘pequena mudança ministerial’ – (Extraoglobo-pt)
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>>>>>Em dois anos e meio de governo Bolsonaro, Casa Civil pode ter quarto ministro – (Extraoglobo-pt)

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